LA MUY NOBLE CIUDAD DE TRUJILLO en la pluma de Max R. Díaz Gálvez.

Por Clene Salles

 

 

Hola amig@s
Con mucho gusto vengo compartir con ustedes más un trabajo realizado. En cierto, me da mucha alegría, satisfacción y orgullo. Se trata de un libro donde yo fue una de las editoras.
Título
LA MUY NOBLE CIUDAD DE TRUJILLO en la pluma de Max R. Díaz Gálvez.
Autor: Max Ricardo Díaz Gálvez 
Apoyo Certicom, Gerens (Escuela de Posgrado), Museo Max Diaz
Comité editorial: Clene Salles, Rodrigo Priale, Carlos Oviedo, Flora Miagi, Franjo Tommy Kurtovići, Júlio De Andrade Filho
Corrección estilo: Jasna Lancho
Diseño: Elvis Baca

Sinopsis:
Aquí tendrán el placer y la preciosa información de cómo ha sido Trujillo en tiempos más antiguos tanto en pluma como en acuarela por el artista Max Ricardo Díaz Gálvez. Un contenido importante no solamente para trujillanos como para los extranjeros que aquí nos visitan. Imperdible!!!!
Muchas y muchas gracias por tener el honor de participar como editora en tan relevante y distinguida obra literaria.
Tommy Kurtović muchas gracias por la oportunidad!
Regulo Franco Jordán. muchas y muchas gracias por tu amable, paciente y generoso apoyo por llevarme tantas e tantas veces para Moche para coordinar con el autor. Gracias por tu ayuda incondicional!
Julio de Andrade Filho, muchas gracias por tus tan valiosas, esclarecedoras y oportunas opiniones, apuntes, comentarios y apoyo. Gracias!

 

 

A história por trás da capa de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”

Talvez seja o disco mais lendário da história da música pop.

Teve sua capa copiada centenas de vezes; é frequentemente citado como o melhor e mais influente álbum da história do rock e da música. Lançado em 1º de junho de 1967 na Inglaterra, o álbum foi gravado em pouco mais de 4 meses, que são considerados os mais criativos da história da banda. Inovador desde sua técnica de gravação até a elaboração da capa, o álbum se tornou um clássico.

Mesmo sem tocar nas rádios e sem um forte apelo comercial, o álbum teve 11 milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos. Em 2003, a revista Rolling Stone colocou “Sgt. Pepper’s” no topo de uma lista dos 200 álbuns definitivos.

Gravado às véspera do “verão do amor”, no início da era hippie, “Sgt. Pepper’s” rompeu os limites da música pop e fez com que um disco deixasse de ser uma simples reunião de canções para se transformar em uma obra de arte com identidade própria.

Sem o compromisso com viagens e turnês, a banda pôde concentrar-se e se dedicar totalmente à produção do disco. Com a liberdade criativa entregue a George Martin, a inovação rondava os estúdios de Abbey Road.

“Sgt. Pepper’s” demorou mais de 700 horas para ser gravado e custou cerca de US$ 75 mil, números absurdos naquela época. Para se ter uma ideia, apenas quatro anos antes os mesmos Beatles haviam gravado seu primeiro álbum, “Please Please Me”, em um único dia.

A concepção desse disco surgiu de Paul McCartney, que propôs a seus companheiros que se “transformassem em outro grupo” e sugeriu o nome de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (A Banda do Clube dos Corações Solitários do Sargento Pimenta), inspirado nas bandas com nomes criativos que surgiam nos Estados Unidos naquela época, como “Quicksilver Messenger Service” ou “Big Brother and the Holding Company”.

Paul também foi o idealizador da capa. Paul desenhou em um pedaço de papel uma multidão em uma praça para assistirem Sgt. Pepper e sua banda receberem do prefeito um troféu. Ele contou sua ideia para Robert Frazer que o levou para conhecer Peter Blake, um dos artistas fundadores do Movimento Pop Art. Peter então fez o seu desenho, mudando ligeiramente o conceito inicial, que iria mudar mais até se tornar a capa como nós a conhecemos.

Nessa primeira reunião entre Blake, Frazer e McCartney, nasceu a ideia da banda escolher a galeria de pessoas a serem representadas na capa. Paul então levanta a proposta com os demais Beatles, sugerindo que todos relacionassem nomes de pessoas que admiram e que gostariam de ver na capa.

Abaixo, o rascunho de Blake para o conceito de Paul.

“Sgt. Pepper’s” não se destacou somente por sua música, mas também pela bela arte da capa e pelos encartes. A foto da capa, com os quatro Beatles uniformizados e de bigode, chamou a atenção especialmente pela sua colagem. Nela se pode ver o rosto de várias celebridades, como Marilyn Monroe, Marlon Brando, Bob Dylan, o então chamado Cassius Clay (depois, Muhammad Ali), D.H. Lawrence, Aleister Crowley e até Shirley Temple. Também apareceriam Karl Marx, Gandhi, Hitler e Jesus Cristo, mas foram deixados de fora.

Jesus Cristo não foi incluído por causa da declaração de um ano antes de John, dizendo que os Beatles eram mais populares que ele – isso poderia gerar mais protestos. Hitler, que iria aparecer por insistência de John, foi eliminado por motivos óbvios.

Detalhe de um layout inicial da capa, onde aparecia o rosto de Gandhi.

O rosto do ator mexicano Germán Valdés “Tin Tan”(irmão do também consagrado ator Ramón Valdés, o Seu Madruga do seriado Chaves) aparecia na capa, mas ele não autorizou sua exibição na última hora, enviando em seu lugar uma árvore da vida de Metepec (planta tradicional mexicana) que aparece em um canto.

Veja a seguir quem é quem.

1. Sri Yukteswar
2. Aleister Crowley
3. Mae West
4. Lenny Bruce
5. Stockhausen
6. W.C. Fields
7. Carl Jung
8. Edgar Allen Poe
9. Fred Astaire
10. Merkin
11. The Vargas girl
12. Huntz Hall
13. Simon Rodia
14. Bob Dylan
15. Aubrey Beardsly
16. Sir Robert Peel
17. Aldous Huxley
18. Dylan Thomas
19. Terry Southern
20. Dion
21. Tony Curtis
22. Wallace Berman
23. Tommy Handley
24. Marilyn Monroe
25. William Buroughs
26. Mahavatar Babaji
27. Stan Laurel
28. Richard Lindner
29. Oliver Hardy
30. Karl Marx
31. H.G. Wells
32. Paramhansa Yogananda
33. Stuart Sutcliff
35. Max Muller
37. Marlon Brando
38. Tom Mix
39. Oscar Wilde
40. Tyrone Power
41. Larry Bell
42. Dr. Livingstone
43. Johnny Weissmuller
44. Stephen Crane
45. Issy Bonn
46. George Bernard Shaw
47. Albert Stubbins
49. Lahiri Mahasaya
50. Lewis Carol
51. Sonny Liston
52 – 55. The Beatles
57. Marlene Dietrich
58. Diana Dors
59. Shirley Temple
60. Bobby Breen
61. T.E. Lawrence

Corrida pelo direito de imagem dos artistas:

Na época em que o álbum estava sendo gravado, Brian Epstein, empresário dos Beatles, começou a ter maiores problemas com drogas, tendo ficado internado em um centro de reabilitação de Londres chamado Priory. Wendy Hanson, secretária da Nems (loja de Epstein), havia pedido demissão devido aos abusos de Brian, mas teve de ser recontratada como freelancer para que pudesse ir atrás dos direitos de imagem de todos aqueles que participariam da capa, já que ela era a única que saberia fazer isso.

Sir Joe Lockwood, presidente da EMI à época, chegou a visitar Paul McCartney pessoalmente para falar que eles não usariam a imagem de Gandhi, pois poderiam ser processados. McCartney, então, o rebateu: “Todas aquelas pessoas vão estar satisfeitas por estarem na capa. O que vocês devem fazer é ligar para todas e pedir. Já fizeram isso?”. Ao receber a resposta negativa, ele continuou: “Bom, então telefonem para Marlon Brando ou o agente dele e digam que os Beatles adorariam tê-lo nessa pequena montagem, nas filas da frente. Não se trata de nada que possa prejudicá-lo ou coisa parecida. É uma homenagem que os Beatles estão prestando. Expliquem isso. Acho que as pessoas ficariam satisfeitas em aparecer na capa. Não é pouca coisa estar numa capa dos Beatles”.

Nem todos os artistas da capa foram, de fato, contatados para a obtenção do direito de imagem. Porém, a banda nunca sofreu qualquer tipo de ameaça de processo pelo uso “indevido”.

O ator americano Leo Gorcey foi o único retirado da arte por ter cobrado um valor de US$ 400 por sua imagem. E Gandhi ficou de fora porque a gravadora ficou com medo de os seguidores dele ficarem ofendidos.

Quem escolheu as figuras?

John Lennon: algumas das escolhas de John foram apenas para provocar, mesmo. Entre elas, podemos citar Adolf Hitler e o Marquês de Sade, os dois últimos jamais chegando à arte final. Brigitte Bardot, Lord Buckley, James Joyce e Friedrich Nietzsche também acabariam de fora. Os homenageados presentes são Lenny Bruce, Aleister Crowley, Dylan Thomas, Oscar Wilde, Edgar Allan Poe e Lewis Carroll.

George Harrison: a sua lista só incluiu gurus indianos. São eles: Sri Mahavatara Babaji, Sri Yukteswar Giri, Sri Lahiri Mahasaya e Paramahansa Yogananda.

Ringo Starr: Ringo não se interessou em escolher ninguém para o mural, porém apoiou as escolhas feitas pelos demais.

Paul McCartney: embora nem todos de sua lista de homenageados acabassem na arte final, Paul relacionou suas opções como sendo William Burroughs, Robert Pell, Karlheinz Stockhausen, Aldous Hexley, H.G. Wells, Albert Einstein, Carl Jung, Aubrey Beardsley, Alfred Jarry, Tom Mix, Johnny Weissmuller, Rene Magritte, Tyrone Power, Karl Marx, Richmal Crompton, Dick Barton, Tommy Handley, Albert Stubbins e Fred Astaire.

Peter Blake e Jane Haworth: o casal de artistas contribuiu com a presença de W.C. Fields, Tony Curtis, Dion DiMucci, Bobby Breen, Shirley Temple, Sonny Liston, Johnny Weissmuller e H.C. Westerman.

Robert Frazer: Entre os homenageados, estão lá por sua escolha: Terry Southern, Wally Berman e Richard Lindner.

Curiosidades

  • Muitos acreditam que a capa contenha uma mensagem oculta sobre a suposta morte de Paul McCartney, já que na parte inferior parece haver uma tumba adornada com flores e um contrabaixo também feito de flores com apenas três cordas, o que significaria a falta de um Beatle. Se for verdade mesmo, o “outro” Paul é tão bom ou melhor que o original…

  • Paul McCartney tinha como ideia original a banda vestida em uniformes lembrando o Exercito da Salvação. Os outro três não gostaram e partiram para confeccionar um uniforme próprio. Eles foram feitos na Burman’s, do alfaiate Maurice Burman, que normalmente fazia material militar para filmes épicos. O uniforme da banda de Sgt. Pepper é um somatório de vários estilos de uniformes ingleses em períodos diferentes da história. Cada Beatle escolheu uma cor, optando sempre por cores fortes. A intenção era confrontar o raciocínio tradicional de que uma tropa tem que ser vestida igual, de uma só forma. Literalmente, uniforme…

  • Rara foto, onde se vê o processo de produção:

  • Abaixo, uma das primeiras alternativas para a capa. Nela, pode-se notar além do posicionamento diferente dos quatro Beatles, o bumbo que foi substituído pelo definitivo no decorrer da sessão.

  • O encarte foi também uma sacada inovadora. Além de imprimir as letras das músicas (o primeiro álbum a trazer isso), outra ideia foi incluir um envelope com diversos decalques auto-colantes e tatuagens que colassem na pele com uma lambida. Elementos que remeteriam à infância, quando essas coisas eram dadas na compra de um chiclete ou revista em quadrinhos. Mas a gravadora EMI reclamou muito da despesa extra e da impraticabilidade de toda a ideia. Assim, o meio termo se tornou o encarte. Em um fundo verde de papelão, você teria a opção de recortar, se quisesse, uma medalhinha, um bigode do Sgt. Pepper e o colorido bumbo da banda. O painel também incluía um desenho do Sargento, baseando-se no rosto de um busto que existia no jardim de John e que foi usado na foto da capa (claro que recortei tudo quando comprei minha cópia…)

  • Mas o disco sofreu censura em vários países. Na versão lançada no Sudeste Asiático, Malásia e Hong-Kong, a gravadora retirou as canções interpretadas como relacionadas às drogas e as substituíram por outras, do “Magical Mystery Tour”.

As canções que saíram foram With A Little Help From My Friends, Lucy In The Sky With Diamonds e A Day In The Life. E as substitutas foram:  The Fool On The Hill, Baby You’re A Rich Man e I’m The Walrus (sic).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:
somvinil.com.br
independent. co.uk
whiplash.net
crestivegames.org.uk

Grandes desastres no Photoshop

Há 25 anos, os irmãos John e Thomas Koll lançaram o Photoshop, o programa de edição mais conhecido no mundo – a popularidade é tanta que a manipulação digital de imagens acabou criando um novo verbo: “photoshopar”.

O programa de computador ganhou fama por permitir todos os tipos de alterações em fotos. Com pouco conhecimento, é possível manipular as ferramentas mais básicas. O Photoshop faz parte da rotina de revistas e mesmo de filmes, como o premiado Avatar. No entanto, muitos casos ficaram ainda mais famosos por cair nas mãos dos designers errados.

E aí, a coisa fica realmente complicada…

Por exemplo, a modelo abaixo na prancha de surfe é outra vítima de um tubarão, ou vítima de um designer desastrado?

Há o caso do filho duplicado de Brad Pitt e Angelina Jolie:

Demi Moore, coitada, ficou sem um pedaço do quadril.

Pior é o caso da Claire Danes, que perdeu uma perna!

Mas os erros não se limitam às celebridades internacionais. Os nossos famosos também sofrem. Como a Bruna Marquezine, por exemplo.

É, depois do Photoshop, o mundo definitivamente ficou mais bizarro.

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Arte em cheques… Olha a criatividade!

Há muita gente que ainda usa cheques para pagar suas contas. Mas há outros que usam o talão de cheques para outras coisas.

Como para fazer arte, por exemplo. Veja só:

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As alucinantes esculturas de papel

O chinês Li Hongbo, que vive e trabalha em Beijing, na China, desafiou os conceitos tradicionais da escultura e passou a criar estruturas de papel flexíveis. Aquilo que costuma ser brincadeira de criança, quando você recorta o papel e cria figuras, virou arte, e ele continua buscando seus limites – que, aparentemente, ainda não foram alcançados.

Em janeiro do ano passado, ele inaugurou uma nova exposição em Nova York com esculturas que desafiam a percepção de realidade. Você pensa que são bustos de mármore e, de repente, eles se abrem e esticam. Confira.

Li HongBo Klein Sun AM 41

Li HongBo Klein Sun AM 36

Li HongBo Klein Sun AM 36

É incrível! O vídeo abaixo parece ter sido produzido com efeitos especiais.

E o vídeo a seguir foi feito por uma pessoa que entrou numa galeria de arte em Miami, e o rapaz estava curioso porque um monte de gente se reunia em volta de um busto com um aspecto comum. De repente…

Museu dedicado a arte ruim expõe quadro de Mona Lisa transexual

Ah ! Nada como apreciar a beleza enigmática de uma Mona Lisa! Mas se o caro leitor prefere obras menos… Digamos… Convencionais, é possível deixar de visitar o Louvre em Paris e conhecer o Museum of Bad Art em Boston, nos Estados Unidos.

Mana Lisa, a interpretação transgênero do clássico de Da Vinci

Mana Lisa, a interpretação transgênero do clássico de Da Vinci

O autor da Mana Lisa não está identificado, como boa parte do acervo do museu. Mas não pense que isso facilita para qualquer rabisco integrar a coleção.  Segundo Louise Reilly Sacco, diretora executiva do museu, só são aceitos se forem “sinceros e originais”.

“Procuramos trabalhos que deram errado em algum sentido. Pode ser um trabalho de um artista talentoso que estava buscando algo novo e tomou uma decisão infeliz”, disse Sacco ao tabloide inglês “Daily Mail”.

Por mês, o museu recebe cerca de 20 trabalhos para serem avaliados, mas apenas quatro ou cinco passam a integrar a coleção do museu. Hoje, o museu conta com 600 obras distribuídas em várias galerias.

A seguir, algumas amostras:

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O logotipo do museu explica sua filosofia:

MuseumofBadArt

Logotipos mal elaborados

Farmácia Kudawara… Que tipo de farmácia é essa?

Eles realmente amam as crianças!

Instituto de Estudos Orientais… Esse é f…

A loja se chama Megaflicks, mas como as letras ficaram muito juntas… De repente, sei lá, isso ajuda nas vendas.

Kids Exchange. Mas como escreveram tudo junto, aí já viu.

Belo médico de computador.

Feche um olho…

Eu não ia atualizar este post, mas surgiram duas adições que NÃO POSSO deixar de compartilhar…

Office of Government Commerce, do Reino Unido… Antigamente, eles usavam este logotipo:

Daí, como acontece em todos os departamentos de governo de todos os países, os burocratas que assumiram decidiram “reposicionar as marcas corporativas, no intuito de mostrar à população as novas posturas de governança” e contrataram a peso de milhões (de libras!) um renomado escritório de design londrino. Depois de meses de estudo, eles vieram com isto:

Não sei bem como foi, se alguém imprimiu o logo e o papel caiu no chão em certa posição, ou se alguém estava com torcicolo, o fato é que se você girar a imagem acima a 90 graus sentido horário, você verá isto:

Resultado: depois de centenas de milhares de libras gastas, o novo logo está sendo “reestudado” e a OGC voltou a usar o logo antigo…

1973. Catholic Church’s Archdiocesan Youth Commission lança seu novo logo:

Tudo bem, eram tempos mais simples, mas, caramba… Já naquela época havia uma alteração na visão da sociedade sobre o sacerdócio: de benevolentes cuidadores e orientadores de crianças para molestadores infantis. Quer dizer, apesar de ser um logo bonito, traz uma imagem polissêmica imprudente demais.

ADENDO – a polissemia é a característica de uma palavra (ou imagem) ter um novo sentido além de seu sentido original, guardando uma relação entre elas. Esse recurso da linguagem é muito usado na linguagem publicitária.