Os produtos JEUNESSE

Jeunesse é uma empresa de vendas diretas norte-americana, fundada em 2009 e já presente em mais de 140 países, com sede em Orlando / Flórida, que desenvolve e oferece soluções anti-aging (antievelhecimento) através de produtos cosméticos e nutricionais, e que chegou ao Brasil oficialmente em abril de 2016.

QUAIS SÃO SEUS PRODUTOS?

Seus produtos cosméticos e nutricionais se destacam pelas exclusivas e patenteadas tecnologias envolvidas em sua fabricação.

A Jeunesse investe milhões de dólares em pesquisas com fatores de crescimento de célulastronco da gordura humana, e utiliza esses fatores de crescimento, que são uma espécie de sinais de comunicação celular, na concepção de alguns de seus produtos.

Ou seja, os produtos Jeunesse promovem a reparação e o rejuvenescimento da sua pele e do seu organismo a nível celular, de dentro pra fora, e também aprimoram sua parte estética, de fora pra dentro, com diversos e incríveis resultados testados e aprovados.

Assim, todos eles são concebidos com o objetivo de ajudar a pessoa a se manter jovem por meio de soluções vitais:

  • Rejuvenescer sua aparência, através da linha Luminesce
  • Aumentar sua força e desintoxicar seu organismo, com o Vidacell
  • Defender suas células com o antioxidante Reserve
  • Equilibrar seu metabolismo, com a linha Zen
  • Reforçar a energia saudável, com a linha Nevo
  • Maquiar e, ao mesmo tempo, tratar a pele, com a Linha NV

Para conhecer detalhes de cada produto, e sua composição, basta clicar sobre o nome de cada um, e será direcionado ao site oficial da Jeunesse.

Neste rápido vídeo, com pouco mais de 10 minutos, você vai saber mais sobre os produtos Jeunesse, suas vantagens e benefícios para a nossa saúde.

Recomendo uma visita à loja virtual oficial: https://julioafilho.jeunesseglobal.com/

E, caso queira esclarecer alguma dúvida, basta fazer um comentário que responderei com o maior prazer.

Naära® – A Beleza começa de dentro.

À base de colágeno duplamente hidrolisado, l-cisteína, rico em zinco, rico em vitaminas C, B6, B12, niacina e ácido pantotênico. Mix de 6 frutas desidratadas: tangerina, açaí, acerola, morango, amora e framboesa. Aroma natural de tangerina. Sem glúten.

Este nutricosmético realça sua beleza de dentro para fora, cabelos, unhas e pele ficam mais bonitos e resistentes.

Benefícios do Naara Jeunesse
Os cabelos ficam mais bonitos, brilhosos e diminui drasticamente a queda de cabelo. Sua pele fica mais firme e mais bonita, prevenindo a flacidez e rugas, retardando o envelhecimento. Protege os ossos e as articulações. Suas unhas ficam mais fortes. Combate celulite e estrias.

Como Usar o Naara Beauty:
Você poderá tomar o Naara Drink Beauty a qualquer hora do dia, basta dissolver uma medida e meia com 200ml de água, (essa medida vem dentro do pote, para achá-la pegue um garfo e procure em meio ao produto).

Dica: para melhor dissolver, coloque água na temperatura ambiente, e após misturar, adicione 2 pedras de gelo e saboreie essa deliciosa bebida da beleza no sabor Tangerina.

Cada pote de Beauty Drink contém 270g e rende 18 porções.

Para comprar seu produto e mais informações, acesse meu site:
https://julioafilho.jeunesseglobal.com/

O xá da Pérsia e seu harém de 100 mulheres

Harém significa o conjunto de mulheres de um casamento poligâmico. O harém tradicionalmente ficava aos cuidados de eunucos do sexo masculino, ou seja, um homem castrado pela mulher mais velha do sultão, ou xá, justamente para não se envolver com as mulheres de seu patrão. Em contrapartida, muitos eunucos desfrutavam de fama, dinheiro e poder.

Os xás (xá pode ser traduzido como rei ou imperador) da Pérsia (hoje Irã) possuíam harém e eunucos já no século VII a.C. E a poligamia requer posses, porque o marido tem de prover às necessidades de todas as esposas, filhos e agregados, bem como manter numerosa criadagem. Então, os xás mais poderosos tinham uma enorme harém e gastavam uma bela grana para manter todas essas esposas.

O amigo Gustavo Machado me deu a dica de um desses poderosos xás, Nasser al-Din Shah, que governou o Irã de 1848 até seu assassinato, em 1896, o mais longo reinado em 3000 anos de história do país, e foi o primeiro monarca iraniano a visitar a Europa.

O xá Nasser al-Din Shah.

Ele era apaixonado por fotografia desde criança e, quando assumiu o poder, decidiu criar em seu palácio o primeiro estúdio fotográfico oficial. Entre 1870 e 1880, em Teerã, o fotógrafo russo Anton Servryugin abriu as portas de seu estúdio e acabou se transformando assim no fotógrafo real do soberano iraniano.

Al-Din Shah Qajar e o fotógrafo oficial Sevryugin.

O russo tinha permissão para clicar o próprio xá, seus parentes do sexo masculino e os servos da corte. Mas Nasser al-Din Shah guardava para si o privilégio de retratar o seu harém (que, segundo registros históricos, contava com cerca de 100 mulheres).

O corpo robusto era um critério de beleza importante naquela época.

O próprio xá revelava as fotos em seu laboratório, e depois guardava as imagens em álbuns de papel acetinado no palácio de Golestan, que hoje foi transformado em um museu.

A incomparável Anis al-Doleh – a esposa preferida do xá (à direita na foto)

O interessante nas fotos dessas mulheres é que, pelas leis xiitas, não era permitido fotografar o rosto das pessoas, sobretudo de mulheres. Só a pessoa mais poderosa do país podia dar-se a esse luxo de desobedecer à lei.

Anis-Al-Doleh, a “alma gêmea do xá”.

As fotos também mostram uma vida confortável e harmoniosa no harém. Todas vestem roupas modernas para a época e parecem seguras de si mesmas, encarando a câmera despreocupadamente, sem parecer intimidadas.

Mais uma foto da querida Anis-Al-Doleh (sentada).

Nasser al-Din Shah com algumas mulheres do seu harém. As fotos provavelmente foram tiradas pelo fotógrafo russo, obviamente com autorização do xá.

É possível supor que as mulheres do harém mantinham uma relacionamento amistoso, pelo que pode se ver nas fotos do grupo em um dia de piquenique.

 

Outra conclusão que se pode tirar das fotos é em relação às preferências do xá: nenhuma das mulheres era magra, a maioria exibia sobrancelhas grossas e buço. Fica claro que essas mulheres não passavam fome e nem deviam fazer trabalhos físicos. Pesquisadores dizem que a coleção conta até com imagens, digamos, ousadas, mas essas estão bem escondidas.

As mulheres do harém não passavam fome.

Uma das jovens concubinas.

Algumas das damas do harém usando tutus de balé.

O que é real é que muitas mulheres do harém deixavam crescer o buço, já que era esse o padrão de beleza naquela região. Elas simplesmente queriam ficar bonitas para o xá.
Sempre pensei que as mulheres de um harém eram como na ilustração abaixo…
Giulio Rosati (nasceu em Roma em 1858 – morreu em Roma em 1917), foi um pintor orientalista do final do século XIX e início do século XX, e foi um dos artistas que trouxe para o Ocidente sua visão do Oriente, e que ajudou a criar essa imagem fictícia dos usos e costumes daquele região então remota.
Muitos dos pintores orientalistas viajaram  ao Norte da África e Ásia ocidental, no intuito de retratar os povos do oriente, considerados atrasados, selvagens e à margem da civilização, por serem diferentes dos ocidentais. Os povos orientais foram descritos de acordo com a visão ocidental e poucas vezes retratados conforme a realidade em que viviam, mas representados através de um ilusionismo fictício criado na imaginação de seus autores.
O Oriente era visto como o lugar que a Europa não podia ter, em contraste com todo o materialismo da cultura ocidental, o que deu origem a um modismo e aumentou o turismo na região, vendido como o lugar onde o homem da cidade poderia experimentar tudo aquilo que estivesse fora do seu contexto, onde as mulheres eram o símbolo da fertilidade, da fartura, e da disponibilidade, vivendo num oásis exótico, perfeito para o repouso e prazer do viajante.
Abaixo, a reprodução de algumas pinturas da escola orientalista.

 

 

 

 

 

Fontes:

Wikipedia

xubux.com

gazetadebeirute.com

As sobrancelhas mais bizarras do mundo

 

O olhar de diva da Cleo Pires tem muito a ver com suas sobrancelhas bem desenhadas.

cleo-pires

Claro, ela tem a ajuda de uma boa esteticista, que tem lá seus segredos profissionais e realiza um belo trabalho. Segundo algumas pessoas, até é possível conseguir um resultado parecido em casa mesmo, usando a boa e velha pinça e alguns truquezinhos.

As moças abaixo tentaram copiar as sobrancelhas da Cleo, mas, sei lá, acho que não ficou muito parecido. E você, o que acha?

1704

2443

3338

5227

7172

9153

13122

14115

15111

 

 

Ferro de passar, colher e pó de arroz eram truques de beleza!

Ficar bonita nem sempre foi fácil como nos dias de hoje, com todas as opções de produtos e de aparelhos disponíveis. Antigamente, nos tempos de minha avó, quem queria se produzir precisava recorrer a métodos pouco ortodoxos, como alisar o cabelo usando ferro de passar ou curvar os cílios com a ajuda de uma colher.

Não é mentira, não! Veja só como as coisas eram mais difíceis:

Ferro de passar roupa x Chapinha

Antigamente, a preparação para balada incluía uns bons minutos com a cabeça deitada em cima da tábua de passar, momento em que, em vez da atual chapinha, o ferro de passar era a ferramenta para alisar as madeixas. O método, no entanto, não era lá muito saudável para o cabelo. “Podia gerar um dano físico, com a perda da estrutura do fio”, explica o dermatologista Geraldo Magela. A chapinha, por sua vez, é feita de um material menos agressivo e sua temperatura não é tão quente, o que afeta menos as madeixas.

Azeite de oliva x Demaquilante

Demaquilante era artigo de luxo, antigamente (e não existia até meados dos anos 1970 – até então, eram usados os leites de limpeza facial, caríssimos!). O jeito, então, era apelar para o azeite de oliva. De acordo com a dermatologista Monica Aribi, o que fazia o produto ser eficaz para retirar a maquiagem é o fato de ele ser um óleo. “Mas é contra indicado porque o índice de acido graxo é muito alto para a pele, isso pode resultar em acne”, alerta a dermatologista.

Pasta de dentes x Secativos para espinhas

Antigamente, quando aparecia uma espinha no seu rosto bem no dia em que você tinha um encontro, era de conhecimento geral o melhor produto para acabar logo com ela: pasta de dente. “A pasta tem componentes secativos, mas não é o ideal porque essas substâncias não vão só secar a espinha, mas também queimar a pele em volta”, explica a dermatologista.

Colher x Curvex

Antes da popularização do curvex, a colher era a melhor amiga da mulher que queria cílios de boneca. A técnica era simples: encaixar os fios no lado côncavo e pressioná-los com cuidado. Ela é usada até hoje por ninguém menos do que Gisele Bündchen. Segundo o maquiador Porfírio Passos, do Studio W Higienópolis, em São Paulo (SP), o método não faz mal se feito corretamente. “O efeito não é tão eficaz, mas ainda pode ser usado em uma emergência”, opina o profissional.

Permanente x Babyliss

Enquanto hoje as pessoas correm para o salão para alisar o cabelo com processos químicos, nos anos 1980 as mulheres faziam o contrário: cacheavam o cabelo com a permanente. O procedimento danificava e modificava a estrutura dos cabelos. A nossa sorte foi a invenção do babyliss, o que diminuiu a procura do processo nos salões. “Essa evolução permitiu ter cabelos cacheados em minutos, trazendo mais praticidade”, indica o cabeleireiro Fernando de Jesus do Werner Coiffeur, no Rio de Janeiro (RJ).

Pó de arroz x Pó translúcido

Entrar em um quarto em que uma mulher havia acabado de passar pó de arroz era garantia de uma crise de tosse. O cosmético, uma mistura de talco inodoro e pigmentos suaves, era usado para deixar a pele com um aspecto mais bonito e uniforme. “Mas, geralmente, deixava a pele com tom bem mais claro”, explica o maquiador Porfírio Passos. Com o passar dos anos, a pele com aspecto cada vez mais natural ganhou força e o pó translúcido, cuja textura é leve e ajuda a tirar o brilho da tez, se tornou o queridinho.

 

 

 

 

Carolina Maggi, UOL

Fotos de antigas celebridades

Outro dia mesmo estava conversando com minha grande amiga Clene Salles sobre fotos antigas e sobre o que postei aqui há algumas semanas (https://otrecocerto.wordpress.com/2013/08/19/o-museu-da-getty-images-libera-imagens-historicas/). A arte da fotografia é uma das que mais admiro, assim como as pessoas capazes de levarem essa arte a pontos mais altos – e conheço alguns amigos fotógrafos que fazem isso.

Mas a fotografia não é apenas arte, é também uma poderosa ferramenta pela qual podemos registrar a história. Seja a nossa história pessoal e a de nossos familiares e contemporâneos, seja a história da humanidade. Momentos e pessoas são eternizados e mostram, para gerações futuras, que o homem tem um passado, que os eventos têm raízes. E se o passado é imutável, pelo menos podemos aprender com ele, se formos inteligentes.

Gosto muito de poder desfrutar dessa janela para  o passado, como curiosidade, como oportunidade de analisar roupas, costumes, veículos… E, cada vez que olho para trás, percebo mais e mais que nós não mudamos, que o homem é sempre o mesmo. Mudam as modas, mudam os carros e os aviões, mudam alguns costumes, mas o homem, em sua essência, é sempre o mesmo.

Por exemplo, o homem sempre teve curiosidade pelas celebridades.

Segundo artigos sobre psicologia, as celebridades simbolizam os nossos desejos ocultos para a riqueza, fama, a imortalidade,  beleza … De fato, quando acompanhamos suas vidas estamos reforçando o desejo de que um dia as nossas vidas também possam ter o brilho e o destaque que as celebridades alcançaram. Elas podem também se tornar uma opção de fuga, de nós mesmos ou de uma realidade que não nos agrada. E esse culto às pessoas famosas vem desde sempre… Os exemplos abaixo atestam isso, em diferentes épocas:

Alfred Tennyson – famoso poeta inglês da era vitoriana, uma de suas obras mais conhecidas trata do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. A foto abaixo é de 1866.

Alfred, Lord Tennyson

Ulysses S. Grant, político e militar americano, general dos exércitos nortistas durante a Guerra Civil dos Estados Unidos. Foto dele, sentado e de barba, com a família, em 1870.

Ulysses Grant & his family, 1870.

Bela Lugosi, o ator húngaro que foi o mais famoso Drácula do cinema, aos 18 anos. Foto tirada em 1900.

Bela Lugosi en 1900, a los 18 años

Jesse James foi o mais famoso pistoleiro e ladrão de bancos do Oeste americano e se tornou uma lenda. Na foto, de 1872, ele está com o irmão Frank (à direita), também membro de sua gangue.

File:Jesse and Frank James.gif

John Kennedy aos 25 anos, como tenente da Marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial. O barco de patrulha que ele comandava foi atingido por um torpedo e ele ajudou os tripulantes a chegarem a uma ilha, onde foram resgatados. Esse fato lhe rendeu muita popularidade e, depois da guerra, a fama de herói o ajudou a ingressar na política.

Lt. John F. Kennedy, U.S.N., 1942

Carole Lombard numa foto dos anos 1930, no auge de sua popularidade como atriz de cinema em Hollywood. Ela foi uma das maiores estrelas de cinema na primeira metade do século XX.

Carole Lombard, 1930’s

Lauren Bacall e Humphrey Bogart em 1944, nos estúdios da Warner Bros. Eles equivaliam, em popularidade, ao casal Angelina Jolie e Brad Pitt de hoje em dia. Na época, o culto às celebridades já estava estabelecido há mais de duas décadas, e o casal vivia cercado de fotógrafos por onde quer que passassem.

How great is this?! “Miss Bacall” and Humphrey Bogart.

Bonnie Parker em 1933, poucos meses antes de ser morta pela polícia ao lado de seu marido, Clyde Barrow. Na época da foto, Bonnie e Clyde eram cultuados como heróis pela população assolada pela Grande Depressão nos Estados Unidos, porque roubavam bancos e sempre conseguiam escapar da polícia. Ela seria uma espécie de “Robin Hood de saias”, segundo o mito construído em torno dela, embora não se saiba de uma única vez em que ela tenha dado aos pobres o produto de seus roubos.

Bonnie  in a photo found by police at the Joplin, Missouri hideout.

 A foto a seguir é cheia de controvérsias. Datada supostamente de 1849, mostra Edgar Allan Poe, um dos maiores escritores de todos os tempos, ao lado de Abraham Lincoln, que seria eleito anos mais tarde presidente dos Estados Unidos. Embora Lincoln fosse fã dos livros de Poe e ambos tivessem a mesma idade, eles nunca teriam se encontrado – e esta foto seria então uma montagem. Até hoje, porém, não se comprovou nem essa teoria e nem que a foto seja verdadeira.

Edgar Allan Poe poses with Abraham Lincoln in Mathew Brady’s Washington, D.C. studio- February 4th, 1849.  WAT

E, para finalizar, a celebridade que foi talvez a mais fotografada no século XX, Marilyn Monroe. Nesta foto, de 1955, ela está chegando ao Actor’s Studio em Nova York, onde estudou durante um ano, numa tentativa de melhorar suas habilidades de interpretação e calar a boca de seus críticos. Segundo eles, MM era apenas um rostinho bonito, o protótipo da “loura burra” do cinema.

Great shot of Marilyn.. Not the usual boring poses..