O Guia da boa esposa

Faz algum tempo, falei sobre um livreto publicado na Espanha de Franco, em 1953, que dava dicas às mulheres de como serem boas esposas. Eram regras de comportamento para a mulher deixar o marido feliz e contente. Está aqui.

Pois bem, parece que as esposas de antigamente tinham muitas dúvidas sobre seu papel de dona-de-casa, já que esses guias pululavam pelo mundo. Em maio de 1955, a revista norte-americana Housekeeping Monthly publicou um artigo chamado “O guia da boa esposa”, que ditava o que a mulher deveria fazer para ser boa com seu marido e filhos. Ambos os guias apresentam muitas semelhanças, e aparentemente espelham o pensamento vigente na década de 1950.

Temos evidências disso pela leitura de artigos da época em revistas como Seleções do Reader’s Digest, ou por antigos seriados de TV, como “Papai Sabe-Tudo”. Ou mesmo por seriados modernos, como “Mad Men”.

De acordo com os críticos, Don Draper, o personagem principal  (acima), era o homem típico da sociedade americana de então – e sua esposa, a esposa-padrão, sempre arrumada e recebendo o marido com o jantar pronto.

Portanto, querida amiga, se você tem dúvidas sobre seu papel na vida a dois, os tópicos a seguir irão jogar uma luz nessas questões, e você poderá então ser a esposa perfeita que seu marido sempre sonhou!

  • Tenha o jantar sempre pronto. Planeje com antecedência. Esta é uma maneira de deixá-lo saber que se importa com ele e com sua necessidades.
  • A maioria dos homens está com fome quando chega em casa, e eles esperam por uma boa refeição (especialmente se for seu prato favorito).
  • Separe 15 minutos para descansar, assim você estará revigorada quando ele chegar. Retoque a maquiagem, ponha uma fita no cabelo e pareça animada.

  • Seja amável e interessante para ele. Seu dia foi chato e seu marido pode precisar que o anime e essa é uma das suas funções.
  • Coloque tudo em ordem. Dê uma volta pela casa antes do seu marido chegar. Junte os livros escolares, brinquedos, papéis, e em seguida, passe um pano sobre as mesas.

  • Durante os meses mais frios, você deve preparar e acender a lareira para ele relaxar. Seu marido vai sentir que chegou a um lugar de descanso e refúgio. Afinal, providenciando seu conforto, você terá satisfação pessoal.
  • Dedique alguns minutos para lavar as mãos e os rostos das crianças (se forem pequenas), pentear os cabelos e, se necessário, trocar de roupa. As crianças são tesouros e ele gostaria de vê-las assim.

     

  • Minimize os ruídos. Quando ele chegar, desligue a máquina de lavar, secadora ou o aspirador. Incentive as crianças a ficarem quietas.
  • Demonstre que está feliz em vê-lo. Receba-o com um sorriso caloroso, mostre desejo em agradá-lo. Ouça o que ele tem a dizer.

  • Você pode ter uma dúzia de coisas a dizer, mas quando ele chega em casa não é o momento. Deixe-o falar primeiro, pois lembre-se, os temas de conversa dele são mais importantes que os seus.
  •  Nunca reclame se ele chegar tarde, sair pra jantar ou se for a outros locais de entretenimento sem você. Em vez disso, tente compreender que ele vive em constante tensão e sofre muitas pressões no trabalho.
  • Seu objetivo: certificar-se de que sua casa é um lugar de paz, ordem e tranquilidade, onde seu marido pode se renovar em corpo e espírito.

  • Não o cumprimente com queixas e problemas.
  • Arrume o travesseiro e se ofereça para tirar os sapatos dele. Fale em voz baixa, suave e agradável.

  • Deixe-o confortável. Leve uma bebida fria ou quente para ele.
  • Não lhe faça perguntas sobre suas atitudes ou que questionem sua integridade. Lembre-se, ele é o dono da casa e, como tal, irá sempre exercer sua vontade com imparcialidade e veracidade. Você não tem o direito de questioná-lo.
  • Uma boa esposa sabe o seu lugar.

 

A falta de higiene da Idade Média

Nos filmes com temática medieval de Hollywood, vemos nobres abastados e belas damas maquiadas, penteadas e cheias de jóias, vestindo túnicas branquinhas. Tudo fachada, pois como muito já se falou, no período entre a queda do Império Romano até a descoberta da América, a higiene pessoal não era considerada uma prioridade.

Os médicos achavam que a água, sobretudo quente, debilitava os órgãos, deixando o corpo exposto a insalubridades que, se penetrassem através dos poros, podiam transmitir todo tipo de doenças. Foi quando a ideia de que uma camada de sujeira protegia a pele contra doenças se espalhou, e que, portanto, o asseio pessoal devia ser realizado “a seco”, só com uma toalha limpa para esfregar as partes expostas do corpo.

Os médicos recomendavam que as crianças limpassem o rosto e os olhos com um trapo branco para tirar o sebo, mas não muito para não retirar a cor “natural” (encardida) da tez. Na verdade, os galenos consideravam que a água era prejudicial à vista, que podia provocar dor de dentes e catarros, empalidecia o rosto e deixava o corpo mais sensível ao frio no inverno e a pele ressecada no verão. Ademais, a Igreja condenava o banho por considerá-lo um luxo desnecessário e pecaminoso. Em resumo, as práticas de higiene durante a Idade Média eram fruto dos ainda incipientes conhecimentos médicos e do pensamento predominantemente cristão, que considerava a prática do banho pecaminosa.

A falta de higiene não era restrita aos mais pobres, a rejeição pela água chegava aos estratos mais altos da sociedade. As damas mais entusiastas do asseio tomavam banho, quando muito, duas vezes ao ano, e o próprio rei só o fazia por prescrição médica e com as devidas precauções.

Os banhos, quando aconteciam, eram tomados em uma tina enorme cheia de água quente. O pai da família era o primeiro em tomá-lo, logo os outros homens da casa por ordem de idade e depois as mulheres, também por ordem de idade. Enfim chegava a vez das crianças e bebês, que eram mergulhados naquela água suja. Não é à toa que as crianças tinham grande desgosto em tomar banho.

Existiam as casas de banho públicas, oriundas dos antigos romanos, onde as pessoas se banhavam juntas ao mesmo tempo, homens e mulheres sem distinção. Quando ocorreu a Peste Negra na Europa, entre 1347 e 13503, essas casas de banho acabaram por contribuir para a peste se espalhar, e foi então que as pessoas começaram a abominar os banhos mais frequentes. É bom destacar que isto se refere à Idade Média europeia. Quando os mouros, africanos do norte, levaram a Expansão Islâmica para a Península Ibérica em 711 d.C., levaram para aquele território (Espanha e Portugal) não apenas a fé em Alá, mas também o uso da energia eólica, o uso do astrolábio, as técnicas de navegação, a arquitetura mista árabe/africana bem como a prática do saneamento básico e o costume de tomar banho, até então pouco usual.

Lembremos ainda que a Peste Bubônica – também chamada de Peste Negra -, evento que dizimou 1/3 da população europeia, se deu justamente porque os ratos que vinham nos porões dos navios que saíam do Oriente Médio em direção à Europa, encontravam naquele continente um ambiente propício para sua propagação, em virtude da grande insalubridade existente. Esgotos à céu aberto eram extremamente comuns e os ratos proliferaram rapidamente por conta disso.

Tudo era reciclado. Tinha gente dedicada a recolher os excrementos das fossas para vendê-los como esterco. Os tintureiros guardavam urina em grandes tinas, que depois usavam para lavar peles e branquear telas. Os ossos eram triturados para fazer adubo. O que não se reciclava ficava jogado na rua, porque os serviços públicos de limpeza urbana e saneamento não existiam ou eram insuficientes. As pessoas jogavam seu lixo e dejetos em baldes pelas portas de suas casas ou dos castelos. Imagine a cena: o sujeito acordava pela manhã, pegava o pinico e jogava ali na sua própria janela.

O mau cheiro que as pessoas exalavam por debaixo das roupas era dissipado pelo leque. Mas só os nobres tinham lacaios que faziam este trabalho. Além de dissipar o ar também servia para espantar insetos que se acumulavam ao seu redor. O príncipe dos contos de fadas fedia mais do que seu cavalo. O melhor exemplo dessa afirmação foi o rei Luís XIV da França. Ele morreu com 77 anos, numa época em que a expectativa de vida era cruel para todos, nobres e servos.

O Rei Sol, como ficou conhecido, deixou a imagem de um rei forte, robusto, detentor de um poder extraordinário para governar, uma personalidade inigualável, um rei guerreiro, um rei de paz, um arquiteto, um dançarino quase profissional, um mestre em jardinagem, um músico aplicado, amante de teatro, de poesia, mecenas das artes. Mas… Diz-se que foi um dos mais porcos de toda a história.

Acredita-se que Luis XIV deva ter tomado de 2 a 5 banhos ”inteiros” durante os seus 77 anos. Ele tinha vários métodos para mascarar os odores. Espalhar perfume pelo corpo e roupas – patchouli, almíscar, “fleur d’oranger”;  para o mau hálito, pastilhas de anis. Ele praticava  o famoso banho seco, ou seja, trocar de roupas várias vezes no dia. O monarca tinha conhecimento do mau cheiro que exalava, dificilmente suportável a todos que o acompanhavam.  Ele mesmo abria as janelas para arejar quando entrava em uma sala.

Conforme já disse mais acima, os hábitos dos banhos frequentes foram abandonados especialmente com a Peste, quando surgiu a teoria de que o banho quente dilatava os poros e  facilitava a “entrada dos vírus”. E a igreja deu a sua contribuição, denunciando o banho como sendo imoral. A partir deste momento, o uso da água seria limitado às partes livres do corpo como as mãos e o rosto. Um banho de corpo inteiro passou a ser uma raridade.

Luis XIV lavava as mãos num pequeno filete d’água despejada de uma jarrinha por um cortesão. No rosto e no corpo, muito blush – pigmento branco  à base de chumbo, altamente tóxico, pois o branco era sinônimo de beleza e saúde; na cabeça, uma mistura de talco e farinha para a peruca exageradamente alta e explicitamente gordurosa ao meio-dia, para refletir magnitude e vigor. A peruca era de cabelos falsos misturados com cabelos verdadeiros e crinas de cavalos, local preferido dos piolhos…

Na Idade Média, a maioria dos casamentos era celebrada no mês de junho, bem no começo do verão. A razão era simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. De qualquer forma, como algumas pessoas fediam mais do que as outras ou se recusavam a tomar banho, as noivas levavam ramos de flores (gardênias, jasmins e alfazemas, que floresciam no mês de maio), ao lado de seu corpo nas carruagens para disfarçar o mau cheiro. Tornou-se, então, costume celebrar os casamentos em maio, depois do primeiro banho. Por isso maio é considerado o mês das noivas e dali nasceu a tradição do buquê de flores das noivas.

Outro costume cuja origem foi na Idade Média é o do velório.

Os mais ricos tinham pratos e taças de estanho, que não eram lavados. Certos alimentos oxidavam o material, levando muita gente a morrer envenenada e sem saber o porquê. Alguns alimentos muito ácidos, que provocavam esse efeito, passaram a ser considerados tóxicos durante muito tempo. Com as taças ocorria a mesma coisa: o contato com uísque ou cerveja fazia com que as pessoas entrassem em um estado de narcolepsia produzido tanto pela bebida quanto pela intoxicação pelo estanho. Alguém que passasse pela rua e visse a pessoa nesse estado podia pensar que estava morta e logo preparavam o enterro. O corpo era colocado sobre a mesa da cozinha durante alguns dias, enquanto a família comia e bebia esperando que o “morto” voltasse à vida – ou não.

Temos que ter em mente que a Idade Média engloba um período de mais de 1000 anos, em que várias etnias com culturas diversas tiveram o seu apogeu ou declínio, passando ou não seu legado para a posteridade. O banho, como exemplo de higiene, era geralmente relegado a ocasiões especiais pelos francos. Por outro lado, era tido como obrigatório aos sábados no caso dos povos nórdicos (vikings). Lembrando sempre que a popularização do banho só se deu na segunda metade do século passado, quando a revolução tecnológica facilitou a prática.  Após a Segunda Guerra Mundial, o processo de reconstrução das casas permitiu que os chuveiros fossem disseminados por toda a Europa. Isso eliminou a necessidade de se banhar em rios ou regatos gelados, quando no verão, ou carregar baldes cheios do poço, no inverno, para depois ter de cortar lenha para esquentar a água, e ainda esvaziar a tina no dia seguinte, para evitar o choque térmico. Uma trabalheira danada.

E, finalizando, não custa lembrar que o costume de tomar banho diário no Brasil foi herdado dos indígenas. Há relatos de que, quando a Corte portuguesa chegou, D. João VI ficou estarrecido com os índios entrando no mar para se banhar, acreditando que eles teriam alguma doença de pele… Diz-se que ele próprio teria tomado apenas 2 banhos completos em toda sua vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

http://www.mdig.com.br

Onze regras para ser uma boa esposa

Em 1953, foi publicado na Espanha um guia de como ser uma boa esposa…

Quem o escreveu foi uma mulher, Pilar Primo de Rivera, que faleceu em 1991.  Pilar era irmã de José Antonio Primo de Rivera, fundador da Falange Española, partido político de extrema direita, e filha de  Miguel Primo de Rivera, ditador espanhol na década de 1920.

PILAR

O guia basicamente ensinava como as mulheres deveriam se comportar para que seus maridos fossem felizes. Uma série de dicas mostrando que a esposa deveria viver para servir, sempre à disposição de um marido. Um guia de submissão. Claro que era um produto de seu tempo, ainda mais machista e opressor do que os dias atuais. E mostra como a ideia da submissão feminina veio sendo construída e sendo arraigada na mentalidade das famílias.

Tenho certeza de que, para muitos, a leitura deste guia hoje parecerá mais uma caricatura, mas sei que para outros – e sem brincadeira! – poderá parecer realmente uma “fórmula” para se conseguir um casamento perfeito.

O mais irônico de tudo é que Pilar nunca se casou, e sempre pregou que as mulheres devem ser “femininas, não feministas”.

O guia segue abaixo em espanhol, mas dá para entender as linhas gerais:

56C

E9E

01 – Prepare o delicioso jantar para ele

D75

02 – Esteja sempre arrumada

CBB

03 – Seja sempre interessante, uma de suas obrigações é distraí-lo.

CCE

04 – A casa deve estar impecável!

ABC

05 – Ele tem que se sentir no paraíso

9E2

06 – Cuide de seus filhos, deixe as crianças limpas e arrumadas.

CDC

07 – Não faça barulho, desligue o aspirador e a máquina de lavar, mande os filhos se calarem.

186

08 – Procure sempre estar feliz

886

09 – Escute-o

8A8

10 – Coloque-se no lugar dele, sem reclamar se ele chegar tarde, ou se for se divertir sem você ou se não vem pra casa toda noite. 

43B

11 – Não reclame de problemas insignificantes.. Qualquer problema seu é um mero detalhe se comparado com o que ele tem que passar

276

(Bônus) Faça-o se sentir à vontade, ofereça uma bebida quente e tire os sapatos dele.

550

Este guia é verdadeiro, e foi publicado numa revista há 62 anos…

Fontes:
taringa.net
publimetro.com.mx
neinordin.com.br

Homens X Mulheres: compare o que pensa cada um

As diferenças entre os homens e as mulheres são tão vastas e tão amplas que nem parece que ambos pertencem ao gênero humano. Talvez seja justamente por conta dessas diferenças é que existe tanta atração e fascínio pelo sexo oposto. E, nos últimos tempos, a ciência vem comprovando aquilo que todo mundo mais ou menos já sabia. Senão, vejamos:

Diferenças em como homens e mulheres leem a linguagem não verbal.

A linguagem não verbal é usada quando nos comunicamos com alguém ao mesmo tempo em que falamos, ou às vezes inclusive sem falar. Estamos comunicando com os movimentos das mãos, do corpo, as expressões do rosto, etc. Segundo os psicólogos, as mulheres são melhores que os homens para interpretar a linguagem não verbal, o que delata nosso comportamento.

Os homens são mais propensos a ter problemas de memória que as mulheres.

É típico nas mulheres queixar-se da má memória dos homens. Nossa reputação nesse aspecto é bastante ruim… Os homens tendem a esquecer aniversários, as datas para comemorar 6 meses de namoro, ou 10 anos de casamento etc. Assim, ao menos, era o estereótipo do homem na opinião das mulheres… O problema é que, agora, um estudo científico veio comprovar o fato…

0000Mulheres e homens teriam diferentes estruturas cerebrais.

Durante muito tempo pensou-se que a arquitetura cerebral era a mesma para todos e que as diferenças entre comportamentos e atitudes, entre homens e mulheres, se devia às diferenças hormonais e às pressões sociais. No entanto, os cientistas estão encontrando evidências que sugerem que o cérebro de homens e mulheres se formam a partir de diferentes “programações” genéticas, e que existem diferenças entre alguns circuitos neurológicos e a concentração de neurotransmissores.

Ficar em boa forma é mais difícil para as mulheres do que para os homens.

É muito mais difícil para as mulheres com mais de 65 anos – do que para os homens da mesma idade – conservar a massa muscular, o que causa um impacto em sua capacidade de permanecer em boa forma física. Pela primeira vez, os cientistas demonstraram que é mais difícil para as mulheres substituir a massa muscular que se perde naturalmente com a idade. Isto se deve às diferenças entre o corpo masculino e feminino quanto ao aproveitamento dos nutrientes obtidos com a alimentação.

01

Num quadro bem sintético, o resumo do fim do relacionamento poderia ser:

FIM-RELACIONAMENTO-2

COMO ENLOUQUECER UM HOMEM

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 M – Onde você vai?
H – Vou sair um pouco.
M – Vai de carro?
H – Sim.
M – Tem gasolina?
H – Sim… coloquei.
M – Vai demorar?
H – Não… coisa de uma hora.
M – Vai a algum lugar específico?
H – Não… só rodar por aí.
M- Não prefere ir a pé?
H – Não… vou de carro.
M – Traz um sorvete pra mim!
H – Trago… que sabor?
M – Manga.
H – Ok… na volta eu passo e compro.
M – Na volta?
H – Sim… senão derrete.
M – Passa lá, compra e deixa aqui.
H – Não… melhor não! Na volta… é rápido!
M – Ahhhhh!
H – Quando eu voltar eu tomo com você!
M – Mas você não gosta de manga!
H – Eu compro outro… de outro sabor.
M – Aí fica caro… traz de cupuaçu!
H – Eu não gosto também.
M – Traz de chocolate… nós dois gostamos.
H – Ok! Beijo… volto logo…
M – Ei!
H – O que?
M – Chocolate não… Flocos…
H – Não gosto de flocos!
M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H – Foi o que sugeri desde o começo!
M – Você está sendo irônico?
H – Não… tô não! Vou indo.
M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H – Querida! Eu volto logo… depois.
M – Depois não… quero agora!
H – Tá bom! (Beijo.)
M – Vai com o seu ou com o meu carro?
H – Com o meu.
M – Vai com o meu… tem cd player… o seu não!
H – Não vou ouvir música… vou espairecer…
M – Tá precisando?
H – Não sei… vou ver quando sair!
M – Demora não!
H – É rápido… (Abre a porta de casa.)
M – Ei!
H – Que foi agora?
M – Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H – Calma… estou tentando sair e não consigo!
M – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H – O que quer dizer?
M – Nada… nada não!
H – Vem cá… acha que estou te traindo?
M – Não… claro que não… mas sabe como é?
H – Como é o quê?
M – Homens!
H – Generalizando ou falando de mim?
M – Generalizando.
H – Então não é meu caso… sabe que eu não faria isso!
M – Tá bom… então vai.
H – Vou.
M – Ei!
H – Que foi, cacete?
M – Leva o celular, estúpido!
H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M – Não… caso aconteça algo, estará com celular.
H – Não… pode deixar…
M – Olha… desculpa pela desconfiança… estou com saudade… só isso!
H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
M – Eu também!
M – Posso futricar no seu celular?
H – Prá quê?
M – Sei lá! Joguinho!
H – Você quer meu celular prá jogar?
M – É.
H – Tem certeza?
M – Sim.
H – Liga o computador… lá tem um monte de joguinhos!
M – Não sei mexer naquela lata velha!
H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M – Tá.. ok… então leva o celular senão eu vou futricar…
H – Pode mexer então… não tem nada lá mesmo…
M – É?
H – É.
M – Então onde está?
H – O quê?
M – O que deveria estar no celular mas não está…
H – Como!?
M – Nada! Esquece!
H – Tá nervosa?
M – Não… tô não…
H – Então vou!
M – Ei!
H – Que ééééééé?
M – Não quero mais sorvete não!
H – Ah é?
M – É!
H – Então eu também não vou sair mais não!
M – Ah é?
H – É.
M – Oba! Vai ficar comigo?
H – Não vou não… cansei… vou dormir!
M – Prefere dormir do que ficar comigo?
H – Não… vou dormir, só isso!
M – Está nervoso?
H – Claro, porra!!!
M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?


Projetada primeira casa à prova de zumbis

Parece mentira, mas não é: a empresa polonesa KWK Promes projetou e construiu uma casa totalmente à prova de zumbis. Depois de dois anos de projetos e quatro anos de construção, a “Safe House” ganhou, literalmente, vida em uma cidade situada aos arredores de Varsóvia, capital da Polônia. Edificada em uma ampla área de 2,5 mil m², a residência de dois andares tem paredes de concreto móveis, capazes de subir e descer de acordo com a vontade — ou o medo — do dono da casa. Ou seja, um belo dia de sol pode ser aproveitado sem problemas pela família, enquanto os perigos da noite podem ser barrados pelas espessas camadas de cimento e pedras que envolvem a construção.

Esquema de segurança da casa.

A mansão foi planejada para dar a sensação de máxima segurança aos seus moradores. Com as muralhas fechadas, o mausoléu se torna um imponente forte, praticamente impenetrável por seres humanos ou zumbis. Nesse modo, a única passagem para dentro do ambiente fica localizada no segundo andar e é acessada por uma ponte.

Casa fechada, parecendo uma fortaleza.

Já dá para imaginar: o alto da ponte é um ponto estratégico para empunhar qualquer tipo de arma e disparar uma avalanche de tiros nas hordas de zumbis. Se isso não for suficiente, um lança-chamas posicionado bem na entrada de acesso à casa pode reduzir a pó qualquer tipo de esperança dos mortos-vivos.

Detalhes da elegância do domícilio.

Graças à forma robusta, semelhante a um bloco retangular, quaisquer imprevistos podem ser evitados — nada de invasores chegando pelo telhado ou ameaças escondidas se hospedando no porão.

Detalhe da escada lateral.

Por trás de toda a frieza do concreto, há um design interno bastante sofisticado, cheio de luxo e conforto. Desenvolvida independentemente pela decoradora Magdalena Radalowicz, a arquitetura interior é elegante, com direito a piscina e um área útil de 556 m². E a inteligência da casa não fica apenas na segurança. Um sistema híbrido de aquecimento se utiliza de energia solar e bombas de calor, garantindo o controle de temperatura da casa tanto com as muralhas abertas quanto fechadas. A eletricidade também é proveniente em sua maioria de fontes sustentáveis.

Sem zumbis à vista, as crianças podem brincar livremente no gramado que, de tão enorme que é, comporta até um campinho de futebol improvisado. Atrás das cortinas de concreto, a região lateral externa do primeiro andar conta com um charmoso deck, inspirador para cafés da manhã em família nos dias de paz.

 

 

 

Fonte:

tecmundo.com.br

Casais que envelheceram juntos

Particularmente, a instituição do casamento me parece complicada – aquela coisa de viver juntos, dividir os espaços… Sempre achei legal a ideia de cada um viver na sua casa e se encontrar de tempos em tempos (não sei se isso foi posto em prática por alguém e se deu certo). Mas que parece o melhor dos mundos, parece: não há aquela discussão de um enrolar o tubo da pasta dental de um jeito que o outro não gosta, ou de não levantar a tampa da bacia, ou de largar as roupas espalhadas ou comer o último pedaço do bolo…

Afinal, o tempo é implacável e Cronos sempre acaba cortando as asas de Cupido… Quando isso ocorre, o desgaste da relação é inevitável. Em outras palavras, a paixão avassaladora da juventude um dia acaba.

Mas acho incrível quando resta algo mais e um casal sobrevive a tudo isso e se mantém junto depois de muitos anos. Aparentemente, não importou muito se o ronco do marido atrapalhava o sono da mulher…

Nas fotos abaixo, apresento alguns casais cuja relação sobreviveu à implacabilidade do tempo – eu poderia postar a foto de alguns casais de amigos, mas para evitar ser injusto e me esquecer de alguém, decidi ser mais imparcial e homenagear, por meio destas imagens, aqueles que desafiaram Cronos.

Tom Hanks e Rita Wilson casaram-se em 1988.

  

Annette Bening e Warren Beatty, desde 1992.

  

Denzel Washington e Pauletta Pearson, casados desde 1983.

  

John Travolta e Kelly Preston, desde 1991.

  

Kurt Russell e Goldie Hawn, desde 1983. (Ela está com 67 anos e ainda pedaçuda. Ele,  com 62.)

   

Fred e Vilma, desde 1960!

E que continuem felizes por muitos anos mais!