Comidinhas que você aceita só se for muito sacana!

Você, como pessoa bem educada que certamente é, sempre que vai comer alguma coisa oferece a seu acompanhante. “Está servido?” ou “Quer provar?”, ou ainda “Experimenta…”. Não é assim? Foi desta forma que fomos educados, a compartilhar o nosso alimento.

Maaaaasssssss, existem certas comidinhas que, por mais educada que a pessoa seja ao lhe perguntar “Quer um pedacinho?”, você NÃO deve aceitar. Por exemplo:

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Se você aceitar, é uma vergonha para a humanidade!

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Se aceitar, é um salafrário!

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Se aceitar, você é uma lástima!

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Se aceitar, ajudando a despedaçar os sonhos de alguém, é um sem-vergonha!

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Seu crápula! A pessoa ofereceu um pedacinho e você disse “SIM”?????

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Aceitou? Você não vale nada!

Então, pensa bem o que vai responder da próxima vez!

 

 

Fonte:

 

curiosoo.org

Nada como sair com os amigos no século 21…

… Para tomar um café…

Jantar no restaurante favorito…

Visitar um museu…

Encontrá-los em uma lanchonete…

Relaxar na praia…

Dar uma volta de carro…

Ou simplesmente para um encontro.

Sempre fui a favor de um diálogo produtivo!

 

Os Caçadores de Sonhos

“Daqui a vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então jogue fora as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”
Mark Twain

Aconteceu no Canadá

Isso aconteceu no Canadá… Os huskies estavam presos na coleira, quando um enorme urso polar apareceu…

Todos acharam que os cachorros já eram, mas na verdade o urso queria apenas brincar!

Cheira daqui, cheira dali, um tempo para reconhecimento mútuo…

Aí, começa o papo, como velhos amigos: “Quer uma cervejinha?” “Com este frio, prefiro chocolate quente, e venha de lá um abraço!”

“E a família, como vai? A patroa tá boa?” “Tudo bem, véio! Só o meu moleque que tá meio resfriado…”

A Natureza sempre dando os exemplos… Mas a gente nunca aprende!

 

Uma vez fui viajar e não voltei

Recebi o texto abaixo de minha filha, e não posso deixar de compartilhar. São palavras inspiradoras e que merecem ser compartilhadas!

http://sigoescrevendo.com/

Uma vez fui viajar e não voltei.

Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.

Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.

Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.

Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.

Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.

Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.

Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.

Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.

Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.

Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.

E quer saber?

Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.

Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.

E ainda tenho muito que aprender.

Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.

Uma fez fui viajar…

e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta.

(Marcelo Penteado)