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Fotos fantásticas de como eram as viagens de avião no passado

Em tempos de caos nos aeroportos, com voos atrasados e gente dormindo no chão – sem falar no overbooking – sabemos que o sufoco ainda não terminou: iremos enfrentar horas intermináveis em aviões com espaços apertados, comida ruim e banheiros minúsculos! Não são todos os que podem pagar (e muito caro!) para viajar com mais conforto. A grande maioria dos mortais voa de classe “econômica”, que eu chamo de “classe animals”, porque, mais um pouco e as companhias aéreas vão nos colocar junto com a bagagem…

A grande diferença é que, atualmente, os aviões são mais seguros do que no passado e que viajar de avião deixou de ser coisa para poucos. Mas… como eram as acomodações nos aviões antigamente?

Nas fotos a seguir, você vai ver como era o interior dos aviões, as refeições a bordo (esqueça os amendoins!), as poltronas enormes se compararmos com as de hoje… Era outra coisa, mesmo!

Olha o tamanho do compartimento para bagagem de mão!
Primeira classe de um Boeing 747 nos anos 1970.
Legal essa configuração, lembra a “salinha dos fundos”, disputadíssima nos antigos Electras que faziam a ponte-aérea Rio-São Paulo.
707 da PAN AM… Olha a refeição que era servida a bordo!!!!!
Era comum que muitos aviões tivessem bares com piano.
Lounge da primeira classe nos anos 70, em um Boeing 747.
Nos modernos aviões da Emirates, a primeira classe tem “aposentos” luxuosos que podem ter sido inspirados nestes…
Outra configuração que lembra a “salinha” dos Electras.
Esse beliche era muito interessante.
Observe o espaço desse banheiro!
Lounge de um 747 da America Airlines. Bons tempos!
Você notou que não havia cintos de segurança nas poltronas?

Como já foi dito, apesar da falta de conforto, as aeronaves de hoje são infinitamente mais seguras que qualquer uma dessas mostradas aqui. Mesmo assim, bem que as companhias aéreas de hoje poderiam pelo menos colocar poltronas mais espaçadas, não?

Mas acho que isso não vai acontecer. Li em algum lugar que uma companhia aérea, me parece que da Ásia, está estudando colocar passageiros de pé (como nos busões daqui do Brasil) em voos domésticos de curta duração…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

tudointeressante.com.br

Curiosidades, Family

Um século atrás, crianças eram enviadas por correio

Carimbando e selando os pequenos, as famílias economizavam um montão em passagens

Começou por uma questão prática. Até 1913, os correios dos EUA só mandavam cartas com um limite de 2 libras (907 g). Então, foi criado o serviço de encomendas postais, permitindo mandar pacotes de até 11 libras (4,98 kg).

Os pais de um bebê chamado James Beagle, de 8 meses, fizeram as contas e mediram seu rebento – pesava 10 libras. E decidiram mandá-lo para passar um tempo com a avó através da agência dos correios – que não teve remédio a não ser carimbar e enviar, porque não havia regra que dizia que as 11 libras não podiam ser de gente…

Preço em conta

 Não demorou muito pra história de pequeno James viralizar. “Essa história gerou algumas manchetes quando aconteceu, provavelmente porque o bebê era tão fofo”, afirma a historiadora do Serviço Postal dos Estados Unidos, Jenny Lynch.
Após ver a notícia em jornais, outras famílias começaram a tentar o esquema. Numa “feliz” coincidência, os correios haviam subido o limite máximo para 50 libras (22,6 kg).
May Pierstorff, de 4 anos, foi enviada então de sua casa em Grangeville, Idaho, até a casa de seus avós, a cerca de 73 quilômetros de distância, com selos colados no casaco. Edna Neff, de 6 anos, seria a recordista, mandada de Pensacola, Flórida, até Christiansburg, Virgínia, num percurso de 1.158,73 quilômetros!

 

May Pierstorff

A história não é tão chocante assim quanto parece. As crianças não eram jogadas em sacos, junto com outras encomendas, e trancadas nos vagões de carga dos trens. Simplesmente acompanhavam os funcionários do correio pelo caminho. Muitos desses eram conhecidos pelas famílias, daí vinha a confiança dos pais em entregar os filhos de olhos fechados.  As fotos mais acima, com os bebês dentro das sacolas dos carteiros, foram apenas poses humorísticas.

No ano seguinte, os correios decretaram que era ilegal mandar crianças. Ainda assim, com a ajuda de funcionários coniventes, os “pacotinhos” continuaram a ser enviados até 1920, quando mandar humanos por correios se tornou um crime federal nos EUA…

 

Fonte:

Aventuras na História