O veganismo pode salvar o planeta e milhões de vidas!

Acho que você já ouviu falar do veganismo. E deve conhecer pessoas que aboliram o uso de produtos de origem animal e se tornado veganas. Mas, o que é um vegano? Bem, eu abandonei o consumo de carne (mas ainda não sou vegano 100%) e venho me informando sobre esse tema, o vegetarianismo e os riscos que nosso planeta sofre ao consumir produtos de origem animal.

Sem mais conversa mole, vamos às informações que coletei.

O que é um vegano?

O vegano é a pessoa que pratica o veganismo em todas as suas ações, seja na alimentação ou não. Ele é vegetariano estrito em sua dieta e também não utiliza produtos de origem animal. Ele “busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais”.

 Quem é defendido pelos veganos?

O veganismo é um movimento que busca a libertação animal em todas as frentes possíveis, incluindo mercado, alimentação, trabalho forçado e entretenimento. Vale dizer que isso não envolve apenas os animais não humanos (que são chamados de “irracionais”).

Quem é mesmo o animal irracional?

Ou seja, a libertação dos seres humanos também é defendida. Isso significa que os veganos também buscam eliminar o consumo de produtos oriundos de empresas que exploram a mão de obra escrava, ou similar a ela. Além disso, também há movimentos que apoiam a adoção do veganismo como forma de democratizar o acesso à alimentação — pois cerca da metade dos grãos produzidos no mundo são usados para a engorda de “animais de corte”…

Qual é a diferença entre veganismo e vegetarianismo?

Muitos acham que o “veganismo” é apenas uma dieta. Não, ele é um movimento de libertação animal. A dieta seguida pelos veganos é o “vegetarianismo estrito” – que também é seguida por outras pessoas que não são veganas. Pode parecer confuso, mas é bem fácil entender. Confira na tabela abaixo:

Como se vê, todo vegano é vegetariano estrito. Porém, nem todo vegetariano estrito é vegano. Isso acontece porque há pessoas que não consomem nada de origem animal na alimentação, mas acabam consumindo couro, lã, seda ou vão a eventos com exploração dos animais (incluindo rodeios, zoológicos e parques).

Peixes e frutos do mar?

Se você é vegano ou vegetariano, certamente já ouviu a pergunta “Nem peixe?”. Se você não é, provavelmente já fez a pergunta para algum amigo. E a resposta é bem clara: a dieta vegetariana exclui a carne dos peixes e de outros frutos do mar de seu cardápio.

Por quê?

Porque todos os animais possuem sistema nervoso central e senciência — a capacidade de sofrer, sentir dor ou alegria. Por mais que eles não emitam sons fora da água, eles sentem dor ao serem pescados ou cortados ainda vivos. Ao serem retirados da água, morrem em um doloroso processo de asfixia. Sabia disso?

Por que não consumir ovos e leite?

Há quem diga que o leite e os ovos não são um problema, pois são obtidos sem a necessidade de matar um animal, o que acontece com a carne. Porém, existe uma série de observações sobre o método de obtenção desses produtos que a gente tem que saber…

Leite

Como em toda espécie de mamífero, para que a “vaca leiteira” produza leite, é preciso que ela seja mãe. Na indústria, as vacas são emprenhadas com inseminação artificial e, depois do parto, têm seus filhotes levados embora: as fêmeas são encaminhadas para o mesmo processo e os machos são abatidos ainda bezerros, para abastecer o mercado de vitelos.

A expectativa de vida de uma vaca criada solta é de cerca de 20 anos, mas as vacas leiteiras geralmente são abatidas com menos de 8 anos. Isso acontece porque elas começam a apresentar problemas de reprodução após várias gestações forçadas, problemas de locomoção e outras inflamações.

Ovos

Assim que nascem, as galinhas são debicadas (têm os bicos arrancados) sem anestesia. Isso é feito para que elas não machuquem umas às outras ao serem submetidas a situações de muito stress — o que acontece, já que até oito galinhas dividem gaiolas com pouco mais de 0,2 m². Veja na foto acima…

As galinhas poedeiras podem passar a vida inteira sem ver a luz do sol, sem poder caminhar e sem poder viver do modo natural…

Mas vocês comem só samambaia?

Geralmente, costuma-se pensar que os veganos e vegetarianos comem apenas saladas sem gosto e sem tempero, mas essa imagem é completamente errada. Eles comem cereais, frutas, legumes e qualquer outro alimento que venha das plantas, além de algas e cogumelos.

E isso não quer dizer que as comidas sejam apenas cruas — muito pelo contrário. Com algumas receitas, é possível fazer alimentos saborosos e totalmente saudáveis. Além disso, também há muito “Junkie Food” vegano, pois a variedade de hambúrgueres, doces e frituras que podem ser feitas é gigantesca. E mais… É possível comer tudo isso sem ingerir um único grama de soja se você não quiser.

E as proteínas?

Costuma-se pensar que carnes são a única fonte de proteína, mas isso não é verdade. O próprio Ministério da Saúde do Brasil já reconheceu o vegetarianismo como uma forma saudável e completa de se alimentar. Isso porque todos os aminoácidos essenciais para a produção de proteínas dentro do seu corpo podem ser conseguidos por meio dos vegetais.

Existe apenas um nutriente que não podemos encontrar na dieta vegetariana: a vitamina B12. Ela é produzida por bactérias e cianobactérias, com as quais a humanidade tem pouco ou nenhum contato atualmente e é encontrada em ostras, carne, peixes, manteiga, etc, mas tudo em pequena quantidade. Isso significa que uma boa parcela da população — vegetariana ou não — pode apresentar deficiência ou insuficiência de B12. Felizmente, existem diversas suplementações sintéticas da vitamina.

O que aconteceria se todo mundo adotasse o veganismo?

Uma pesquisa publicada pela Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America no começo deste ano aponta que, ao contrário de alguns medos comuns que a desinformação pode causar, a dieta vegana pode ser muito boa para você – e, claro, para o planeta todo também.

Segundo o relatório, se todas pessoas adotassem o veganismo a partir deste ano, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. Teríamos 8,1 milhões a menos de vítimas de doenças associadas a diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta atual.

Se o mundo adotasse o vegetarianismo,  7,3 milhões de mortes seriam evitadas. Mas, na hipótese de que as pessoas passassem a adotar uma alimentação que exclui a carne, mas atende às recomendações da Organização Mundial de Saúde, 5,1 milhões de vidas acabariam poupadas.

11 alimentos vegetarianos ricos em proteínas

E é possível conseguir as proteínas necessárias ao organismo sem consumir carne. Vários vegetais possuem uma grande quantidade desse nutriente, basta saber quais são eles e como combiná-los para chegar a uma dieta saudável, e abaixo vai uma listinha. Maaasssss… Para encontrar uma dieta adequada para você, consulte um médico ou nutricionista!

Leguminosas

O feijão é uma ótima fonte de proteínas de origem vegetal. Além dele, favas, lentilhas, ervilhas e alguns cereais também são ricos nesse nutriente. Mas aqui tem um segredo: esses alimentos precisam ser combinados com outros, para que a união dos aminoácidos resulte em proteínas de boa qualidade. Alguns exemplos de combinação são arroz + feijão; lentilhas + trigo sarraceno; quinoa + milho e arroz integral + ervilhas vermelhas.

Tomate

Você sabia que o tomate é bom para manter um bom bronzeado? Isso porque ele é rico em betacaroteno, que atua na produção de melanina. De todas as calorias do fruto (que ele é fruto você sabia, né?), 18% vêm das proteínas do tomate. Ele também é rico em licopeno (antioxidante), vitaminas A, B e C, fósforo, ferro e potássio.

Repolho

Essa verdura é uma boa fonte de proteínas, com 22% de suas calorias vindas desse nutriente. O repolho também tem grandes quantidades de vitaminas C, A, B1, B2, B6 e K, ácido fólico, fibras, cálcio, fósforo e enxofre.

Pimentão

O pimentão está longe de ser consenso quando se fala em sabor. Mas quando o assunto é proteína, é batata – aliás, pimentão. O vegetal possui 22% de suas calorias provindas desse tipo de nutriente. No pimentão, há boas quantidades de vitaminas C e A e minerais como cálcio, fósforo e ferro.

Pepino

O pepino não é somente bom para a pele. Ele também é bom para os músculos, pois é uma boa fonte de proteína. Do total de suas calorias, 24% provêm desse nutriente. Pepinos também são ricos em vitamina C, B5, potássio, magnésio, folato, fibras e antioxidantes. Dentre suas principais qualidades, estão a capacidade calmante, e as ações anti-inflamatória, digestiva, estimulante, remineralizante, diurética, tônica e laxativa (ou seja, bom para quem tem prisão de ventre).

Salsinha

Quem diria que aquele verdinho que se coloca como enfeite na comida seria uma ótima fonte de proteínas! Mas 34% de todas as calorias da salsinha provêm desse nutriente. O problema é só a quantidade que você vai ter que comer do tempero, já que 100 gramas de salsinha possuem somente 34 calorias. Mas a dedicação vale a pena: as folhinhas que também servem para a decoração de pratos são ricas em vitaminas C, B6, B2, manganês, cálcio, zinco e ferro. Sua principal atuação no organismo é afinando o sangue, o que contribui no combate às doenças cardiovasculares.

Cogumelos

Pouco consumidos e relativamente caros no Brasil, os cogumelos comestíveis são uma excelente fonte de proteínas – e o melhor, muito pobres em gordura! De todas as calorias dos cogumelos, 38% provêm das proteínas, e os danadinhos ainda são excelentes fontes de vitaminas B2, B3 e B5, selênio, cobre, triptofanos (aminoácido presente no código genético), potássio e fósforo. .

Couve-flor

Da mesma família do brócolis, da couve e do rabanete, a couve-flor também é rica em proteínas: 40% do total de suas calorias são derivadas delas. O sabor suave desse vegetal possibilita que ela seja protagonista ou coadjuvante em várias receitas (gratinada é de raspar o prato!). Ela atua na proteção do organismo contra doenças cardíacas, osteoporose e mal de Alzheimer, alivia a hipertensão e previne a calvície.

Brócolis

Cem gramas de brócolis contém aproximadamente 36 calorias. Dessas, 45% são derivadas das proteínas. Esse vegetal também é rico em minerais, como cálcio, potássio, ferro, zinco e sódio e possui grande quantidade de vitaminas A, C, B1, B2, B6 e K.

Couve

Elemento-chave na culinária mineira, 45% das calorias da couve vêm das proteínas. A hortaliça também é rica em vitaminas A, B6, C e K, além de ter muito ferro e cálcio. Possui ação vermífuga, ajuda no combate a problemas do fígado e do estômago, é benéfica para quem possui prisão de ventre e diminui os sintomas da asma e da bronquite. Estudos mais recentes relacionaram esse santo remédio à diminuição da multiplicação de células cancerígenas.

Espinafre

Quase metade (49%) das calorias do espinafre vêm das proteínas. Além disso, o vegetal de folha verde escura também é rico em Ferro, Fósforo, Cálcio, vitamina A e vitaminas do complexo B. Assim, ele atua no combate às anemias, à fadiga, à hipertensão, hemofilia, pedras nos rins, artrites e escorbuto. O espinafre ajuda a fortalecer os dentes e os ossos, favorece os sistemas digestivo e nervoso e diminui a queda de cabelos.

 

O vídeo a seguir, da BBC, não tem nada a ver especificamente com veganismo ou vegetarianismo, mas ele trata da preservação de nosso planeta. Mostra, através de imagens belíssimas, de que forma nossa Mãe Terra está sendo ferida quando destruímos as florestas, sujamos a água e dizimamos os animais, e o mal que o consumismo causa a todos nós. Vale a pena assistir e nos conscientizar do mal que estamos todos fazendo.

O vídeo não tem nada a ver com o assunto deste post, mas… Tem tudo a ver!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

superinteressante

wikipedia

mudaomundo.org

megacurioso.com.br

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10 animais recrutados para a guerra

Os seres humanos têm recrutado animais para ajudar a combater as suas batalhas há muito tempo, e os militares de hoje usam uma gama ainda maior de criaturas para todo tipo de tarefa. Isso pode parecer estranho, considerando que cães, cavalos e outros animais certamente não evoluíram para essa finalidade. No entanto, a natureza certamente não só foi útil como também inspirou os engenheiros a criarem imitações mecânicas.

Observe na lista abaixo algumas das criaturas que se tornaram recrutas inconscientemente, tanto nas antigas quanto nas modernas guerras.

10) Bombas de morcego

Os mamíferos voadores tornaram-se parte de um experimento bizarro durante a Segunda Guerra Mundial. Um cirurgião-dentista americano propôs anexar minúsculas bombas incendiárias a morcegos. Dessa forma, as criaturas incendiariam as cidades japonesas quando voassem para alojarem-se nos telhados de edifícios. Mas a ideia fracassou logo após ter recebido aprovação do presidente Roosevelt. Muitos morcegos não cooperativos simplesmente caíram no chão como pedras ou voaram para longe, apesar do exército americano ter testado 6.000 mamíferos em seus experimentos. Ainda assim, as bombas-morcego conseguiram atear fogo a uma aldeia simulada japonesa, um hangar do exército americano e um carro. Atualmente, os cientistas estudam como a mecânica de voo do morcego poderia inspirar futuros modelos de aeronaves e robôs-espiões.

9) Cavalaria de camelos

Camelos foram muito utilizados no deserto do Norte de África e do Oriente Médio durante os tempos antigos, dada a sua capacidade de sobreviver em condições duras e muitas vezes sem água. O cheiro dos camelos teria causado medo à cavalaria do inimigo, mesmo que eles não fossem tão úteis em um choque de tropas. Alguns povos equipavam seus camelos com armaduras, artilharia, etc. Mas eles não se saíam tão bem fora de seus limites naturais, onde os cavalos se tornaram os preferidos para montaria em batalhas. O papel de combate dos camelos diminuiu rapidamente com o desenvolvimento de armas de fogo em 1700 e 1800, mas ainda foi útil em algumas situações, como para as forças árabes durante a Primeira Guerra Mundial.

8 ) Abelhas zangadas

Abelhas com seus ferrões podem ser armas poderosas quando provocadas. Antigos gregos e romanos as usaram para deter tropas inimigas, catapultando colmeias inteiras em cima delas.  Uma utilização mais direta de abelhas furiosas ocorreu durante os cercos em castelos na Idade Média, bem como durante a Primeira Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã.

7) Patrulha de leões marinhos

Leões marinhos têm uma visão excelente mesmo com pouca luz, ouvem bem debaixo d’água, podem nadar a 40 km/h e fazem mergulhos repetidos de até 300 m. A Marinha americana os treina para localizarem e marcarem minas. Um cinto especial atado aos leões marinhos carrega câmeras de vídeo que fornecem uma visão do fundo do mar ao vivo.

6) Pombos-correio

Os pombos estiveram entregando mensagens durante a maior parte da história humana, por causa de suas habilidades de navegação, que lhes permitem voltar para casa depois de viajar centenas de quilômetros. E ganharam muita fama militar durante a Primeira Guerra Mundial, quando as forças aliadas usaram cerca de 200.000 deles. Um pombo chamado Cher Ami ganhou um prêmio francês pela entrega de 12 mensagens (sendo que a última foi entregue mesmo após o coitado ter sofrido ferimentos graves de bala) além de ter sido creditado por salvar um batalhão americano perdido, e que havia sido cercado por forças alemãs. Outro grupo de 32 pombos ganhou uma medalha britânica durante a invasão do Dia D na Segunda Guerra Mundial, quando os soldados aliados fizeram silêncio no rádio e usaram os pombos para transmitir mensagens. Hoje, por causa dos avanços tecnológicos em comunicação, os pombos se aposentaram do serviço militar.

5) Golfinhos da Marinha

Os golfinhos têm servido, ao lado de leões-marinhos, patrulhando os mares desde 1960. Seu sistema de sonar sofisticado pode ser usado para pesquisa de minas com base no conceito de ecolocalização. Um golfinho envia uma série de “cliques” que são refletidos pelos objetos e retornam para o golfinho, permitindo que eles obtenham uma imagem mental do objeto. Dessa forma, eles comunicam ao seu manipulador humano, usando o mecanismo de resposta “sim ou não”. O manipulador acompanha a resposta, e pode, se receber um “sim”, enviar o golfinho para marcar o local do objeto com uma boia. Essa habilidade de marcar minas foi útil tanto durante a Guerra do Golfo quanto na Guerra do Iraque. Golfinhos também podem marcar nadadores inimigos, mas a Marinha americana nega rumores sobre treinar golfinhos para usar armas contra humanos…

4) Elefantes de guerra

Os maiores mamíferos terrestres deixaram sua marca na guerra como criaturas capazes de devastar formações de tropas inimigas. Os elefantes podem atropelar os soldados, perfurá-los e até mesmo lançá-los para longe com suas trombas. Antigos reinos na Índia podem ter sido os primeiros a domar elefantes, mas essa prática logo se espalhou para os persas, gregos, cartagineses e romanos. Os cavalos temem a visão e o cheiro dos elefantes, e os soldados também tiveram que lidar com o terror psicológico de enfrentar os enormes animais. O advento de canhões no campo de batalha acabou com seu papel em combates, e eles foram usados para transporte de carga e de materiais até a Primeira Guerra Mundial.

3) Mulas militares
Mulas têm desempenhado um papel crucial nas guerras, carregando alimentos, armas e outros suprimentos necessários, e se tornaram preferência para o transporte de cargas devido à sua maior resistência. Várias legiões e exércitos usaram mulas, e elas continuam a ser úteis até hoje, como nas forças especiais americanas, onde fuzileiros navais e soldados dependem dos animais para abastecer postos remotos nas montanhas do Afeganistão.
2) Cachorros de guerra

Os cães participam de guerras há anos. As raças grandes serviram como cães de guerra no campo de batalha e como sentinelas para diversos povos. Os romanos equiparam alguns dos seus cães com coleiras perfurantes e armaduras, e os conquistadores espanhóis também utilizaram cães armados durante a conquista da América do Sul. A guerra moderna reduziu seu papel para mensageiros, farejadores, batedores e sentinelas. Os militares americanos treinaram seus cães como farejadores para trabalhar no Iraque e no Afeganistão.

1) Cavalos

Talvez nenhum outro animal tenha desempenhado um papel tão grande na história da guerra como o cavalo. Os homens os domesticaram há muito tempo, e logo foi usado nas guerras em grande escala. Os antigos egípcios e chineses usavam cavalos puxando charretes como plataformas estáveis para lutar, antes da invenção de uma sela eficaz. A estabilidade proporcionada pela combinação de sela e estribo permitiu que os mongóis lutassem eficientemente e disparassem flechas de cima dos cavalos, o que os ajudou a conquistar a maior parte do mundo conhecido de então. E a utilização de cavalos de combate veio até a era da guerra moderna, quando os tanques e metralhadoras entraram na briga.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

Hypescience.com

Qualquer animal que pousa nesse lago vira estátua… Verdadeiro ou falso?

Li essa matéria outro dia e fiquei tão impressionado com as fotos de filme de terror que resolvi compartilhar:

(New Scientist)

Dizem que há um lago na Tanzânia, na África, com um segredo mortal: ele transforma qualquer animal que o toca em pedra. O raro fenômeno é causado pela composição química do lago, e as criaturas petrificadas que ele cria parecem ter saído de um filme de terror. Isso acontece devido ao pH do lago, que fica entre 9 e 10,5 – uma alcalinidade extrema que preserva os bichos por toda a eternidade.

Elas foram fotografadas por Nick Brandt para seu novo livro, Across the Ravaged Land (Por toda a terra devastada). Ele diz:

“Eu inesperadamente encontrei as criaturas – todo tipo de pássaros e morcegos – ao longo da costa do Lago Natron, no norte da Tanzânia. Ninguém sabe ao certo exatamente como eles morrem, mas parece que o lago reflete bastante a luz e isso os confunde. Assim como pássaros colidem com janelas de vidro, eles caem dentro do lago. A água possui um teor extremamente alto de sal e de alcalinidade, tão alto que consumiria a tinta das minhas caixas de filme Kodak em poucos segundos. A base e o sal fazem as criaturas se calcificarem, perfeitamente preservadas, à medida que secam.

Eu tirei essas criaturas de onde as encontrei no litoral e, em seguida, coloquei-as em posições “vivas”, trazendo-as de volta para a “vida”, por assim dizer. Reanimados, vivos outra vez na morte”.

Abaixo, algumas das imagens fantasmagóricas. Você encontrará todas no livro de Brandt.

Ashley Feinberg, fotos de Nick Brandt.

animais pedra nick brandt (2)

animais pedra nick brandt (3)

Calcified Bat II

Calcified Fish Eagle

Aí, fui checar se essa história é verdadeira… É, mas nem tanto…

Verdadeiro ou falso?

Da maneira como está sendo veiculada na web, a notícia dá a entender que os animais fotografados viraram estátuas apenas após um banho no lago, mas não é bem assim que acontece…

De fato, o Lago Natron existe e fica no Vale do Rift, ao norte da Tanzânia. São 3 metros de profundidade de águas com enorme quantidade de sal alcalino e, à medida que evapora na época da seca, aumenta muito a taxa de sal da região. Além disso, a presença de natrão (carbonato de sódio hidratado) e a temperatura elevada em alguns pontos (há locais que chegam a 60° C!) fazem com que poucos animais consigam viver ali.

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No entanto, ao contrário do que afirmaram muitos sites, existe vida no lago. Vários microrganismos adaptados a ambientes salinos conseguem se desenvolver em lugares como esse, como por exemplo, algumas cianobactérias (que possuem uma cor avermelhada, bastante característica das águas do Natron).

Além delas, o Lago Natron também é lotado de flamingos, que passam o dia comendo essas cianobactérias, e também de um tipo de tilápia que vive e se reproduz próximo às nascentes de água quente que brotam em certos pontos no lago.

Abaixo, um vídeo mostrando o lago:

As estátuas fotografadas

Os animais que aparecem nas fotos foram animais vivos que ficaram preservados no sal com natrão, mas isso não aconteceu instantaneamente!

O natrão presente no lago é um poderoso bactericida e dessecante e chegou a ser usado pelos egípcios para a mumificação de faraós, mas na verdade, os animais que aparecem nas fotos morreram de outras causas, alguns podem até ter se afogado, e acabaram parando nas margens do lago. Com o tempo (e muito calor, natrão e sal) acabaram se desidratando e ficando com aparência de estátuas de pedra.

As fotos são magníficas, mas foram montadas por Nick Brandt – como ele explica em seu livro -, que pegou os animais mortos no lago e os colocou em posições como se ainda estivessem vivos.

Os Heróis esquecidos da Primeira Guerra Mundial

Estou traduzindo um livro que se passa na 1ª Guerra Mundial, e por causa dele descobri um fato que eu ignorava: a quantidade e a variedade das espécies de animais que o homem “convocou” para a guerra.

Claro, eu sabia que os seres humanos usam animais nas batalhas desde que o homem é homem. Os exércitos tinham enormes contingentes de soldados montados em cavalos, camelos, elefantes… Mas a 1ª Guerra Mundial foi um ponto de mudança. Eles não usaram apenas cavalos (estima-se que quatro milhões deles morreram no período), mas também cães e até elefantes!

Foi a partir desse conflito que o homem passou a contar com uma capacidade de destruição desconhecida até então, com máquinas de guerra pesadas como os tanques e os carros blindados, e de máquinas de destruição que vinham até pelo ar! Mas não dispensaram os animais, porque dizia-se que todos os recursos deviam ser utilizados na “Guerra que iria acabar com todas as Guerras’, expressão cunhada pelo escritor H. G. Wells (comento sobre o escritor neste post).

Ainda eram frequentes os ataques das cavalarias, mesmo contra as recém-inventadas metralhadoras. O resultado eram valas cheias dos corpos dos animais.

Para o transporte de equipamentos e materiais, os militares usaram tudo o que puderam encontrar: elefantes…

Renas…

E cães.

Os cães, aliás, eram treinados para diversas outras funções: como enfermeiros, levando medicamentos; como mensageiros, distribuindo instruções dos comandantes de uma trincheira a outra em meio ao tiroteio, ou ainda ajudando os próprios soldados, transportando munição e protegidos dos gases tóxicos – que foram usados pela primeira vez nesse conflito.

E todos conhecem o papel importante desempenhados pelos pombos-correio, numa época em que as comunicações eram precárias.

A estupidez da guerra fazia com que os soldados procurassem alguma forma de deixar aqueles momentos mais toleráveis, e os animais ajudavam também nisso.

E a perda de seu companheiro fiel era muito lamentada…

Quem é o animal irracional, mesmo?

 

 

 

Fonte:
http://www.mdig.com.br

Aranhas tecem véu em cidade australiana

A Austrália tem muitos encantos, conheço muitos brasileiros que se mudaram para lá e estão conseguindo um padrão de vida que dificilmente teriam no Brasil… Mas é um país que tem uns bichos estranhos… Por exemplo, o “demônio da Tasmânia”.

Não, não é o coadjuvante do Pernalonga em suas aventuras, mas o verdadeiro marsupial carnívoro, que é extremamente forte para seu porte. E para quem não sabe, a Ilha da Tasmânia é um estado da Austrália. As orelhas do bicho ficam vermelhas quando ele fica irritado devido ao grande fluxo sanguíneo. Esse é um ótimo aviso para você se mandar, porque sua mordida pode quebrar ossos.

Outro animal estranho é o peixe-pedra! Sim, isso mesmo!

É o peixe mais venenoso do mundo. Segundo os cientistas, a dor mais forte do planeta é causada por ele, que vive em águas rasas e pode ser confundido com pedras e corais – e pode ser pisado. Aí literalmente é onde mora o perigo, porque o peixe-pedra tem cerca de 13 espinhos venenosos alinhados na região dorsal. Quando uma pessoa pisa no peixe-pedra. é injetada uma grande quantidade de veneno que causa uma dor intensa e agonizante, e se o ferimento causado pelos espinhos do peixe for muito profundo, o veneno pode causar choque, delírios, paralisia e a morte de tecidos. O que se tem que fazer imediatamente é procurar ajuda médica!

Como se não bastassem esses e outros bichos estranhos, a Austrália ainda tem mais de 10 espécies de escorpiões e 150 de aranhas, algumas delas muito venenosas e cuja picada pode ser fatal para o ser humano. E um fato inusitado ocorreu no verão passado em Wagga Wagga, uma simpática cidade em New South Wales, no sudeste do país.

As fortes chuvas daquele ano causaram inundações e obrigaram muitos moradores a deixarem suas casas até que as águas recuassem. E o que se viu então foi uma cena incrível: os campos pareciam estar cobertos de neve!

O estranho era que não costuma nevar naquela região, e muito menos no verão! Na verdade, o que de longe parecia neve era um “campo de refugiados” das aranhas! O que aconteceu é que o véu branco que recobria a paisagem eram milhões de teias de aranha tecidas por aranhas-lobo que, fugindo da inundação, vieram se refugiar perto dos humanos.

Owen Seeman, especialista em aracnídeos do museu de Queensland, disse que aquilo foi um fenômeno curioso porque aquela espécie de aranha geralmente tem um comportamento solitário.

Editora Globo

Ele e outros especialistas garantiram que as criaturas não ofereciam qualquer perigo à população, e estavam apenas tentando escapar das enchentes. Para onde olhasse, você enxergava aquele véu tênue cobrindo os campos, as plantas e as flores, cada véu habitado por milhares de minúsculas aranhas.

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Assim que as águas baixaram, as aranhas voltaram para seu habitat natural, que é as margens dos rios. Para alívio da população!

spiders_02Só na Austrália, mesmo…

 

Fontes:

Buzzfeed
http://revistagalileu.globo.com
http://www.viralnova.com

 

Momentos felizes dos bichos!

Estresse, medo, ansiedade, depressão, agressividade…
Os bichos, assim como nós, sofrem de tudo isso. Motivos não faltam… No caso dos animais de estimação é menos difícil reconhecer quando estão tristes ou deprimidos. O cachorro, por exemplo. Se ele não tiver um quintalzinho que seja para brincar e se exercitar à vontade, não vai viver lá muito feliz. Caso passe boa parte do tempo na mais completa solidão, idem.
Quanto ao gato, por trás daquele ar de felina superioridade esconde-se um ser carente. Pois é, cães e bichanos são sensíveis ao que acontece ao seu redor. Basta ver a reação apavorada deles a trovoadas e rojões.
A perda de um companheiro faz o bicho sofrer. O mesmo acontece quando nasce um bebê na família que o adotou e ele deixa de ser o centro das atenções. Mudanças de ambiente, uma viagem de curta duração, a ida ao pet shop para os cuidados com a higiene ou a estadia num hotelzinho também são fatores capazes de causar um certo estresse.
Assim como se pode reconhecer quando o animal está triste, também podemos perceber quando ele está feliz. Nas fotos abaixo, algumas pessoas tiveram a sorte de captar alguns desses momentos de alegria dos bichinhos.
Curta essa emoção!
Bem, este amigo enfiou o nariz onde não devia… Eh, eh, eh!

Resoluções de Ano Novo

Todo ano que começa, a gente se prepara para ele fazendo um balanço do ano que passou e prometendo corrigir uma porção de coisas no ano que se inicia. Se você ainda não decidiu suas resoluções para 2012, aqui seguem algumas sugestões:

Não arrumar problemas.

Encarar desafios.

Fazer exercícios.

Ajudar o próximo.

 Cuidar dos amigos.

Estar preparado para dias difíceis.

Descansar mais.

Acreditar que nada é impossível. 

FELIZ 2012!