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Cenas de filmes antes e depois dos efeitos especiais

Grandes sucessos de bilheteria atualmente dependem cada vez mais dos técnicos e especialistas em efeitos especiais. Claro que boas histórias e bons atores nunca serão dispensáveis, mas filmes arrasa-quarteirões como “Planeta dos Macacos” ou “Avatar” provavelmente não teriam sido tão convincentes em seus universos fantásticos sem esses truques. Que, quanto mais perfeitos forem, menos a gente vai perceber – e aí reside a magia eterna do cinema.

Veja nas cenas abaixo o quanto os efeitos especiais são fundamentais em muitos filmes.

Caçadores de Obras-Primas

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Homem de Ferro

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As Aventuras de Pi

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Planeta dos Macacos: a Origem

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Os Vingadores

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Malévola

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Alice no País das Maravilhas

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Gravidade

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Matrix

Piratas do Caribe: O Baú da Morte

The Walking Dead

300

Batman, o Cavaleiro das Trevas

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As mil faces de Audrey Hepburn

Para quem nunca ouviu falar,  Audrey Hepburn foi uma premiada atriz e modelo belgo-britânica, ativista humanitária e embaixatriz da ONU (papel hoje ocupado por Angelina Jolie) e que foi eleita a atriz mais bonita da história de Hollywood numa sondagem realizada por uma TV inglesa.

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Estrela de inúmeros filmes, tornou-se um ícone com “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s), filme de 1961 dirigido por Blake Edwards e onde ela foi vestida por  Yves St. Laurent Givenchy. *

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As roupas e acessórios que Audrey usou nesse filme continuam inspirando mulheres durante todos esses anos, quando se procura elegância e sofisticação.

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Mas a gente se esquece, como acontece com os maiores atores e atrizes, que eles são pessoas como nós (exceto pelas montanhas de dinheiro que possuem…). As fotos abaixo mostram Audrey Hepburn em situações que comprovam que, além de ser uma das atrizes mais famosas e conhecidas da história da Hollywood, ela era uma mulher bonita e alegre e com os pés bem plantados no chão!

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* CORREÇÃO: cometi um erro na informação sobre o estilista de Audrey em “Bonequinha de Luxo”, felizmente corrigido pela leitora ELIANA FELIPE DEVENUTO. Ao contrário do que afirmei, foi Givenchy, e não St. Laurent.  Givenchy teve em Audrey sua musa inspiradora, amiga e a responsável por muito de seu sucesso internacional. Além de Audrey Hepburn, Givenchy vestiu outras tantas famosas, como Jacqueline Kennedy, Grace Kelly e a duquesa de Windsor.

 

 

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Fotos raras de gente famosa

Acho muito legal cavar essas fotos antigas…

Angelina Jolie aos 8 anos

O jovem Termin… Ops, digo, Schwarzenegger

Chuck Norris e Bruce Lee!

Charlie Chaplin e Albert Einstein

Charlize Theron na formatura do ginásio

Diane Keaton e Al Pacino zoando nas filmagens de “O Poderoso Chefão”

E o Harrison Ford zoando nas filmagens de “O Império Contra-ataca”

Os produtores anunciando o elenco de “Harry Potter”, em 2000

E, 9 anos depois, o mesmo elenco almoçando num intervalo das filmagens.

Jessica Alba e um nerd no álbum de formatura do colégio

Precisa dizer quem são?

Também não precisa dizer quem são…

Steve Jobs e Bill Gates

George Lucas e Steve Spielberg nas filmagens de “Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida”

Tom Hanks sacaneando o Oscar de alguém

Putz… esse é o Brad Pitt ainda no ginásio…

Emma Watson pequenininha!

O Nicholas Cage pequeno

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Canhotos, essa gente da esquerda!

Quantas pessoas que acompanham este blog são canhotas? Estima-se que entre 10 e 12% das pessoas sejam canhotas no mundo. Muita gente, não?

Quais são os motivos que tornam alguém um canhoto? A ciência ainda não tem certeza, mas pesquisas apontam que o motivo seja uma combinação complexa entre uma predisposição genética e o ambiente em que a criança se desenvolve. Isso porque, apesar de não haver o ‘gene da mão esquerda’, normalmente canhotos têm mais membros da família que sejam canhotos também (há uma comprovação dessa afirmação mais abaixo). Agora, que é difícil a vida de um canhoto é, porque o mundo é basicamente construído por destros.

E há algumas curiosidades de fato chamativas com relação aos canhotos. Por exemplo:

  • De acordo com alguns estudos, canhotos possuem uma melhor noção espacial e são melhores com números e matemática. Enquanto isso, destros possuem uma melhor habilidade verbal.
  • Em um experimento recente divulgado na conferência da British Psychology Society, canhotos que assistiram “O silêncio dos inocentes” mostraram mais sinais de medo do que os destros. A explicação científica é que isso acontece porque o lado direito do cérebro é o dominante em canhotos – e é ele o responsável pela sensação do medo.
  • Uma prova de que a habilidade com a mão esquerda é transmitida entre famílias são os canhotos da família real britânica: a Rainha Elizabeth, o Príncipe Charles e o Príncipe William são canhotos.
  • Mamíferos também podem ser destros ou canhotos, de acordo com Stanley Coren, psicólogo da Universidade de British Columbia. É possível notar que eles favorecem o uso de uma pata dianteira em detrimento da outra.
  • Apenas 50% dos canhotos usa o mouse do computador com a mão esquerda. Da mesma forma, 68% usam a mão direita para cortar algo com tesouras e 74% cortam alimentos com a faca na mão direita. São reflexos de uma sociedade majoritariamente destra.
  • Os romanos utilizavam a palavra “sinister” para “esquerda” e “afortunado”. A palavra vem de “sinus”, o bolso da toga dos romanos, que ficava, obviamente, do lado esquerdo. Mas, com o passar do tempo, as coisas mudaram: os romanos começaram a valorizar o bolso direito e a palavra “sinister” passou a significar “azarado”. Vem daí a palavra portuguesa “sinistro”.
  • Desafiando as probabilidades, 4 dos 5 designers originais do Mac eram canhotos e dos cinco últimos Presidentes dos Estados Unidos três são canhotos: Obama, Clinton e Bush Jr.

E existem canhotos muito famosos, além do Presidente Obama. São tantos que não daria para citar aqui, mas alguns deles são:

E, claro, não poderia faltar o canhoto mais famoso de todos:

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Atores que QUASE conseguiram papéis icônicos no cinema

Todo mundo que gosta de cinema sabe que certos papéis acabam marcando um ator para sempre, por mais que ele atue em outros filmes com igual, ou maior sucesso. Parece que aquele determinado papel foi feito para ele, e mais ninguém.

Normalmente, os estúdios testam três ou mais atores para os papéis mais importantes de suas produções, e nem sempre aquele que foi o preferido, ou cujo teste foi o melhor, acaba sendo o escolhido. Por exemplo, Jon Voight ( o pai da Angelina Jolie) não foi a primeira escolha para “Perdidos na Noite”, filme pelo qual ele ganhou um “Globo de Ouro” pela atuação. O ator que tinha sido escolhido em vez dele não foi liberado pelo estúdio no qual estrelava um seriado de TV. Foi o mesmo caso de Tom Selleck, a primeira escolha de Spielberg para o papel de Indiana Jones  – ele também não foi liberado pelo estúdio, no qual era o astro da série de TV “Magnum”.

Descobri que há outros casos assim emblemáticos. Veja só:

 Kelly McGillis, que tinha ficado famosa em “Top Gun”, tinha sido a escolha inicial para o papel que acabou lançando Sharon Stone para o estrelato. Sinceramente, não consigo imaginar outra atriz fazendo esse papel…

Robin Williams foi cotado para o papel que acabou consagrando o fantástico Jack Nicholson em “O Iluminado”… Williams disse que não se sentiria bem no papel. Já o vi em papéis dramáticos e tenho dúvidas da afirmação dele. Mas Nicholson dá um show.

Michelle Pffeifer recusou o papel que acabou nas mãos de Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes”, porque considerou o roteiro do filme violento demais. Acho que o Hannibal Lecter teria apreciado Michelle, servida com ervilhas e acompanhada de um Chianti.

Ewan McGregor recusou o papel de Neo em “Matrix” para fazer Obi-Wan Kenobi em “Star Wars: A Ameaça Fantasma”. Gosto muito de Star Wars (dos episódios originais), mas acho que Ewan não fez uma boa escolha, porque Neo marcou para sempre seu intérprete, Keanu Reeves – e teria acontecido o mesmo com ele.

John Travolta recusou de cara o papel de Forrest Gump e nem quis fazer os testes de câmera. Deve ter achado o personagem muito bobo, sei lá. O fato é que essa recusa abriu caminho para Tom Hanks entregar um de seus melhores desempenhos no cinema, com frases inesquecíveis, como: “Mamãe sempre dizia que a vida é como uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar”.

Quase que Tony Stark teve a cara do Tom Cruise… Por sorte, o astro pediu algumas mudanças no roteiro e os produtores não aceitaram, então ele recusou o papel. Ufa, ainda bem…

 

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Uma cena simples que se eternizou no cinema

Outro dia vi um post dos amigos Cristina de Carli e Sergio Slomonog que comentava uma cena do filme “Amargo Pesadelo” (Deliverance, 1972), dirigido por John Boorman e estrelado por Jon Voight (o pai da Angelina Jolie, para quem não sabe, e ator diversas vezes premiado, inclusive com o Oscar) e Burt Reynolds (muito popular nos anos 1970 e premiado com o Globo de Ouro).

Esse filme trata de quatro amigos que resolvem descer as perigosas corredeiras do rio Cahulawassee antes de sua inundação para formar uma represa, apesar das advertências dos moradores sobre os perigos da correnteza. Envolvidos com as belezas naturais daquelas florestas, deixam-se levar pela emoção, mas dois montanheses começam a persegui-los e aterrorizá-los.

Esse foi um dos filmes mais ousados do início da década de 1970, marcado por uma violência física e especialmente psicológica que, hoje em dia, não teria o mesmo efeito numa plateia anestesiada por filmes regados de explosões e sangue que infestam as salas de cinema. O que acho mais especial no filme é que as situações são verossímeis e, por isso mesmo, tudo é assustadoramente real! Pena não ter recebido o Oscar de melhor filme ou diretor, porque concorria com “O Poderoso Chefão” e “Cabaret”…

As atuações são marcantes e, apesar de Lee Marvin e Marlon Brando terem sido cotados para os papéis centrais, Burt Reynolds e Jon Voight apropriam-se das personagens com desenvoltura e inteligência. Logo em seguida, Reynolds transformaria-se em êxito de bilheteria, enquanto Voight seguiria firme rumo à credibilidade artística que culminaria com um Oscar, seis anos depois.

O filme é lembrado também pela cena do duelo de banjos, uma das mais conhecidas da história do cinema. Mas a cena não é “real”. O jovem (na época, com 16 anos) Billy Redden foi escolhido na sua escola, Clayton Elementary School, devido a sua aparência, mas ele não é autista, nem tem qualquer outra deficiência. Mas o personagem assim o exigia, conforme o livro “Deliverance”, no qual o filme se baseia.

Ele não sabia tocar banjo e, por isso, foi usado um truque de filmagem – um músico se posicionou atrás dele e tocou o banjo por dentro das mangas de sua camisa. Foi usada alguma maquiagem para fazê-lo parecer mais “esquisito”.

Billy, que hoje trabalha na lanchonete em que é um dos proprietários, em sua cidade natal, Clayton, na Geórgia, ficou muito conhecido depois do lançamento de “Amargo Pesadelo”. As pessoas iam até os locais da filmagem, no rio Chattooga, querendo refazer o percurso nas corredeiras e o chamavam para servir de guia pela região. Mas depois que muitas pessoas morreram nesse rio, Billy desistiu do trabalho, por ser perigoso demais.

Billy Redden nasceu em 1956 no estado da Georgia (EUA

E somente em 2003 Redden reapareceu em um filme, “Peixe Grande” (Big Fish), de Tim Burton.

Minha sugestão: veja (ou reveja) a cena do duelo de banjos e assista ao filme. É uma das obras-primas do cinema.

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Se os astros e as estrelas fossem Deuses…

Este site (worth1000.com) faz concursos com seus usuários para eleger os melhores trabalhos em diversas categorias, uma delas a de melhores efeitos em fotografia. O concurso Celebrity Gods é um deles e produziu resultados muito interessantes:

Tutanbean

A Deusa da Beleza (só podia…)

Jack Poseidon Nicholson

Madonna Athena

Apolo Pit

O site vale a visita, ele contém centenas de milhares de trabalhos em fotografia, ilustração, multimidia… Para quem gosta de ver a criatividade das pessoas em ação, é um dos melhores repositórios!