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Westworld e os parques temáticos mais incomuns!

Existe uma nova série da HBO que está começando a chamar a atenção de todo mundo. Não apenas pela aposta da emissora em elegê-la como a nova “Game of Thrones”, seja em termos de repercussão quanto de faturamento – e, por isso, só na primeira temporada, teriam investido mais de US$ 100 milhões! Mas também porque o assunto “parque temático” vem despertando a imaginação das pessoas.

Para quem não sabe do que estou falando, farei um breve resumo dessa nova série, chamada Westworld.

O enredo de Westworld fala de um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides programados pelo personagem de Anthony Hopkins (sim, ele mesmo, em sua estreia num seriado para a TV!) para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real.

Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O seriado é uma “releitura”, digamos assim, de um antigo sucesso do cinema de mesmo nome. Escrito e dirigido em 1973 por Michael Crichton (de Jurassic Park), mostrava um parque temático que simulava o Velho Oeste e onde os habitantes eram robôs. Nesse Westworld, a graça era duelar contra robôs. Yul Brynner fazia o papel de um desses robôs, o vilão principal, programado para perder sempre… Só que um dia, ele sofre um “tilt” e…

Devemos os parques temáticos como conhecemos a Walt Disney. Foi ele que, um dia, enquanto aguardava as filhas pequenas se divertirem no carrossel de um parque de diversões, se perguntou se um lugar desses não deveria privilegiar todas as idades. Dessa ideia surgiu, em 1955, a “Disneylândia”, considerado o pioneiro em alinhar temas específicos à diversão de todos, de crianças dos “8 ao 80 anos”.

O tempo passou e, como toda grande ideia, parques temáticos proliferaram por todas as partes do mundo. E não apenas para crianças. Assim como no Westworld da ficção, existem parques voltados para o público adulto – ou recomendados aos adultos – espalhados por aí. Ousados, bizarros, parece até que existe um mundo paralelo dos parques temáticos! Confira:

Jeju Loveland: um parque erótico

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Na real, ele é um parque de exposição permanente de esculturas eróticas localizado na Coreia do Sul. São 140 esculturas e algumas instalações interativas. Agora você se pergunta: como a ideia desse parque surgiu? As esculturas do parque começaram a ser criadas em 2002 por formandos de uma universidade da ilha de Jeju, inspirados pela fama da ilha. Que ganhou a vocação de centro de cultura sexual depois da guerra da Coreia, quando o local tornou-se destino preferencial para casais em lua-de-mel. Os casamentos de então eram arranjados e os casais sentiam-se constrangidos, pois não se conheciam ou tinham qualquer intimidade anterior. Por causa desse desconforto, alguns hotéis da ilha adotaram profissionais “quebradores de gelo”, facilitadores “pedagógicos” da relação conjugal. E a Loveland ganhou esse nome pois, aos poucos, tornou-se uma referência de educação sexual.

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O parque tem estátuas de tudo quanto é tipo. Posições sexuais das mais diversas e membros de todos os tamanhos e formatos. O mais próximo de uma atração que o visitante irá encontrar são as exposições interativas, como a do “ciclo da masturbação”. Não há outros brinquedos, shows ou paradas para curtir, como na Disney, o que torna a visita ao local relativamente rápida – cerca de 40 minutos, de acordo com o site oficial. Pelo menos a entrada é baratinha (em torno de 27 reais). Somente pessoas acima de 18 anos podem entrar no parque; há recreação e um playground para crianças aguardarem do lado de fora.

The World Butterfly Eco Garden

É até complicado falar sobre esse lugar, por ser controverso. Dividido em duas seções, The World Butterfly Eco Garden na China apresenta o maior jardim de borboletas do mundo. A outra seção, conhecida informalmente como o “Reino das Pessoas Pequenas”, é uma área do parque onde acontecem performances cômicas estreladas por… Pessoas com nanismo! Mais de 100 anões podem ser vistos nos cenários de casas em forma de cogumelo.

Essa comunidade, “supervisionada” por um imperador, imperatriz e um parlamento, foi criada em 2009, e todos os moradores se apresentam duas vezes ao dia cantando, dançando, ou mesmo realizando algum esporte ou acrobacia. O criador do parque e seus defensores afirmam que dão emprego – com bom salário – a pessoas que, de outra forma, seriam incapazes de encontrar trabalho. Quem critica acredita que estão tratando o nanismo como uma atração exótica e explorando as condições dos trabalhadores.

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The Holy Land Experience

Quando voltar a Orlando, em vez de visitar o Mickey ou o Harry Potter, passe uma tarde bíblica… Que tal? (aliás, não precisa ir tão longe para fazer isso… Em Buenos Aires há um parque temático similar…). Estou falando do The Holy Land Experience, que traz a arquitetura e temas da antiga cidade de Jerusalém no primeiro século. Quem visitou disse que é muito louco você poder tirar fotos de Jesus andando sobre a água ou escalar uma parede que é a arca de Noé…

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O parque recria todos os cenários da vida de Jesus conforme relatado na Bíblia. Há a tumba onde ele morreu, o Mar da Galileia com fontes dançantes e, claro, o momento mais aguardado da visita: a reconstituição diária da crucificação de Jesus Cristo, um show ao vivo de uma hora e meia de duração. Pertinho do complexo Walt Disney World Resort, o parque temático fica aberto quase todos os dias do ano e sua entrada custa quase a metade do vizinho.

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BonBon Land

Inaugurado em 1992, o BonBon Land é a versão trash da Disney. A cerca de duas horas de Copenhagen, na Dinamarca, sua temática gira em torno de personagens de desenhos animados. O que ocorre é que eles não são nada fofinhos e educados. Ao contrário, são estranhos e perturbadores, tudo por conta da inspiração em BonBon, empresa de doces na Dinamarca que faz doces com base em personagens estranhos.

Para dar uma ideia, seu doce mais popular é chamado de “Dog Fart”, ou “Peido de Cachorro”, e ele está presente no parque, adaptado em uma das quatro montanhas-russas. Mas a coisa não para por aí… Outras atrações trazem cavalos fazendo cocô, formigas urinando, ratos vomitando e muitos animais estilizados de maneira sexualizada.

É um parque temático completo com mais de trinta brinquedos, incluindo passeios de barco, splashs e elevadores de queda. É um sucesso de público e já foi expandido diversas vezes ao longo de sua história para ter mais novidades. Um dia no BonBon Land custa 75 reais por pessoa – e é gratuito para crianças pequenas.

 

Você vê, neste nosso mundo, há gosto para tudo, não é mesmo?

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

 

ligadoem serie.com.br

zupi.com.br

listas20.com

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PRODUTOS COM NOMES MAIS BIZARROS

A marca é o principal elo entre o negócio e o cliente, pois é através dela que ele identifica o negócio e o diferencia dos demais. Com o passar do tempo, a marca passa a ser o referencial  daquele produto ou serviço.

Mesmo sabendo disso,  algumas empresas fazem referência a guerras, sexo e outras ideias… Digamos… Inusitadas ao escolher o nome de seu produto. Ou se perdem na tradução para outros idiomas.

Quer ver alguns exemplos?

Ungh!… Vá embora!

“Be gone”, em inglês, significa “vá embora”. Um nome bastante sugestivo para o… para a… Bem, você entendeu, concorda?

Tão gay…

Basta separar o nome da água Sogay para ter “tão gay” em inglês.

Tocando o Terror

Produtos de limpeza costumam lembrar flores, natureza, bons odores… A linha Terror optou por outro caminho. Para mostrar que é o terror da sujeira, talvez?

Uma vomitadinha, apenas

A tradução de “Only” é “apenas”. A de “Puke”, “vômito”. Certamente não é um nome agradável para um salgadinho… Esse é chinês, muito vendido em Xangai, e seus fabricantes o batizaram, em chinês, de “Salgadinhos de Feijão Crocante”. Mas, na sua versão em inglês, “Only Pukeet” ficou prejudicado, uma vez que fica difícil de ler as duas últimas letras de “Pukeet” por causa das cores da embalagem. De todo modo, mesmo que isso fosse resolvido, os ocidentais não devem encontrá-lo tão cedo nos supermercados daqui, já que o sabor de torresmo vencido com um toque de canela não é muito atrativo para os consumidores deste lado do mundo…

Mas que m…

O Shitto também tem uma marca que dificilmente estimularia o apetite do consumidor daqui, embora esse molho de pimenta extraforte seja muito popular em Gana.

Uma explosão!

Os suplementos Semtex incomodaram muitas entidades no Reino Unido. Semtex também é o nome de uma granada muito letal que contém C4, um explosivo plástico que gruda em qualquer superfície.

Ahhh! Que bela mij…

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“Pis”, em inglês, é urinar. “Cool” significa “legal”. Uma marca pouco sutil para uma bebida,  eh eh eh… Mas a marca Coolpis é de uma enorme corporação sul-coreana,  e a Coolpis tem uma série de sabores – incluindo uma bebida de kimchi, condimento típico da culinária coreana.Trata-se de uma preparação com base na acelga em que se colocam os vegetais em salmoura durante várias horas e, a seguir, os envolvem com uma pasta feita com farinha de arroz, açúcar e vários temperos. Essa preparação pode ser consumida de imediato, mas normalmente ficam fermentando para servir de condimento a outros pratos… Aí, já não sei o que é pior, se a marca Coolpis ou a bebida de kimchi…

As bolas do camelo. Oi?

Poderia ser o chiclete “Corcovas de Camelo”, mas eles preferiram “Bolas” mesmo, nesse chicle de bola do grupo espanhol Fini. O que acho mais divertido é que, em algum lugar da Espanha, eles devem ter feito um longo “brainstorming” para criar isso…

Argh!

Existe, e é uma marca japonesa de biscoitos. Não é a melhor opção para um produto alimentício…

Leite de morcega

A Batavo criou o iogurte da Batwoman, só pode ter sido essa a ideia… Mas depois de receber milhares de reclamações, a empresa mudou o nome do produto, e este saiu de circulação…

Tem gosto da Vovó

Uma geleia caseira com um nome bem estranho, essa “Tastes Like Grandma” (gostinho da vovó?), fabricado por um casal em Stuarts Draft, região do estado norte-americano de Virgínia…

João Andante

A cachaça mineira “João Andante” foi alvo de um processo da Diageo, que é dona da marca Johnnie Walker, com a acusação de plágio. Recentemente, a marca de Minas Gerais perdeu o processo e passou a se chamar “O Andante”…

Miojo pra Piranha?

Ainda não provei…

Creme de Sêmen???

Claro que não! Esse creme condimentado de alho, tomate, pimenta, cumin etc,  vendido nos supermercados da Turquia, é o caso típico do significado da palavra se perder em outro idioma. Por alguma razão, misturaram a palavra turca “çemen”, que é desse condimento, com outras palavras em inglês e resultou nesse “cemen dip”, cuja tradução pode ser outra coisa para as mentes mais poluídas…

Se você gosta de crianças, vai adorar!

Quer carne de criança picadinha? Pois é… De novo, os chineses se perderam na tradução. A tradução literal de  儿童营养肉松  é carne de porco desfiada e nutritiva para as crianças. 儿童 significa crianças. 肉松 significa carne de porco desfiada. É uma comida para bebês ou crianças pequenas… Mas você pode provar, também. Já imaginou pedir na lanchonete: “Ei! Ponha um pouco de carne de criança picadinha no meu sanduba!”

 

Ah, este nosso mundo louco…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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12 hábitos dos chineses que mudaram minha vida

Christine Marote, depois de 4 anos na “ponte-área” São Paulo – China (Chang Chun, Jilin Province), mudou-se definitivamente para Shanghai em janeiro de 2009. Hoje, é uma fonte de informações e busca constante pelas respostas às tantas questões que a China propõe ao estrangeiro que vive dentro das suas fronteiras. Este é seu relato.

A China é um país riquíssimo em cultura, coisas lindas, arquitetura maravilhosa e… Um monte de hábitos estranhos para nós, ocidentais. Mas com o passar do tempo, você vai se adaptando aqui e ali, e quando percebe, incorporou alguns desses hábitos na sua vida.

Outra coisa que acontece muito frequentemente é você desenvolver um lado seu que simplesmente não sabia que existia. Aqui as surpresas são diárias, todo dia é “um flash” – parodiando uma antiga expressão. Rotina é algo meio subjetivo e aprender a lidar com as “adversidades” de se viver num país com cultura tão diferente da nossa é uma escola e tanto.

No final, colocando na balança os prós ainda são maiores que os contras para mim. E sempre digo às pessoas que me procuram, dizendo que querem vir para a China: venha de mente e coração abertos. Senão, você não vai conseguir sobreviver por aqui.

1. Beber água quente

Durante minha primeira estada na China, em 2005, entrei num salão para fazer a unha e a chinesa me trouxe um copo de água quente. Tomei o maior susto quando coloquei na boca, aquilo não era chá. Era água! Mas… passados quase 10 anos, aqui estou eu com meu copinho de água quente várias vezes ao dia. E quando vou ao Brasil, quase enlouqueço porque não sai água quente do bebedouro.

2. Tirar os sapatos antes de entrar em casa

Na realidade, na minha casa não tiro na porta e nem peço para ninguém tirar. Mas a maioria das pessoas que conheço adquiriu esse hábito ao mudar para a China. Apesar de ainda achar estranho quando vamos a uma festa, por exemplo, já que 50% da minha produção é baseada no sapato que escolho. No começo ficava inconformada. Agora já encaro na boa. E a dica é: no inverno, cuidado com as meias que usa.

3. Usar os superlativos é uma necessidade

Na China nada é grande, tudo é imenso. Uma ponte não é uma ponte somente: é uma construção que supera em distância e altura as demais do mundo e da própria China. Os eventos não são bem produzidos: são mega-eventos. Os shoppings não são enormes: são gigantescos. E assim vai… Então, ou você aprende a usar os superlativos, inclusive em inglês e mandarim, ou jamais conseguirá descrever tudo que viu pelas terras de Mao.

4. Fazer fotos com o ‘V’ de vitória 

Na realidade, não sei ao certo se eles usam esse gesto com esse significado, mas não há chinês que não tire uma foto sem dar aquele sorriso de orelha a orelha e levantar as duas mãos com os dedos em ‘V’. E aí, você tanto vê que acaba incorporando os hábitos. Fazer o quê?

5. Comprar no TAOBAO

Eu sempre fui avessa a compras online. O máximo que me arriscava era um livro ou CD. Mas aqui tem o Taobao. Aí, todos os seus conceitos sobre compras online mudam. Principalmente porque ninguém está vendo que não tem olhos puxados, e não inflacionam o preço. E tenho que reconhecer que, se há algo que funciona perfeitamente na China, isso se chama Taobao. E aí você pode comprar tudo o que você imaginar. Brinco que, se quiser, dá para comprar até uma mãe nova. Hoje compro quase tudo online. E, como os chineses, se estou na rua e vejo algo que gosto, fotografo, chego em casa e vou vasculhar o site até encontrar. *

6. Ter (muito) dinheiro na carteira

Até que atualmente está mais simples pagar suas compras com cartão de débito, mas, de maneira geral, é necessário ter sempre dinheiro vivo na carteira. Muitos locais ainda não aceitam os cartões e fica impossível comprar. Especialmente em locais fora da “bolha” que é Shanghai.

7. Olhar para todos os lados ao atravessar a rua

Sim, mesmo numa rua de mão única é necessário olhar para frente, para trás, direita e esquerda, e mesmo assim a possibilidade de ser atropelado por uma bicicleta ou por uma scooter elétrica é imensamente maior que sua atenção. Na realidade, eu recomendo que essa precaução seja tomada assim que se abre a porta para sair de dentro de casa ou de uma loja. Aqui, a calçada não é um lugar de pedestres somente. E faixa de segurança é algo como decoração no asfalto. Fica a dica.

8. Usar botas UGG

Sempre achei essas botas o cúmulo da falta de estilo. Eu (e minhas dezenas de sapatos de salto, incluindo o chinelo de praia) não conseguia sequer imaginar usando aquele negócio que parece mais uma pata de elefante. Pois é… Sabe o frio? Então, não existe coisa mais gostosa para se usar no dia a dia do que as UGGs horrorosas (meu padrão estético não mudou. Só a minha capacidade de adaptação ao conforto da vida real).

9. Um pouco de ‘má educação’ é questão de sobrevivência

Sempre digo que uma das coisas que aprendemos na China é a ser mal-educado. Isso porque se a gente for muito educado, muito cheio de “por favor, me faz isso”, “por favor, poderia me dar uma informação”, você simplesmente é ignorado. Daí o que nos resta é respirar fundo e bater a mão na mesa dizendo “Eu QUERO isso AGORA ou vou chamar seu chefe”. Pronto… Parece mágica, tudo acontece num piscar de olhos. Sinceramente, não tenho muito orgulho disso, nem acho engraçado. Mas é a realidade.

10. Conceito de multidão

Isso é algo básico por aqui. Nada é vazio, dificilmente a gente se vê sozinho numa rua, num shopping. Sempre é gente por todos os lados. E quando é feriado e final de semana então? Andar pelas ruas é praticamente impossível. Aquela sensação de que se você levantar o pé vai continuar andando do mesmo jeito.

11. Aperfeiçoando a paciência

Olha, ou você desenvolve o seu lado zen aqui, ou terá um infarto por dia. A lógica deles não tem a mínima lógica para nós. O sim pode ser não e quando se ouve “I’ll try to do my best” (eu vou tentar fazer o meu melhor), esquece, porque não vai sair nada. Se disserem que vão pensar, também significa um não bem redondo. E a noção de tempo, de urgência então? Ou você respira fundo, conta até 10 (em mandarim de preferência, para demorar mais e ir treinando seu vocabulário), e começa a repetir tudo de novo, ou você desiste de vez. A segunda opção é muito usada pelos estrangeiros de modo geral.

12.   Nunca diga nunca

Essa foi à lição mais redundante que aprendi aqui. Já fiz tantas coisas que jurava que nunca faria que, sinceramente, risquei essa palavra do meu vocabulário. Começando por tópicos que escrevi (o da água quente e as botas UGG), até experimentar o terrível “Baijiu”** (bebida tradicional chinesa). E, depois de tantos anos, ainda me vejo quebrando meus paradigmas.

 

 

Adendos ao texto original – 

Taobao – Taobao é uma dessas lojas que fazem a gente ficar horas procurando por produtos, e não é a toa que eles são o nono site mais visitado do mundo, logo atrás do Twitter. Ele é quase o mesmo site que o Alibabá, na realidade os dois pertencem ao mesmo grupo, mas o TAOBAO só vende dentro da China e com preços chineses. Existem alguns agentes internacionais que fazem a compra por você e depois enviam a mercadoria ao Brasil. Eles geralmente cobram 10% do valor da compra, e além disso, há o frete que não está incluso, além do IOF em seu cartão de crédito.

** Baijiu é traduzido como “vinho branco chinês”, mas na verdade é um forte destilado feito a partir de arroz e outros cereais. A concentração de álcool pode chegar a mais de 60%! Em almoços e jantares de negócio na China, lá está ele: o líquido transparente dentro de uma garrafa que parece inocente é servido em copinhos, como os de licor. Não há comemoração de negócios sem baijiu. E não esvaziar o copo berrando “ganbei” (“esvazie o copo” ou o equivalente ao nosso “saúde”) é falta de respeito. Coisa séria.

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Baijiu

 

 

 

 

Fonte:

nomadesdigitais.com

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King Kong real não conseguiu adaptar-se e extinguiu-se há 100 mil anos

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Há cerca de um milhão de anos, nas florestas da China e da Tailândia, vivia um símio tão grande — talvez o maior que alguma vez existiu na Terra — que terá atingido entre 1,8 e três metros de altura e pesado 200 a 500 quilos. É difícil não pensarmos logo no famoso King Kong dos filmes que, no topo do Empire State Building, levantava no ar a garota que lhe cabia na mão, ainda que o tamanho do símio real não fosse tão descomunal. O Gigantopithecus blacki, que só existiu no Sudoeste asiático, desapareceu há 100 mil anos. Para trás, deixou-nos alguns fósseis — poucos —, que uma equipe de cientistas usou agora para tentar inferir a sua dieta e se a extinção se terá devido a uma incapacidade de adaptação às mudanças ambientais. Sim, deveu-se, concluíram num artigo na revista Quaternary International.

A descoberta dos primeiros fósseis do Gigantopithecus remonta a 1935 e é da autoria de Gustav Heinrich Ralph von Koenigswald, paleoantropólogo nascido na Alemanha e que, no final da década de 1930, se tornou cidadão holandês. O investigador tinha-se deparado com os fósseis deste King Kong real em Hong Kong e noutras cidades da China, em drogarias. À venda como “ossos de dragão”, esses ossos e dentes, uma vez reduzidos a pó, são considerados pela medicina tradicional chinesa como tendo poderes curativos. Actualmente, o material recolhido por G. H. R. von Koenigswald faz parte da coleção paleoantropológica do Instituto Senckenberg de Investigação em Frankfurt, na Alemanha.

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Mesmo hoje, 80 anos depois da descoberta dos primeiros vestígios deste King Kong pré-histórico, tudo o que se conhece dele limita-se a uns dentes isolados e alguns ossos da mandíbula. Ainda assim, utilizando o tamanho da coroa dos molares — que têm cerca de 2,5 centímetros de diâmetro —, os cientistas atreveram-se a estimar o tamanho do animal.

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Mas durante todas estas décadas, o que comiam estes símios gigantes tem sido alvo de grande debate, com uma série de hipóteses em confronto: alguns cientistas defendiam que a dieta era vegetariana, outros que só comiam exclusivamente bambus, e havia ainda quem considerasse que era carnívoro.

“Tem sido sugerido um largo espectro de dietas para o Gigantopithecus, indo desde carne ou ervas na savana até a uma dieta vegetariana dominada por frutos ou bambus. Para determinar qual era o seu habitat e compreender por que se extinguiu, tentamos avaliar o seu nicho alimentar”, lê -se no artigo da Quaternary International. “Alguns estudos consideraram que o bambu era a componente principal da sua dieta, uma visão que se disseminou na literatura popular. Porém, investigações mais recentes dos padrões microscópicos de desgaste dos dentes puseram em dúvida que o bambu dominava a dieta e concluíram que o Gigantopithecus tinha uma dieta vegetariana genérica, dominada por frutos, semelhante à dos chimpanzés”, acrescenta o artigo.

Para o novo estudo, os cientistas analisaram os dentes guardados na coleção do Instituto Senckenberg de Frankfurt, recolhidos por G. H. R. von Koenigswald na China, bem como dentes encontrados na Tailândia, em expedições franco-tailandesas desde 1985. Além disso, fizeram comparações com a composição de ossos de mamíferos carnívoros e herbívoros tanto atuais como extintos do Sudeste asiático. O que analisaram na composição dos ossos e do esmalte dos dentes foram alguns isótopos (formas) estáveis de carbono, que variam conforme a dieta do animal a que pertenceram e, assim, revelam os seus hábitos alimentares.

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Molar da coleção em Frankfurt.

“Os nossos resultados indicam que estes grandes primatas viviam apenas na floresta e obtinham a sua comida neste habitat. O Gigantopithecus era exclusivamente vegetariano, mas não era especializado em [comer] bambu”, refere Hervé Bocherens, do Centro Senckenberg para a Evolução Humana e Paleoambiente, citado num comunicado de imprensa.

“No Sudeste da China, o Gigantopithecus vivia num ambiente florestal, tal como a fauna  contemporânea, enquanto na Tailândia ocupava só a parte florestal de uma paisagem em mosaico que incluía partes significativas de savana”, especifica o artigo. “A composição isotópica do carbono do Gigantopithecus era muito diferente da dos taxa [grupos de classificação] de omnívoros e carnívoros e, embora semelhante à dos orangotangos, era distinta da dos pandas-gigantes, que se especializaram em bambus. Por isso, mesmo quando a paisagem era savana, o Gigantopithecus procurava alimentos só na floresta.”

Olhando para os orangotangos

E é precisamente nessa restrição a um único tipo de ambiente que residirá parte das razões para a extinção do maior símio da Terra. “O grande tamanho do Gigantopithecus, combinado com um nicho alimentar relativamente restrito, poderá explicar o seu desaparecimento durante a redução drástica das florestas que caracterizou os períodos glaciares no Sudeste asiático”, conclui o artigo.

Mas outros parentes do Gigantopithecus, como os orangotangos, não tiveram o mesmo destino, apesar de também viverem num tipo de habitat específico. Hoje são encontrados nas florestas tropicais de Bornéu e de Sumatra. Sobreviveram graças a um metabolismo lento, por isso conseguem viver com pouca comida, enquanto o seu parente extinto precisaria de grande quantidade de alimentos. “Provavelmente, o Gigantopithecus não tinha a mesma flexibilidade ecológica e capacidade fisiológica para resistir ao stress e à falta de comida, o que terá levado à sua extinção”, remata o artigo.

Uma vez que os fósseis são poucos, resta muito espaço à ficção e ao cinema para imaginar um primata desses. “[Os fósseis] são claramente insuficientes para dizer se o animal era bípede ou quadrúpede ou até imaginar as suas proporções”, admitiu Hervé Bocherens à agência de notícias AFP. “Alguns apresentam-no como um orangotango superdimensionado, que é a opção escolhida para o rei Louie [o rei dos macacos que rapta Mogli, o menino-lobo, no Livro da Selva, de Rudyard Kipling] num filme [uma nova adaptação da Disney] que vai estrear em março.”

Veja o trailer dessa nova adaptação da Disney:

 

 

por Teresa Firmino, Público Comunicação Social
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Os 10 exércitos mais poderosos do mundo

Rankings de poderio bélico são polêmicos, mas, em qualquer lista desse tipo, quem aparece no topo é o exército dos Estados Unidos (só para simplificar, “exército”é usado como sinônimo de Forças Armadas, incluindo aí Exército, Marinha e Aeronáutica). Além de armas arrasadoras, os americanos têm um efetivo de 1,4 milhão de soldados (só perdem para os chineses nesse quesito) e torram uma fortuna com os militares: por ano, são 329 bilhões de dólares, o que dá 1 138 dólares por habitante, um dos maiores gastos do mundo.

Usando dados do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), a mais conceituada organização independente que monitora a situação dos exércitos de todo o mundo, foi possível listar os outros exércitos poderosos. Além disso, como a tecnologia e o poder dos armamentos também contam valiosos pontos, o arsenal de cada nação foi avaliado por Ricardo Bonalume Neto, jornalista da Folha de S.Paulo especializado em assuntos militares – são dele os comentários abaixo.

1. Estados Unidos

Efetivo: 1 414 000 soldados

Gasto militar anual: 329 bilhões de dólares (1 138 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Única superpotência militar depois do colapso soviético, os Estados Unidos são donos da mais poderosa esquadra do globo, que tem uma dúzia de porta-aviões gigantes, a maioria de propulsão nuclear. O país conta ainda com o maior arsenal nuclear e modernos armamentos operados por computadores e guiados por satélites

2. Rússia

Efetivo: 988 100 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (333 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O maior herdeiro da ex-URSS possui exército numeroso e pesquisa militar de ponta, mas tem poucos recursos para comprar equipamentos. A vocação por números astronômicos diminuiu: durante a Guerra Fria, a URSS chegou a ter 5,3 milhões de soldados, — um recorde, — e produziu mais de 70 mil tanques das séries T-54/T-55/T-62. Eles eram inferiores aos modelos ocidentais, mas podiam levar a melhor pela quantidade.

3. China

Efetivo: 2 270 000 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (37 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O país mais populoso da Terra conta com bom número de armas nucleares e sempre teve Forças Armadas numerosas, mas o nível pouco sofisticado de sua indústria não permitia equipar as tropas com armas de última geração. Isso mudou recentemente: o salto econômico e a relativa abertura política das últimas duas décadas levaram a China a investir na modernização do arsenal.

4. França

Efetivo: 260 400 soldados

Gasto militar anual: 38 bilhões de dólares (636 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Para se proteger da ameaça comunista na Guerra Fria, os franceses criaram uma força nuclear própria com os três meios clássicos de lançar armas atômicas: mísseis em terra, em submarinos e em aviões. A indústria de defesa é uma das principais da Europa, produzindo tanques de ótima qualidade, como o Leclerc, e aviões clássicos, como os das séries Mirage.

5. Reino Unido

Efetivo: 210 400 soldados

Gasto militar anual: 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Até a Segunda Guerra (1939-1945), a Grã-Bretanha era a maior potência naval da Terra. Depois do conflito, a Marinha Real encolheu, mas ainda é uma das principais do mundo. O Exército sempre foi pequeno, mas é um dos mais profissionais do planeta, bem equipado com tanques, blindados de transporte de pessoal e uma parafernália de mísseis.

6. Coreia do Norte

Efetivo: 1 082 000 soldados

Gasto militar anual: 4,7 bilhões de dólares (214 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Assolado pela pobreza e pela fome, esse país sustenta um dos estados mais militarizados do planeta. Envolvidos em disputas de território com a Coreia do Sul desde a década de 1940, os comunistas do Norte contam com tropas numerosas com muito armamento convencional. Nas últimas décadas, o país desenvolveu tecnologia para produzir armas nucleares.

7. Índia

Efetivo: 1 298 000 soldados

Gasto militar anual: 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O segundo país mais populoso do planeta sempre esteve em briga com seus vizinhos muçulmanos. Hoje, o maior rival é o Paquistão, com quem disputa terras na região da Caxemira. As aguerridas tropas indianas estão entre as mais bem equipadas do Terceiro Mundo. Além de muitos soldados, a Índia tem armas nucleares e mísseis para transportá-las.

8. Paquistão

Efetivo: 620 000 soldados

Gasto militar anual: 2,5 bilhões de dólares (17 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

A maior potência militar muçulmana tem economia e população inferiores às da rival Índia, mas, para criar um “equilíbrio de terror” no sul da Ásia, o Paquistão também investiu em armas nucleares. Pouco se conhece sobre as armas atômicas ou sobre o tamanho do arsenal do país. Mas a existência da bomba dos dois lados da fronteira tem forçado Índia e Paquistão a uma convivência tensa — e “pacífica”, na medida do possível.

9. Coreia do Sul

Efetivo: 686 000 soldados

Gasto militar anual: 12 bilhões de dólares (266 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Graças à proteção dos Estados Unidos, o país atingiu níveis econômicos, científicos e tecnológicos muito superiores aos do vizinho do norte. Por causa da crise com os comunistas, a Coreia do Sul mantém Forças Armadas poderosas em prontidão na fronteira, embora não tenha armas atômicas. O equipamento é de alta qualidade, comprado dos americanos ou desenvolvido localmente com ajuda ianque.

10. Israel

Efetivo: 161 500 soldados

Gasto militar anual: 9,4 bilhões de dólares (1 499 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Pequeno e pouco populoso, Israel se envolveu em conflitos com os vizinhos árabes e resolveu se armar até os dentes. Para compensar a inferioridade numérica, os israelenses optaram por qualidade: suas tropas estão entre as mais bem treinadas da Terra, a Força Aérea dispõe de tecnologia de ponta e a experiência em combate fez o país desenvolver algumas das melhores armas disponíveis, como o tanque Merkava.

Impávido colosso

O Brasil é o mais bem armado da América do Sul, mas não fica entre os 10 mais do mundo

Efetivo: 287 600 soldados

Gasto militar anual: 9,6 bilhões de dólares (55 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Não dá para cravar uma posição para o Brasil no ranking mundial de exércitos: — a única certeza é que não chegaríamos ao Top 10 —, mas dá para fazer algumas comparações. Numericamente, nossas tropas são as maiores da América do Sul. Tecnologicamente, somos semelhantes aos vizinhos. Com fronteiras bem definidas, não há grandes rivalidades regionais. Por isso, o país não tem o mesmo “estímulo” para investir em armas que outros países brigões do Terceiro Mundo. Ainda bem…

 

 

Fontes:

Mundo Estranho

Wikipedia

Folha de S. Paulo

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Carros levitam na China!

Um vídeo publicado no site LiveLeak vem causando espanto e estranheza em internautas do mundo pelo simples fato de desafiar as leis da física. Nas imagens gravadas da cidade de Xingtai, na China, é possível observar uma van se aproximando de uma via, quando, ao chegar próximo a uma faixa de pedestres, é misteriosamente ‘puxada’ para cima, ao mesmo tempo que o carro ao lado é ‘empurrado’. Ainda no canto direito do vídeo, é possível ver outro carro se movendo sem explicações aparente.

Muitas foram as tentativas de explicar o bizarro fenômeno.

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Maaaassssssssssss…

 

Parece que o mistério foi revelado.

Segundo as informações da CNN, um cabo de aço que estava caído no chão acabou ficando agarrado em um caminhão, que, ao se movimentar, acabou esticando o cabo, fazendo os três veículos tombarem.

A explicação está de acordo com a suposição de um internauta, que havia sugerido que a causa do acidente estava atrelada ao caminhão.