Nomes exóticos de cidades… que existem mesmo.

É surpreendentemente criativa a mente humana… Na hora de batizar os filhos, por exemplo, essa criatividade extrapola. Tem gente que recebeu nomes bizarros como Ácido Acético Etílico Da Silva. Ou Agrícola Beterraba Areia Leão. E ainda Amável Pinto e Antônio Treze de Junho de Mil Novecentos e Dezessete…

E os nomes de cidades, então?

Essa cidade fica em Mato Grosso.

Tomar no Geru fica em Sergipe.

A simpática Cuparaque fica em Minas e tem quase 5.000 habitantes.

Capitão Poço, no Pará, é um município com grande produção de laranjas.

Recursolãndia – isso mesmo… – fica no Tocantis e tinha cerca de 3.500 habitantes em 2004.

É uma cidade no interior do Rio Grande do Norte

Essa cidade do Tocantins não recebeu esse nome por causa da grande quantidade de barro no município, como se pode pensar à primeira vista. Foi uma homenagem a seu fundador, Elvécio Cabral Barros. Talvez tenham se inspirado na Disneylândia…

Os nomes exóticos não param aí. Temos ainda Pintópolis (MG), a 600 km de Belo Horizonte, fundada por Germano Pinto, que era dono de terras e abriu espaço para a construção de casas e comércios. Assim surgiu Pintópolis. Lá no Maranhão temos dois povoados, Pau de Estopa e Afoga Bode, e pouco se sabe sobre a origem dos nomes.

Ao redor do mundo, a coisa se repete e a imaginação fértil é abundante.  Na Áustria existe um vilarejo chamado Fucking, nome que é uma homenagem ao comandante militar Focko Ukena. Em Borgonha, o povoado francês Anus é alvo constante de piadinhas. Tem também Bösta, na Suécia; Bunda, na Austrália e até Batman, na Turquia.
A mais impressionante, porém, é a pequena cidade de Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogochno País de Gales, chamada também de Llanfair. A tradução?
 Igreja de Santa Maria no fundo do aveleiro branco perto de um redemoinho rápido e da Igreja de São Tisílio da gruta vermelha…                                                                                                                                         
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Cidades no mundo onde a velocidade baixou

A velocidade nas principais vias de São Paulo tem diminuído constantemente. Apesar de muitas queixas dos motoristas, que alegam ter visto o trânsito piorar por causa disso, as últimas medições apontam o contrário.

Além de diminuir a epidemia de acidentes de trânsito, e isso em todas as cidades do mundo que adotaram essa providência,  a redução da velocidade diminui o número de acidentes (e, consequentemente, o de mortos e feridos) e melhora o fluxo do trânsito e qualidade do ar.

Foi Estocolmo, na Suécia, a primeira capital a fazer a mudança, em 1997. Desde então, muitas outras cidades seguiram por este caminho. Em Nova York, por exemplo, a velocidade em vários bairros é de 32 km/h.

Veja como funciona em outras capitais do mundo:

Londres

A capital da Inglaterra vem adotando, nos últimos anos, medidas para diminuir a quantidade de acidentes no trânsito, incluindo a redução de velocidade. Atualmente, o limite de velocidade é de 32 km/h em ruas e avenidas importantes da cidade. A diferença entre Londres e São Paulo é que lá há uma boa rede de transporte público. Por exemplo, o metrô. O sistema da capital paulista, inaugurado em 1974, tem hoje 78,3 quilômetros de extensão – numa média de expansão de 1,91 quilômetro por ano. O metrô de Londres, em operação desde janeiro de 1863, tem uma expansão média de 2,68 quilômetros por ano, e mais de 400 km de extensão…

Paris

A velocidade máxima permitida nas pistas do anel viário da capital francesa foi reduzida para 80 km/h para 70 km/h no começo de 2014. Dentro da cidade, o limite é de 50 km/h, com limites mais baixos em determinadas áreas. Essa é outra capital com boa infraestrutura de transporte público. Dá pra viver bem por lá sem carro.

Nova York

Em novembro de 2014, a administração da maior cidade dos Estados Unidos reduziu o limite de velocidade para 40 km/h. Em vários bairros, porém, o limite é ainda menor: 32 km/h. As medidas foram acompanhadas de uma campanha de conscientização e de ações para aumentar a fiscalização no trânsito. E andar de carro nessa cidade é uma insanidade… Onde há mais de 10.000 táxis rodando apenas em Manhattan. Para que se tenha uma ideia, Manhattan é menor em área do que o bairro de Santo Amaro, em São Paulo…

Cidade do México

O trânsito é um problema histórico da capital do México. Lá, os limites de velocidade foram reduzidos no fim de 2015: 80 km/h em pistas expressas, 50 km/h em avenidas, 40 km/h em vias secundárias e 20 km/h em áreas escolares e nas proximidades de hospitais. Pelo menos, dois serviços públicos lá funcionam muito bem, limpos e no horário: os trens e o metrô. E são baratos. A rede do metrô, com 250 km, cobre todos os bairros da cidade e a passagem custa 5 pesos, ou R$0,90.

Tóquio

Na capital do Japão, os motoristas podem dirigir a no máximo 50 km/h, sendo que há limites mais baixos de – 40 km/h e 30 km/h – em determinadas áreas da cidade. Mas é aquela história: não se deve andar de carro na megalópole. Além da eficiente rede de trens e metrô (que levam ambos cerca de 20 milhões de passageiros/ dia), há ainda o serviço de ônibus urbanos, conhecidos como Toei. Esse meio de transporte é indicado para as viagens curtas e para fazer a interligação com a rede de metrô.

Lima

A capital peruana tem quatro limites de velocidade em vigor: 80 km/h em vias expressas, 60 km/h nas avenidas, 40 km/h nas ruas e 30 km/h nas proximidades de escolas e hospitais.

Aqui, realmente, estamos numa capital do terceiro mundo. Uma cidade tão populosa, com mais de 8 milhões de habitantes, tem um trânsito caótico e um péssimo transporte público. Os ônibus são tipo jardineiras, sujos e caindo aos pedaços. Nos táxis, você tem que exigir que o motorista ligue o taxímetro e o metrô começou a operar há 5 anos. Tem apenas uma linha, com 34 km. Por isso, andar de carro ainda é uma opção preferida por muitas pessoas.

Bogotá

Na capital da Colômbia, a velocidade máxima permitida é de 80 km/h. Em vias situadas nas zonas residenciais e escolares, porém, o limite é de 30 km/h. Aqui, nesta cidade de quase 9 milhões de habitantes, há muitas opções de transporte público. Além dos táxis, que são baratos, há as “busetas” (pequenos ônibus coloridos que fazem trajetos mais curtos) e o Transmilênio, um sistema de VLP inspirado nos corredores de ônibus de Curitiba, melhorado e ampliado. São ônibus enormes, bi-articulados e que cobrem doze linhas, com 1.989 ônibus, 5.318 motoristas e 137 estações em 112,9 km de corredores exclusivos. Assim como em Curitiba, as estações são fechadas, sendo necessário pagar passagem para entrar na estação. Uma vez lá dentro, é possível tomar quantos ônibus forem necessários. Nos horários de pico, a tarifa é mais alta: são 1.800 pesos colombianos, equivalentes a R$ 2,10. Nos domingos e feriados, a passagem custa 1.500 COL, cerca de R$1,76.

Berlim

Na capital da Alemanha, o limite é de 50 km/h na maioria das vias, mas há áreas em que a velocidade máxima permitida é de 30 km/h. Além disso, há uma outra regra: em parte das vias com limite de 50 km/h, os motoristas não podem passar dos 30 km/h durante o período noturno.

Voltamos ao primeiro mundo. O sistema de transporte público em Berlim é excelente. Os táxis não estão entre os mais caros da Europa, o metrô (apesar de antigo, com seus 150 km e estações meio sujas e encardidas) funciona muito bem, e ainda há os trens e os bondes que, somados, percorrem um trajeto de mais de 300 km.

Buenos Aires

Na capital argentina, o limite é de 60 km/h nas avenidas e de 40 km/h nas ruas. Em algumas avenidas mais largas, pistas e autopistas, o motorista pode dirigir a 70 km/h ou a 80 km/h. O transporte público de Buenos Aires é um dos fatores que influenciou o crescimento do turismo, com inúmeras alternativas para transitar pela cidade, inclusive funcionando 24 horas. Com os recentes aumentos nas tarifas desses serviços, ordenadas pelo presidente Macri, os táxis – que eram muito baratos para nós – estão agora com a bandeirada equivalente à de São Paulo. Mas a capital argentina ainda tem uma eficiente rede de ônibus urbanos, o metrô cobre praticamente toda a cidade e há ainda os trens, modernos e limpos.

Em resumo, diminuir a velocidade dos carros nas ruas é ótimo por vários motivos. Mas a cidade precisa de um transporte público eficiente que estimule os proprietários de automóveis a deixar seu carro em casa nos dias úteis.

São Paulo está longe de ter essa infraestrutura eficiente, mas avançou bastante nos últimos anos. Falta muito, mas, pelo menos, estamos a caminho…

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

UOL

São Paulo está entre as 10 cidades mais feias do mundo

O site de viagens U City Guides fez uma lista em que compila as dez cidades mais feias do mundo, levando em consideração aspectos como arquitetura, qualidade de vida e violência. Os Estados Unidos, com três cidades, são o país mais representado no ranking.

1.Cidade da Guatemala

Guatemala

Com altos índices de criminalidade e de poluição, a capital da Guatemala aparece no topo da lista. Segundo o site, a cidade, repleta de prédios malconservados e abandonados, contrasta com as outras do país que esbanjam belezas naturais.

2.Cidade do México

México

A capital do México é considerada uma das cidades mais violentas do mundo. Mas, além da questão da segurança, os altos índices de poluição e concentração urbana não a tornam muito convidativa, diz o site.

3.Amã

Jordânia

A capital do país que reúne alguns dos sítios históricos mais incríveis do mundo deve ser apenas ponto de chegada ou saída.

4.Caracas

Venezuela

Apesar da fama das belas mulheres venezuelanas, a capital do país não faz jus a essa reputação. Seu centro não tem planejamento e nem estilo.

5.Luanda

Angola

A capital de Angola está passando por um processo de renovação e transformação. A esperança é que a nova onda de desenvolvimento traga mais frescor e modernidade à cidade, que ainda tem edifícios mal arquitetados e um aluguel alto para o que se encontra.

6. Quichinau

Moldávia

A capital da Moldávia (eu nunca tinha ouvido falar…) é uma cidade industrial repleta de prédios da era soviética, muitos dos quais são malconservados e sujos. Segundo o site, há muitas cidades da era soviética feias na Europa, mas espera-se mais de uma capital. Em algumas cidades, os antigos condomínios habitacionais foram pintados de diferentes cores para quebrar o cinza reinante.

7. Houston

Estados Unidos

A quarta cidade mais populosa dos Estados Unidos fica em uma posição ruim quando o assunto é beleza. Apesar de o site de viagens considerar que há muitas grandes cidades americanas feias, Houston ganha o título por causa da ausência de zoneamento e pela crescente população de rua.

8. Detroit

Estados Unidos

Detroit é considerada feia não apenas pela sua estética (ou falta de), mas também pela péssima qualidade de vida que oferece a seus moradores, segundo o U City Guides, agravada pelo alto índice de criminalidade e pelo fato da cidade ter declarado falência. Não à toa mais de um quarto da população saiu de Detroit, uma cidade feita basicamente de “concreto, vidro, tijolos e sujeira”, repleta de edifícios abandonados…

9. São Paulo

Brasil

De acordo com o site, a natureza concentrou todos os seus esforços no Rio, deixando São Paulo completamente esquecida. A cidade pode até ser repleta de atrações culturais e gastronômicas, mas “é uma selva de pedras”, afirma o U City Guides.

10. Los Angeles

Estados Unidos

O problema, diz o site, é que não tem muita coisa interessante para se ver andando pela cidade – se é que alguém anda a pé em LA. Apesar de toda a fama da Hollywood e das praias bonitas nas redondezas, para o U City Guides, a cidade de Los Angeles em si não é dos locais mais bonitos da terra.

São Paulo antiga…

Adoro fotos, especialmente aquelas antigas, que mostram lugares e pessoas de um passado longínquo. Como as fotos a seguir, de uma cidade que há muito não existe mais:

O Vale do Anhangabaú na década de 1940

Rua da Cantareira, no centro, em 1940… Mudou muito, não?

 

Esta foto eu achei incrível, é de uma rua onde o metro quadrado hoje custa perto de 10.000 reais… Adivinha? É a Oscar Freire, em 1938!

Avenida 9 de Julho em 1940, ladeada por terrenos baldios… Dizia-se que era uma bobagem abrir uma avenida num local tão ermo… Quem vai querer ir até lá???

Av. São João com a Líbero Badaró, década de 1940

A “zelite” olhava com desconfiança a região onde se situava a avenida… Repleta de casebres e sem luz… Avenida Rebouças, em 1939

Carro da polícia em 1936, superequipado para comunicação via rádio… Só que não era muito portátil…

Voar de avião era para poucos, as passagens eram caríssimas. Ainda assim, o aeroporto de Congonhas era movimentado (veja na foto acima, da década de 1960)

Os passageiros da foto embarcam em Congonhas em um avião da Panair do Brasil, que foi fechada pela ditadura militar em 1968 porque vários participantes do governo Castelo Branco eram amigos dos donos da Varig – que foi beneficiada pelo fechamento da concorrente…

Bonde mantido pela Light, em 1936

Edifício Martinelli, 1929. O primeiro arranha-céu de São Paulo, com 30 andares, hoje é da prefeitura da cidade a abriga diversas repartições públicas. E muitas histórias de fantasmas!!!!!

Passagem do famoso Zeppelin sobre o Hotel Esplanada e o Vale do Anhangabaú, em 1936

Regatas no rio Tietê, 1917. Hoje, depois de sucessivos governos estaduais gastarem mais de 3 bilhões de reais durante 20 anos para despoluir o rio, ele é o mais poluído do país…

A famosa esquina da Avenida Ipiranga com a São João, em 1954

Carnaval na Avenida Paulista, 1926

Carnaval na Avenida Paulista, 1926

Entrada do tradicional Colégio des Oiseaux , por volta de 1907. Colégio onde estudaram moças finas da “zelite”, como a ex-prefeita Marta Suplicy, não existe mais e o terreno é palco de disputa há 40 anos. Construtoras autorizadas pela prefeitura devem construir torres naquela que é uma das poucas áreas verdes da cidade e conta com espécies remanescentes da mata atlântica , como palmeiras e jacarandá

Mappin na Praça Ramos, 1960

Mappin na Praça Ramos, 1960

Parque da Luz, 1907

Parque da Luz, 1907

Praça da Sé, 1938, com a catedral ainda em construção. Ela só ficaria pronta 30 anos depois.

Praça da Sé, 1938, com a catedral ainda em construção. Ela só ficaria pronta 30 anos depois

A PORTA AO LADO

Numa entrevista antiga do médico Dráuzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial que acontece todo dia na vida da gente. É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia. Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá errado para eles? Dá aos montes. Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote. Que “audácia” contrariá-los! São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato. Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões pode ser resolvida assim, rapidinho.

Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato. Eu ando deixando de graça, para ser sincero. Vinte e quatro horas têm sido pouco para tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado. Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem, pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a “porta do lado” e vou tratar do que é importante de fato.

Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão porque parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.

 

As 10 mais belas cidades do mundo

Depois das 10 mais feias cidades do mundo, o site U City Guides elegeu as dez cidades mais lindas do planeta. Percebi que ainda tem muitas na lista que preciso conhecer… Confira:

10 – Bruges

Localizada a noroeste da Bélgica, a cidade é conhecida principalmente pelos seus canais que fazem com que seja conhecida como Veneza do Norte. Os pontos principais da cidade a serem visitados são o prédio da prefeitura, o Groeninge Museum, a torre medieval Halletoren, a Igreja Carmelita e o portão medieval da cidade, o Ezelpoort.

9 – Budapeste

Capital e maior cidade da Hungria, conhecida pelo apelido Rainha do Danúbio. Budapeste surgiu exatamente da união entre as cidades de Buda e Peste, uma de cada lado do rio Danúbio e desde 1873 se tornou uma só.  Quem conhece ficou fascinado pela exuberante arquitetura. Preciso visitá-la.

8 – Roma

A capital da Itália recebeu o oitavo lugar. É uma das principais cidades quando falamos em História Mundial, nela está localizado o Coliseu (se bem que o cheiro de xixi ao redor dele é insuportável) e inúmeras ruínas e monumentos. Mas gosto muito da região do Trastevere. Em seu interior também se localiza a Cidade do Vaticano.  

7 – Florença

Localizada na região da Toscana na Itália, a cidade que é sinônimo da Renascença é citada por muitos como a mais bonita do mundo, e aqui ela ficou com a sétima posição na frente da capital Roma e atrás de uma outra cidade italiana. Um dos passeios imperdíveis é a Galleria dell’Accademia, museu onde se encontra a famosa escultura David de Michelangelo.

Florence

6 – Amsterdam

Capital da Holanda, é uma das minhas favoritas e das mais charmosas que já fui. Uma das curiosidades sobre a cidade é que ela está situada em uma região abaixo do nível do mar, por isso tiveram que ser construídos os famosos canais. E andar de bicicleta por ali é imperdível.

Amsterdam

5 – Rio de Janeiro

A representante brasileira da lista não fez feio e ficou com quinta posição. Rio de Janeiro é a cidade brasileira mais conhecida no exterior e também a mais visitada por turista estrangeiros. O Rio, apesar de todos os problemas que conhecemos bem,  é… O Rio.

Rio de Janeiro

4 – Lisboa

A capital portuguesa consegue o quarto lugar na lista. As regiões da cidade mais procuradas pelos turistas são a Baixa Pombalina ou Baixa de Lisboa, Santa Maria de Belém, Chiado e o Bairro Alto. Com uma temperatura média anual de 20° C a cidade tem muito a oferecer em cultura e gastronomia.

Lisbon

3 – Praga

A medalha de bronze ficou com a capital da República Checa. A cidade de Praga é bastante citada quando se pergunta qual a cidade mais bonita do mundo. Os pontos mais procurados pelos turistas são o Portão de Pólvora, a Catedral de Nossa Senhora de Týn, o Relógio Astronômico, o Castelo de Praga e o Museu Narodn.

Prague

2 – Paris

Conhecida como Cidade Luz, a capital Francesa ficou na segunda colocação e vai muito além da Torre Eiffel.  Paris tem a Opera de Paris, o Champs Elysées, Montmartre, o Louvre, o passeio pelo Sena,  a Place des Voges, a Notre Dame… Mas, para mim, a melhor forma de visitar a cidade é andar a pé e fuçar os cantos e as ruazinhas apertadas…

Paris

1 – Veneza

A primeira posição vai para Veneza. Ela parece um cenário, cada edifício e cada construção é uma obra de arte de tirar o fôlego. Ela não se parece com nenhuma cidade da Itália, e acho que com nenhuma cidade do mundo. Uma cidade flutuante, erguida no meio de um lago, com ruas aquáticas onde veículos (ambulâncias, carros funerários, ônibus etc.) são barcos, tudo circundado por vielas, becos, pontezinhas e praças com todos aqueles dourados. e surpreendentes detalhes escondidos em sua arquitetura.

Veneza é muito mais que cafés caros, gôndolas e um fedor terrível no verão (parece que estão saneando os canais… Estava na hora…). É impossível não lotar sua máquina fotográfica com centenas de fotos!

Venice

 

E tem aquela cidade que, de tão bela, não se encaixa em nenhuma classificação – capital cultural, capital dos esportes aquáticos, capital da gastronomia, centro financeiro global… Ela é tudo isso e muito mais: Birigui.

Pujante metrópole do Oeste paulista, terra natal de grandes personalidades das artes e da ciência, como Reynaldo Gianecchini,  Albert Einstein e Brad Pitt, a cidade ainda é berço de um dos maiores pensadores da humanidade, ao lado de Sófocles e, dizem, Valesca Popozuda: Júlio de Andrade Filho, ou simplesmente Julinho.  Fundador da Rádio Tupã com seu irmão caçula, rádio essa que foi o primeiro veículo de comunicação do mundo a transmitir ao vivo um ataque de Comanches no bairro da Aclimação, na capital do Estado, Julinho publicou diversos artigos que despertaram a atenção mundial, como “A Influência do asfalto na plantação da batata-doce na Nigéria”. Este artigo ajudou o físico inglês Stephen Hawking a conceber sua teoria sobre os buracos-negros.

Birigui é também conhecida por ser um polo industrial de calçados. Foi de lá, por exemplo, que veio o tênis gigante (abaixo)…

… que calçou o pé gigante do seriado “Lost”.

Birigui, tudo que há de bom tem aqui!

Os 10 lugares imperdíveis de São Paulo

Há poucos dias publiquei um artigo (“São Paulo está entre as 10 cidades mais feias do mundo“) que gerou alguma polêmica, com muitas pessoas dizendo que a cidade não é tão feia assim.  Apesar de ser uma “selva de concreto” violenta e poluída, e que estressa demais seus milhões de habitantes, existem alguns oásis que merecem uma visita, e que muitos moradores da cidade não conhecem.

Como em todas as listas, esta também reflete a minha opinião. Se você, que mora em São Paulo, discordar ou quiser sugerir outros lugares, fique à vontade para comentar.

Feiras da Liberdade e da Benedito Calixto

Dois passeios que podem ser divertidos: a feira no bairro Oriental da Liberdade mostra um pouco da cultura e da gastronomia japonesas e, depois de uma volta na feira, você pode caminhar pelas ruas do bairro e visitar as inúmeras lojas e bazares. A feira da Pça. Benedito Calixto, em Pinheiros, é uma mistura de brechó e antiquário, e você encontra desde brinquedos e móveis até discos raros.

Mercado Municipal de São Paulo

Passear pelo Mercadão é um deleite para quem busca novos sabores. Uma verdadeira Meca de ingredientes para os principais restaurantes da capital paulista, o galpão com mais de 12 mil metros quadrados guarda um pouco de cada parte do mundo em suas barracas. Ao lado de presuntos e queijos finos encontram-se lagostas, sorvetes e sanduíches de mortadela, convivendo harmoniosamente.

MASP

O doador do terreno em que seria construído o MASP, principal museu de arte brasileiro e um dos mais importantes do Hemisfério Sul, fez uma única exigência à prefeitura de São Paulo: Joaquim Eugênio de Lima, idealizador e construtor da avenida Paulista, exigiu que a vista para o centro da cidade fosse preservada, através do vale da avenida Nove de Julho.

Parque do Ibirapuera

O Parque do Ibirapuera é um mundo à parte em São Paulo. Tem a Bienal, o Auditório Ibirapuera com seus shows inesquecíveis, o viveiro Manequinho Lopes com mudas da Mata Atlântica, a Oca com suas superexposições,  mas o ideal é passear por lá durante a semana, quando está menos cheio. Nos finais de semana, fica muito lotado…

Sala São Paulo

Localizada no centro da cidade, no deteriorado bairro da Luz – e bem no meio da terra do crack, a Cracolândia -, vizinha da Pinacoteca do Estado e do Museu de Arte Sacra, a Sala São Paulo é considerada uma das melhores salas de concerto e casas de eventos do país, e foi inaugurada em 1999 com a apresentação da sinfonia A Ressurreição, de Gustav Mahler, pela Osesp.

Teatro Municipal

Inaugurado em 1911 para ser a casa da ópera da cidade, passou em 2011 por uma complexa reforma, que restaurou o palco, centenas de pinturas antigas e mais de 14 mil vitrais, fazendo com que o local fique mais parecido com o Municipal do século passado, mas muito mais moderno.

Rua Avanhandava

Deve ser a ruazinha mais charmosa de São Paulo. Travessa da rua Augusta, é de fato um oásis em meio ao caos, com restaurantes que vão do tradicional Famiglia Mancini ao descolado Madrepérola, bar de jazz e até um brechó. Aos fins de semana, a rua vira programa de casais, família e turmas de amigos.

Zoológico de São Paulo

No ano passado, em meio a elefantes, tucanos, leões e outros 3.200 animais, nasceram no Zoológico um filhote de girafas e  onze emas – animais de difícil reprodução em cativeiro. Os filhotes das emas ainda estão sob os cuidados da equipe de biólogos e veterinários do Setor de Aves da instituição. A ema é considerada a maior e mais pesada entre as aves brasileiras – chega a medir 1,50 metro de altura e a pesar 25 quilos, e ainda não há previsão de quando os animais serão colocados em exposição.

Montagens da Broadway

A cidade tem recebido montagens originais das grandes companhias internacionais, e hospedado espetáculos como “O Fantasma da Ópera”, ” O Rei Leão”, “A Família Addams” ou “Hair”, para citar apenas alguns. Ou montagens nacionais de sucesso, como “Tim Maia, Vale-Tudo o Musical”. Há algumas casas, como o Teatro Renault, por ex., que foram reformadas seguindo padrões de excelência das grandes capitais. Se você puder pagar os altos preços dos ingressos, vale conferir.