Dez aeroportos com as pistas de pouso mais aterrorizantes do mundo!

As chances de que você vá sofrer um acidente num voo comercial são de 1 em 19 milhões… Mas, caso decida embarcar ou pousar num dos aeroportos abaixo, essas chances crescerão para um “é bastante provável”. Segundo um jornal britânico, as agências internacionais avaliaram esses aeroportos como sendo os mais perigosos de todo o mundo. Eles não têm pistas pavimentadas, ou as pistas são muito curtas, o clima é inclemente e ficam em locais de difícil acesso. Confira, e depois cheque as escalas em sua próxima viagem!

1. A pista do aeroporto Sea Ice Runway, na Antártica, é totalmente coberta de gelo. Além de ser escorregadia, ela pode rachar com qualquer movimentação brusca.

1) Ice Runway, Antarctica: This stretch of snow and ice has ZERO paved runways. The ice runway is an airstrip that helps supply Antartica’s McMurdo Station.

And there is a lot of clenching.

2. O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, possui pistas curtas e foi construído pouco antes do crescimento da cidade. Há uma enorme quantidade de prédios próximos à pista. Em 2007, um avião da TAM deslizou por uma das pistas, atravessou uma avenida e se chocou contra um prédio, deixando 199 mortos. O acidente é o maior da história da aviação brasileira.

2) Congonhas Airport, Sao Paulo, Brazil: This airport is only 5 miles from the city center.

Pilots have little to no margin for error during landings and take-offs.

3. O aeroporto de Courchevel, construído em uma área de esqui nos Alpes Franceses. Ele possui uma pista inclinada e curta com 524 metros de comprimento. A pista foi usada na abertura do filme “007 – O Amanhã Nunca Morre”, de 1997.

Courchevel

And to get to this insane airstrip, you must navigate through the French Alps.

4. O aeroporto de Gibraltar. Esse minúsculo território britânico entre a Espanha e o Marrocos teve esse aeroporto construído durante a Segunda Guerra Mundial. Como não há muito espaço na ilha, os aviões acabam invadindo espaço alheio!

Beep, beep.

5. A ilha de Saba, Antilhas Holandesas, no Caribe, é o destino de vários casais em lua de mel. No entanto, o aeroporto local possui uma das pistas mais curtas que existem, com apenas 400 metros e cercada por montanhas. Quer dizer, se o piloto não tomar muito cuidado, a lua de mel vai acabar na água!

One wrong move and you'd be in the water.

Luckily, only small aircraft land here.

6. O aeroporto internacional da ilha da Madeira está localizado à beira do mar. A sensação é de que a pista é sustentada por estacas e é um desafio aos pilotos mais experientes.

7) Madeira International Airport, Madeira, Portugal: The small island away from the coast and the airport only has 5,000 feet.

The hazardous airport greatly limits tourism.

7. Os aviões passam bem próximos aos banhistas na ilha de Saint Martin, no Caribe. Os voos do aeroporto Princess Juliana passam a apenas 10 metros de distância da praia, mas muita gente curte a emoção de assistir aos pousos e decolagens tão de perto.

9) Princess Juliana International Airport, Simpson Bay, Saint Maarten: This famous runway is right next to a beach, causing the planes to land right overhead of tourists.

Many people enjoy the rush of watching a landing.

8. O aeroporto na ilha de Barra, na Escócia, possui uma paisagem linda com uma pista de pouso próxima ao mar. No entanto, só é permitido pousar com a maré baixa, e é o único aeroporto comercial do mundo a usar a areia da praia como pista.

5

9.  Matekane, em Lesoto, na África, tem uma pista de pouso curta, de apenas 400 metros, e próxima a um precipício. Para deixar a paisagem ainda mais assustadora, o local é cercado por montanhas! Os médicos e membros de organizações beneficentes usam essa pista para alcançar as tribos mais remotas, mas para chegar até ali, precisam sobrevoar altos desfiladeiros.

10. O aeroporto de Tenzing-Hillary, em Lukla, no Nepal, é bastante movimentado por ser o início da jornada ao monte Everest. No entanto, tem apenas 460 metros e, por estar localizada em uma montanha, a pista termina com uma queda de 2 mil metros!

Lukla Airport, Nepal - the starting point to climb the Everest

Tenzing Hillary

Então, BOA VIAGEM! Eh, eh, eh!

Fonte:
viralnova.com

Prazeres da “melhor idade”

Ruy Castro

RIO DE JANEIRO – A voz em Congonhas anunciou: “Clientes com necessidades especiais, crianças de colo, melhor idade, gestantes e portadores do cartão tal terão preferência etc.”. Num rápido exercício intelectual, concluí que, não tendo necessidades especiais, nem sendo criança de colo, gestante ou portador do dito cartão, só me restava a “melhor idade” – algo entre os 60 anos e a morte.

Para os que ainda não chegaram a ela, “melhor idade” é quando você pensa duas vezes antes de se abaixar para pegar o lápis que deixou cair e, se ninguém estiver olhando, chuta-o para debaixo da mesa. Ou, tendo atravessado a rua fora da faixa, arrepende-se no meio do caminho porque o sinal abriu e agora terá de correr para salvar a vida. Ou quando o singelo ato de dar o laço no pé esquerdo do sapato equivale, segundo o João Ubaldo Ribeiro, a uma modalidade olímpica.

Privilégios da “melhor idade” são o ressecamento da pele, a osteoporose, as placas de gordura no coração, a pressão lembrando placar de basquete americano, a falência dos neurônios, as baixas de visão e audição, a falta de ar, a queda de cabelo, a tendência à obesidade e as disfunções sexuais. Ou seja, nós, da “melhor idade”, estamos com tudo, e os demais podem ir lamber sabão.

Outra característica da “melhor idade” é a disponibilidade de seus membros para tomar as montanhas de Rivotril, Lexotan e Frontal que seus médicos lhes receitam e depois não conseguem retirar.

Outro dia, bem cedo, um jovem casal cruzou comigo no Leblon. Talvez vendo em mim um pterodáctilo da clássica boemia carioca, o rapaz perguntou: “Voltando da farra, Ruy?”. Respondi, eufórico: “Que nada! Estou voltando da farmácia!”. E esta, de fato, é uma grande vantagem da “melhor idade”: você extrai prazer de qualquer lugar a que ainda consiga ir.

São Paulo antiga…

Adoro fotos, especialmente aquelas antigas, que mostram lugares e pessoas de um passado longínquo. Como as fotos a seguir, de uma cidade que há muito não existe mais:

O Vale do Anhangabaú na década de 1940

Rua da Cantareira, no centro, em 1940… Mudou muito, não?

 

Esta foto eu achei incrível, é de uma rua onde o metro quadrado hoje custa perto de 10.000 reais… Adivinha? É a Oscar Freire, em 1938!

Avenida 9 de Julho em 1940, ladeada por terrenos baldios… Dizia-se que era uma bobagem abrir uma avenida num local tão ermo… Quem vai querer ir até lá???

Av. São João com a Líbero Badaró, década de 1940

A “zelite” olhava com desconfiança a região onde se situava a avenida… Repleta de casebres e sem luz… Avenida Rebouças, em 1939

Carro da polícia em 1936, superequipado para comunicação via rádio… Só que não era muito portátil…

Voar de avião era para poucos, as passagens eram caríssimas. Ainda assim, o aeroporto de Congonhas era movimentado (veja na foto acima, da década de 1960)

Os passageiros da foto embarcam em Congonhas em um avião da Panair do Brasil, que foi fechada pela ditadura militar em 1968 porque vários participantes do governo Castelo Branco eram amigos dos donos da Varig – que foi beneficiada pelo fechamento da concorrente…

Bonde mantido pela Light, em 1936

Edifício Martinelli, 1929. O primeiro arranha-céu de São Paulo, com 30 andares, hoje é da prefeitura da cidade a abriga diversas repartições públicas. E muitas histórias de fantasmas!!!!!

Passagem do famoso Zeppelin sobre o Hotel Esplanada e o Vale do Anhangabaú, em 1936

Regatas no rio Tietê, 1917. Hoje, depois de sucessivos governos estaduais gastarem mais de 3 bilhões de reais durante 20 anos para despoluir o rio, ele é o mais poluído do país…

A famosa esquina da Avenida Ipiranga com a São João, em 1954

Carnaval na Avenida Paulista, 1926

Carnaval na Avenida Paulista, 1926

Entrada do tradicional Colégio des Oiseaux , por volta de 1907. Colégio onde estudaram moças finas da “zelite”, como a ex-prefeita Marta Suplicy, não existe mais e o terreno é palco de disputa há 40 anos. Construtoras autorizadas pela prefeitura devem construir torres naquela que é uma das poucas áreas verdes da cidade e conta com espécies remanescentes da mata atlântica , como palmeiras e jacarandá

Mappin na Praça Ramos, 1960

Mappin na Praça Ramos, 1960

Parque da Luz, 1907

Parque da Luz, 1907

Praça da Sé, 1938, com a catedral ainda em construção. Ela só ficaria pronta 30 anos depois.

Praça da Sé, 1938, com a catedral ainda em construção. Ela só ficaria pronta 30 anos depois

Companhia aérea surpreende seus passageiros com presentes de Natal!

Na publicidade, assim como em outros segmentos, é muito difícil inovar. Mas quando você consegue e, ao mesmo tempo, emociona e ainda reforça a crença de que o Papai Noel existe, você conquistou os objetivos e o coração de todos.

A companhia aérea canadense WestJet criou uma campanha com um apelo matador: “O que gostaria de ganhar neste Natal?” Um simpático Papai Noel abordava em tempo real os passageiros e listava seus desejos natalinos antes de embarcarem para outra cidade. Tinha de tudo, desde brinquedos e meias até uma TV gigante.

Daí, enquanto as pessoas seguiam de avião ao seu destino, 150 colaboradores da empresa corriam para comprar a tempo os presentes dos passageiros. Quando estes chegaram e foram pegar sua bagagem na esteira… SURPRESA!

Quer dizer, a WestJet contrariou a realidade de alguns aeroportos no mundo nesta época do ano, com enormes filas de espera, voos atrasados, bagagens perdidas e outros problemas, e realizou um verdadeiro “milagre de Natal”. E se o vídeo tiver mais de 200 mil visualizações, a WestJet irá oferecer viagens às famílias. Confira:

Lindo!

 

Dica da Ione Fabiano (https://www.facebook.com/ione.fabiano?ref=ts&fref=ts)

Caixas para dormir nos aeroportos

Quem já passou uma noite no aeroporto, dormindo nos bancos de metal – ou no chão, mesmo – sabe do que estou falando… O pior é que os atrasos, overbooks e cancelamentos de voos estão se tornando cada vez mais comuns.

Dois arquitetos russos pensaram nisso e criaram as Caixas de Dormir, as Sleepboxes!

A Sleepbox inclui uma cama e está equipada com um sistema de mudança automática de lençóis, sistema de ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e carregadores de smarphones. Sob a cama há ainda um espaço para as malas. O aluguel poderá ir de 15 minutos à várias horas. O cliente é quem manda.

A Sleep Box não oferece banheiros nem lavatórios, portanto, devem ser utilizados aqueles existentes no local onde foram instalados. Já podemos encontrá-las em diversos aeroportos, como os de Paris, Pequim, Moscou, Bangkok…

Os idealizadores a estão chamando de micro-hotéis, porque nos locais aonde há mais espaço, tem até concierge. Como em Estocolmo, por exemplo, com várias “caixas”, ou no aeroporto de Boston.

5a459ab0f6b9a40001c02aa8_2-Recovered-p-2000