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12 hábitos dos chineses que mudaram minha vida

Christine Marote, depois de 4 anos na “ponte-área” São Paulo – China (Chang Chun, Jilin Province), mudou-se definitivamente para Shanghai em janeiro de 2009. Hoje, é uma fonte de informações e busca constante pelas respostas às tantas questões que a China propõe ao estrangeiro que vive dentro das suas fronteiras. Este é seu relato.

A China é um país riquíssimo em cultura, coisas lindas, arquitetura maravilhosa e… Um monte de hábitos estranhos para nós, ocidentais. Mas com o passar do tempo, você vai se adaptando aqui e ali, e quando percebe, incorporou alguns desses hábitos na sua vida.

Outra coisa que acontece muito frequentemente é você desenvolver um lado seu que simplesmente não sabia que existia. Aqui as surpresas são diárias, todo dia é “um flash” – parodiando uma antiga expressão. Rotina é algo meio subjetivo e aprender a lidar com as “adversidades” de se viver num país com cultura tão diferente da nossa é uma escola e tanto.

No final, colocando na balança os prós ainda são maiores que os contras para mim. E sempre digo às pessoas que me procuram, dizendo que querem vir para a China: venha de mente e coração abertos. Senão, você não vai conseguir sobreviver por aqui.

1. Beber água quente

Durante minha primeira estada na China, em 2005, entrei num salão para fazer a unha e a chinesa me trouxe um copo de água quente. Tomei o maior susto quando coloquei na boca, aquilo não era chá. Era água! Mas… passados quase 10 anos, aqui estou eu com meu copinho de água quente várias vezes ao dia. E quando vou ao Brasil, quase enlouqueço porque não sai água quente do bebedouro.

2. Tirar os sapatos antes de entrar em casa

Na realidade, na minha casa não tiro na porta e nem peço para ninguém tirar. Mas a maioria das pessoas que conheço adquiriu esse hábito ao mudar para a China. Apesar de ainda achar estranho quando vamos a uma festa, por exemplo, já que 50% da minha produção é baseada no sapato que escolho. No começo ficava inconformada. Agora já encaro na boa. E a dica é: no inverno, cuidado com as meias que usa.

3. Usar os superlativos é uma necessidade

Na China nada é grande, tudo é imenso. Uma ponte não é uma ponte somente: é uma construção que supera em distância e altura as demais do mundo e da própria China. Os eventos não são bem produzidos: são mega-eventos. Os shoppings não são enormes: são gigantescos. E assim vai… Então, ou você aprende a usar os superlativos, inclusive em inglês e mandarim, ou jamais conseguirá descrever tudo que viu pelas terras de Mao.

4. Fazer fotos com o ‘V’ de vitória 

Na realidade, não sei ao certo se eles usam esse gesto com esse significado, mas não há chinês que não tire uma foto sem dar aquele sorriso de orelha a orelha e levantar as duas mãos com os dedos em ‘V’. E aí, você tanto vê que acaba incorporando os hábitos. Fazer o quê?

5. Comprar no TAOBAO

Eu sempre fui avessa a compras online. O máximo que me arriscava era um livro ou CD. Mas aqui tem o Taobao. Aí, todos os seus conceitos sobre compras online mudam. Principalmente porque ninguém está vendo que não tem olhos puxados, e não inflacionam o preço. E tenho que reconhecer que, se há algo que funciona perfeitamente na China, isso se chama Taobao. E aí você pode comprar tudo o que você imaginar. Brinco que, se quiser, dá para comprar até uma mãe nova. Hoje compro quase tudo online. E, como os chineses, se estou na rua e vejo algo que gosto, fotografo, chego em casa e vou vasculhar o site até encontrar. *

6. Ter (muito) dinheiro na carteira

Até que atualmente está mais simples pagar suas compras com cartão de débito, mas, de maneira geral, é necessário ter sempre dinheiro vivo na carteira. Muitos locais ainda não aceitam os cartões e fica impossível comprar. Especialmente em locais fora da “bolha” que é Shanghai.

7. Olhar para todos os lados ao atravessar a rua

Sim, mesmo numa rua de mão única é necessário olhar para frente, para trás, direita e esquerda, e mesmo assim a possibilidade de ser atropelado por uma bicicleta ou por uma scooter elétrica é imensamente maior que sua atenção. Na realidade, eu recomendo que essa precaução seja tomada assim que se abre a porta para sair de dentro de casa ou de uma loja. Aqui, a calçada não é um lugar de pedestres somente. E faixa de segurança é algo como decoração no asfalto. Fica a dica.

8. Usar botas UGG

Sempre achei essas botas o cúmulo da falta de estilo. Eu (e minhas dezenas de sapatos de salto, incluindo o chinelo de praia) não conseguia sequer imaginar usando aquele negócio que parece mais uma pata de elefante. Pois é… Sabe o frio? Então, não existe coisa mais gostosa para se usar no dia a dia do que as UGGs horrorosas (meu padrão estético não mudou. Só a minha capacidade de adaptação ao conforto da vida real).

9. Um pouco de ‘má educação’ é questão de sobrevivência

Sempre digo que uma das coisas que aprendemos na China é a ser mal-educado. Isso porque se a gente for muito educado, muito cheio de “por favor, me faz isso”, “por favor, poderia me dar uma informação”, você simplesmente é ignorado. Daí o que nos resta é respirar fundo e bater a mão na mesa dizendo “Eu QUERO isso AGORA ou vou chamar seu chefe”. Pronto… Parece mágica, tudo acontece num piscar de olhos. Sinceramente, não tenho muito orgulho disso, nem acho engraçado. Mas é a realidade.

10. Conceito de multidão

Isso é algo básico por aqui. Nada é vazio, dificilmente a gente se vê sozinho numa rua, num shopping. Sempre é gente por todos os lados. E quando é feriado e final de semana então? Andar pelas ruas é praticamente impossível. Aquela sensação de que se você levantar o pé vai continuar andando do mesmo jeito.

11. Aperfeiçoando a paciência

Olha, ou você desenvolve o seu lado zen aqui, ou terá um infarto por dia. A lógica deles não tem a mínima lógica para nós. O sim pode ser não e quando se ouve “I’ll try to do my best” (eu vou tentar fazer o meu melhor), esquece, porque não vai sair nada. Se disserem que vão pensar, também significa um não bem redondo. E a noção de tempo, de urgência então? Ou você respira fundo, conta até 10 (em mandarim de preferência, para demorar mais e ir treinando seu vocabulário), e começa a repetir tudo de novo, ou você desiste de vez. A segunda opção é muito usada pelos estrangeiros de modo geral.

12.   Nunca diga nunca

Essa foi à lição mais redundante que aprendi aqui. Já fiz tantas coisas que jurava que nunca faria que, sinceramente, risquei essa palavra do meu vocabulário. Começando por tópicos que escrevi (o da água quente e as botas UGG), até experimentar o terrível “Baijiu”** (bebida tradicional chinesa). E, depois de tantos anos, ainda me vejo quebrando meus paradigmas.

 

 

Adendos ao texto original – 

Taobao – Taobao é uma dessas lojas que fazem a gente ficar horas procurando por produtos, e não é a toa que eles são o nono site mais visitado do mundo, logo atrás do Twitter. Ele é quase o mesmo site que o Alibabá, na realidade os dois pertencem ao mesmo grupo, mas o TAOBAO só vende dentro da China e com preços chineses. Existem alguns agentes internacionais que fazem a compra por você e depois enviam a mercadoria ao Brasil. Eles geralmente cobram 10% do valor da compra, e além disso, há o frete que não está incluso, além do IOF em seu cartão de crédito.

** Baijiu é traduzido como “vinho branco chinês”, mas na verdade é um forte destilado feito a partir de arroz e outros cereais. A concentração de álcool pode chegar a mais de 60%! Em almoços e jantares de negócio na China, lá está ele: o líquido transparente dentro de uma garrafa que parece inocente é servido em copinhos, como os de licor. Não há comemoração de negócios sem baijiu. E não esvaziar o copo berrando “ganbei” (“esvazie o copo” ou o equivalente ao nosso “saúde”) é falta de respeito. Coisa séria.

Baijiu
Baijiu

 

 

 

 

Fonte:

nomadesdigitais.com

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Provérbios chineses

A China, rodeada por desertos, montanhas e mares, ficou isolada do resto do mundo durante milhares de anos. Por volta de 1.650 a.C., uma grande parte da China era governada por uma dinastia, os Chang (ou Shang). Construíram palácios, túmulos reais e oficinas para fabricar armas e belos objetos de bronze.

A escrita começou por volta de 1.400 a.C.. Para prever o futuro, os sacerdotes gravavam perguntas em ossos-oráculos. Esses eram aquecidos até rachar, então os sacerdotes “liam” os desenhos feitos pelas rachaduras.

Por volta de 1.000 a.C., os reis Chang foram derrotados pelos Zhou. Os novos reis (+ou- 1.100-221 a.C.) permitiam que as famílias nobres pudessem ter suas próprias terras em troca de lealdade e auxílio em caso de guerra. Mas os nobres ficaram mais poderosos que os reis e criaram os seus próprios reinos, passando a lutar entre si constantemente.

Os primeiros pensadores chineses reagiram a essa situação criando novas maneiras de pensar sobre o mundo.

Kung Fu-Tzu, ou Confúcio (551-479 a.C.) era um deles e tentou restaurar os velhos costumes e cerimônias. Seus alunos anotavam seus ensinamentos, que depois se tornaram a religião oficial do governo chinês. Existiram outros pensadores, como Láo-Tsé (+ou- 604-531 a.C.), fundador da religião Taoísta.

Por volta de 221 a.C., o reino de Quin, no noroeste da China, conseguiu unir o território criando um grande império. O rei de Quin intitulava-se Quin Shhuandi, que significa “Primeiro Imperador da China”. Quin Shhuandi mandou construir uma enorme muralha para proteger o seu império de ataques das tribos do norte. A Grande Muralha foi construída unindo várias pequenas muralhas deixadas por reis anteriores. Ainda hoje é a maior estrutura construída pelo ser humano em todo o mundo.

Quin Shhuandi morreu em 210 a.C. e foi enterrado em um enorme túmulo, com um exército de mais de 7.500 soldados feitos em terracota e em tamanho real.

Os chineses foram os primeiros a fazer papel, e inventaram muitas outras coisas que ainda usamos hoje, como a pólvora, o carrinho de mão, o guarda-chuva, o garfo, a tecelagem da seda e a bicicleta.

Mas talvez sua maior contribuição sejam mesmo as ideias de seus filósofos, tão atuais como nunca:

O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros. (Confúcio)

Escolha um trabalho que ama e não terá que trabalhar um único dia em sua vida. (Confúcio)

Quem conhece os outros é sábio; quem conhece a si mesmo é iluminado.  (Lao-Tsé )

A alma não tem segredo que o comportamento não revele.  (Lao-Tsé )


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A Cidade Proibida

Sempre achei que a Cidade Proibida fosse mais antiga…

Zǐjìnchéng: literalmente, Cidade Proibida Púrpura, foi o palácio imperial da China desde a metade da Dinastia Ming até o fim da Dinastia Qing. A Cidade Proibida localiza-se na zona central de Pequim (Beijing, em Mandarim), China.

Atualmente, todo o complexo palaciano é mais conhecido como Palace Museum, e cobre uma área de 720.000 m2 – que equivale a um quadrilátero de 9 por 8 quarteirões – com 980  edifícios  sobreviventes, e pouco mais de 8.700 aposentos. Sua entrada principal se dá  pela Cidade Imperial, a partir da  maior praça do mundo – praça da Paz Celestial – que mede em torno de 260.000 m2.

A Cidade Proibida  é cercada por uma muralha de 7,9m de altura e, ao sul, tem  5 passagens  constituindo a entrada principal  –  Meridian Gate  –  dentro da Cidade Imperial. A abertura central faz parte da Via Imperial –  caminho de pedra no sentido sul-norte,  onde só o Imperador podia passar, com exceção da Imperatriz por ocasião de seu casamento. Quem quer que ousasse atravessar seus portões sem a devida autorização, estava sujeito a uma execução sumária e dolorosa. Já fazia parte da tradição chinesa que as portas de todas as galerias e do jardim imperial fossem decoradas com nove fileiras de nove cravos.

O início da construção da Cidade Proibida se deu em 1.407, mas já em 1.420 estava completa. 1.000.000 de operários, incluindo 100.000 artesãos, trabalharam arduamente na longa tarefa. Durante mais de cinco séculos ela serviu como residência do Imperador e o centro cerimonial e político do governo, sede do império mais populoso da Terra, e continua sendo o maior palácio do planeta.

No slideshow abaixo, é possível ver mais detalhes dessa fabulosa construção:

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Humor

Argentina declara guerra à China!!!

Após uma consulta popular feita na Plaza de Mayo, a Argentina enviou uma mensagem à República Popular da China:
“Chinos de mierda, maricones: les declaramos guerra. Tenemos 105 tanques, 47 aviones, 4 barcos que navegan y 5.221 soldados”.


O Estado chinês respondeu: “Aceitamos a declaração de guerra… Temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios e 1.000.000.000 de soldados.”

Ao que respondem os argentinos: “Retiramos la declaración de guerra…. No tenemos como alojar tantos prisioneros.”

(enviado por Luciana Coutinho)

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Só na 25 de Março…

Essa é de doer: “SONY” virou… “SQMY”???

Já pensou você pedir um Wii e sua tia voltar com um Wü?

Eu não faria a barba com uma lâmina Gillehe…

Boné Abibas? Sem comentários…

Não satisfeito em trocar as letras, transformando “Levi’s” em “Live’s” o maluco ainda teve as manhas de espelhar o logotipo!

É muita cara-de-pau… O pirata manteve o slogan, só trocou as letras do logotipo!

Aqui uma simples troca de letras e está feita a mágica. “Puma” virou “Pamu”.

Quem seria o Robert??

Mesma pergunta: quem são os Spidar Men?