King Kong real não conseguiu adaptar-se e extinguiu-se há 100 mil anos

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Há cerca de um milhão de anos, nas florestas da China e da Tailândia, vivia um símio tão grande — talvez o maior que alguma vez existiu na Terra — que terá atingido entre 1,8 e três metros de altura e pesado 200 a 500 quilos. É difícil não pensarmos logo no famoso King Kong dos filmes que, no topo do Empire State Building, levantava no ar a garota que lhe cabia na mão, ainda que o tamanho do símio real não fosse tão descomunal. O Gigantopithecus blacki, que só existiu no Sudoeste asiático, desapareceu há 100 mil anos. Para trás, deixou-nos alguns fósseis — poucos —, que uma equipe de cientistas usou agora para tentar inferir a sua dieta e se a extinção se terá devido a uma incapacidade de adaptação às mudanças ambientais. Sim, deveu-se, concluíram num artigo na revista Quaternary International.

A descoberta dos primeiros fósseis do Gigantopithecus remonta a 1935 e é da autoria de Gustav Heinrich Ralph von Koenigswald, paleoantropólogo nascido na Alemanha e que, no final da década de 1930, se tornou cidadão holandês. O investigador tinha-se deparado com os fósseis deste King Kong real em Hong Kong e noutras cidades da China, em drogarias. À venda como “ossos de dragão”, esses ossos e dentes, uma vez reduzidos a pó, são considerados pela medicina tradicional chinesa como tendo poderes curativos. Actualmente, o material recolhido por G. H. R. von Koenigswald faz parte da coleção paleoantropológica do Instituto Senckenberg de Investigação em Frankfurt, na Alemanha.

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Mesmo hoje, 80 anos depois da descoberta dos primeiros vestígios deste King Kong pré-histórico, tudo o que se conhece dele limita-se a uns dentes isolados e alguns ossos da mandíbula. Ainda assim, utilizando o tamanho da coroa dos molares — que têm cerca de 2,5 centímetros de diâmetro —, os cientistas atreveram-se a estimar o tamanho do animal.

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Mas durante todas estas décadas, o que comiam estes símios gigantes tem sido alvo de grande debate, com uma série de hipóteses em confronto: alguns cientistas defendiam que a dieta era vegetariana, outros que só comiam exclusivamente bambus, e havia ainda quem considerasse que era carnívoro.

“Tem sido sugerido um largo espectro de dietas para o Gigantopithecus, indo desde carne ou ervas na savana até a uma dieta vegetariana dominada por frutos ou bambus. Para determinar qual era o seu habitat e compreender por que se extinguiu, tentamos avaliar o seu nicho alimentar”, lê -se no artigo da Quaternary International. “Alguns estudos consideraram que o bambu era a componente principal da sua dieta, uma visão que se disseminou na literatura popular. Porém, investigações mais recentes dos padrões microscópicos de desgaste dos dentes puseram em dúvida que o bambu dominava a dieta e concluíram que o Gigantopithecus tinha uma dieta vegetariana genérica, dominada por frutos, semelhante à dos chimpanzés”, acrescenta o artigo.

Para o novo estudo, os cientistas analisaram os dentes guardados na coleção do Instituto Senckenberg de Frankfurt, recolhidos por G. H. R. von Koenigswald na China, bem como dentes encontrados na Tailândia, em expedições franco-tailandesas desde 1985. Além disso, fizeram comparações com a composição de ossos de mamíferos carnívoros e herbívoros tanto atuais como extintos do Sudeste asiático. O que analisaram na composição dos ossos e do esmalte dos dentes foram alguns isótopos (formas) estáveis de carbono, que variam conforme a dieta do animal a que pertenceram e, assim, revelam os seus hábitos alimentares.

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Molar da coleção em Frankfurt.

“Os nossos resultados indicam que estes grandes primatas viviam apenas na floresta e obtinham a sua comida neste habitat. O Gigantopithecus era exclusivamente vegetariano, mas não era especializado em [comer] bambu”, refere Hervé Bocherens, do Centro Senckenberg para a Evolução Humana e Paleoambiente, citado num comunicado de imprensa.

“No Sudeste da China, o Gigantopithecus vivia num ambiente florestal, tal como a fauna  contemporânea, enquanto na Tailândia ocupava só a parte florestal de uma paisagem em mosaico que incluía partes significativas de savana”, especifica o artigo. “A composição isotópica do carbono do Gigantopithecus era muito diferente da dos taxa [grupos de classificação] de omnívoros e carnívoros e, embora semelhante à dos orangotangos, era distinta da dos pandas-gigantes, que se especializaram em bambus. Por isso, mesmo quando a paisagem era savana, o Gigantopithecus procurava alimentos só na floresta.”

Olhando para os orangotangos

E é precisamente nessa restrição a um único tipo de ambiente que residirá parte das razões para a extinção do maior símio da Terra. “O grande tamanho do Gigantopithecus, combinado com um nicho alimentar relativamente restrito, poderá explicar o seu desaparecimento durante a redução drástica das florestas que caracterizou os períodos glaciares no Sudeste asiático”, conclui o artigo.

Mas outros parentes do Gigantopithecus, como os orangotangos, não tiveram o mesmo destino, apesar de também viverem num tipo de habitat específico. Hoje são encontrados nas florestas tropicais de Bornéu e de Sumatra. Sobreviveram graças a um metabolismo lento, por isso conseguem viver com pouca comida, enquanto o seu parente extinto precisaria de grande quantidade de alimentos. “Provavelmente, o Gigantopithecus não tinha a mesma flexibilidade ecológica e capacidade fisiológica para resistir ao stress e à falta de comida, o que terá levado à sua extinção”, remata o artigo.

Uma vez que os fósseis são poucos, resta muito espaço à ficção e ao cinema para imaginar um primata desses. “[Os fósseis] são claramente insuficientes para dizer se o animal era bípede ou quadrúpede ou até imaginar as suas proporções”, admitiu Hervé Bocherens à agência de notícias AFP. “Alguns apresentam-no como um orangotango superdimensionado, que é a opção escolhida para o rei Louie [o rei dos macacos que rapta Mogli, o menino-lobo, no Livro da Selva, de Rudyard Kipling] num filme [uma nova adaptação da Disney] que vai estrear em março.”

Veja o trailer dessa nova adaptação da Disney:

 

 

por Teresa Firmino, Público Comunicação Social

Uma história do Morro Caaguaçu ao Morro do Chá – Avenida Paulista

A Avenida Paulista já se chamou Rua da Real Grandeza, área que pertencia à Chácara do Capão, propriedade do português Manuel Antonio Vieira, nos idos de 1880. A mata da região era densa e cobria todo o morro com árvores muito altas como o Jatobá, Pau-ferro, Embaúba, entre outras. Por essa razão, o lugar era chamado pelas tribos indígenas que viviam por aqui de Morro do Caaguaçu, ou “Mata-Grande”, no dialeto tupiniquim.

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A avenida Paulista na década de 1920

Para valorizar a região e chamar a atenção dos barões do café, cujas famílias construíram suas residências nos bairros de Campos Elísios e Higienópolis, tornando o bairro o preferido da elite paulistana, o português resolveu lotear aquele platô, dividindo parte da chácara em lotes, caprichando na escolha do nome. Foi assim que nasceu a Rua Real Grandeza.
Uma picada foi aberta para facilitar a subida dos animais em direção aos matadouros que se espalhavam pelo lado central e leste da cidade, como na Rua Quintino Bocaiuva, Ladeira de Santo Amaro e outros pontos fedorentos e de pouca higiene. Essa passagem chegou a se chamar Maria Augusta, para em pouco tempo, em 1875 conforme os primeiros registros, virar só Rua Augusta, palavra de origem latina que significa Majestade, Venerado, Absoluto.
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Os congestionamentos parecem estar no DNA da Avenida Paulista. Este da foto é de 1928…

Toda a região servia de passagem para boiadas vindas de uma parte que conhecemos por bairros de Santo Amaro, Pinheiros, Butantã e adjacências. Nos tempos da abertura da Real Grandeza, os animais que vinham do sul da cidade subiam pela Rua Augusta até o ponto mais alto do Morro Caaguaçu, para depois começar a descer e alcançar o Morro do Chá.

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Vista de 1916 do Trianon, onde hoje fica o MASP

Somente no dia 8 dezembro de 1891, por iniciativa de Joaquim Eugênio de Lima, engenheiro que projetou a alameda que recebeu seu nome, a avenida passou a se chamar Paulista, em homenagem às pessoas nascidas na capital. Arrojada, muito larga, com três vias separadas por magnólias e plátanos trazidos da Europa, foi a primeira via pública asfaltada e arborizada da cidade de São Paulo.

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Hoje, todos os casarões que enfeitavam a avenida, palacetes que abrigaram as famílias que fizeram a história da cidade, como Matarazzo, Caio Prado, Horácio Sabino, Andraus, Cerqueira Cezar, Dumon’t Villares e tantas outras, foram derrubados junto com as árvores para dar lugar aos altos edifícios que encantam tanta gente…

 

São Paulo. Crédito para Divulgação-Embratur (2)

 

 

Cristina Torres
Fontes: Ajorb, Arquivo O Estado, Wikipedia, São Paulo Antiga

 

Que tal estudar numa escola de bruxos?

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Aprender feitiços, jogar quadribol, beber cerveja amanteigada e passear por Hogwarts. Tudo isso é possível em Campos de Jordão, cidade que fica a 180 km de São Paulo.

Como em Hogwarts, escola de bruxaria de Harry Potter, os alunos vão viver e ter aulas no castelo (um hotel com mais de 6 mil metros de área construída e a 1700 metros de altitude).

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“Por quatro dias, uniformizados com as típicas capas da EMB, os alunos se matricularão e frequentarão as aulas que mais forem de seu interesse. Há temas apropriados para todos os tipos de bruxos!”, diz o site.

Os alunos deverão escolher oito dos 10 cursos oferecidos pela escola: Poções e Elixires, Cuidado dos Animais Mágicos, Adivinhação, Astromagia, Cultura Trouxa, Herbologia, História Mágica, Defesa Antitrevas, Feitiçaria, Voo (sim, tem uma disciplina que ensina a habilidade de voar!). Eles receberão todo o material escolar para as aulas, que vão durar em torno de 40 minutos cada.

As aulas incluem recitar feitiços, jogar Quadribola (adaptação do jogo Quadribol dos livros de Harry Potter), cuidar de “animais mágicos” e vivenciar “a rotina de uma escola de magia em um castelo de verdade.”

Escola de Magia e Bruxaria do Brasil é uma iniciativa da gaúcha Vanessa Godoi que, em outubro de 2015, resolveu reunir fãs dos livros e dos filmes de Harry Potter do Brasil inteiro para uma experiência de um dia de aulas e disputas nos mesmos moldes das vividas em Hogwarts.

A vivência, que aconteceu em Porto Alegre, deu tão certo que, neste ano, a escola saiu das terras gaúchas para aportar em Campos do Jordão. Em 2016 a experiência fica muito maior. As aulas acontecem entre os dias 24 e 27 de junho, ou seja, quatro dias de imersão no universo criado por J.K. Rowling.

“Vem gente do Brasil inteiro, já recebemos até do Pará e do Amazonas. Estamos esperando 220 pessoas. Podem se inscrever alunos dos 14 aos 99 anos. No caso dos bruxos, estendemos a idade para os 155 anos”, brinca Vanessa.

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Ela explica que a ideia surgiu depois de perceber que todas as feiras sobre a saga eram iguais. “Decidi criar um mundo paralelo, onde os fãs poderiam ter uma imersão completa e real do mundo da magia. O conteúdo dado em sala de aula é totalmente lúdico e voltado ao universo de Harry Potter”, acrescenta.

Vanessa disse que a escola não pretende ser apenas uma cópia de Hogwarts. “Lá, as pessoas encarnam mesmo os personagens, igual a um RPG [jogo em que consiste interpretar papéis em um determinado universo fictício]. O objetivo é criar a nossa própria fanfic [narrativa fictícia escrita e divulgada por fãs].”

Ambientação

Uma equipe de 32 pessoas, entre atores, cenógrafos e figurinistas, se encarregará de transformar o castelo em uma verdadeira instituição de magia e bruxaria. Tudo está sendo pensado nos mínimos detalhes para incrementar a experiência dos alunos.

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A quadra de tênis, por exemplo, se transformará em uma quadra de “quadribola”, derivado do quadribol, esporte mais popular no universo da bruxaria. Até os quatro camarotes para abrigar torcedores das quatro diferentes casas serão reconstituídos, iguaizinhos aos de Hogwarts.

No ato da matrícula, cada aluno escolhe em qual casa prefere ficar. A Casa dos Tigres corresponde a Grifinória; a das Cobras, a Sonserina; a Casa das Águias é Corvinal; a dos Esquilos fica com quem prefere Lufa-Lufa.

“Aqui não tem o chapéu seletor, mas há um limite de 55 pessoas por casa. Por isso, na hora de fazer a matrícula, os alunos precisam colocar uma ordem de preferência para serem realocados caso seja necessário”, diz ela.

Tupiniquim

A criadora da experiência já adverte que a Escola de Magia e Bruxaria do Brasil, apesar das muitas semelhanças, não é Hogwarts. Desta forma, embora contem com as mesmíssimas disciplinas da parente britânica, os estudantes não encontrarão personagens como o diretor Alvo Dumbledore ou o professor Snape.

“São dez professores e um diretor, todos diferentes daqueles apresentados em Hogwarts. Os nossos têm mais a cara do Brasil, há uma miscigenação maior. Os alunos vão adorar os novos personagens”, explica.

A empreitada une 11 atores, mais figurinistas, cenógrafos e roteiristas, que trabalham para dar vida às situações vividas na escola durante os quatro dias de atividades.

Prepare o bolso

Deu vontade de ir? Então é bom tratar de quebrar logo o cofrinho, cobrar aquele empréstimo para o irmão ou preparar um discurso bem persuasivo aos pais. Os quatro dias de curso saem por R$ 1.800.

Mas não se engane, mesmo com o valor salgado, quem esperar muito pode ficar sem vaga. “Abrimos as matrículas em dezembro do ano passado e já temos praticamente a metade de inscritos. A expectativa é que até o fim de fevereiro as vagas estejam esgotadas”, explica Vanessa.

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Os interessados podem acessar a página da escola para mais informações.

 

Por que nosso cabelo muda de cor?

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Tem gente que acha homens grisalhos mais atraentes, mas a maioria das mulheres fica irritada quando os fios brancos começam a aparecer. O que determina essa mudança bem-vinda ou odiada é a genética, tanto que determinadas etnias têm o privilégio de manter a cor do cabelo por mais tempo.

Segundo o especialista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo, os fios brancos começam a aparecer entre os 35 e 45 anos para os caucasianos, entre os 45 e 55 anos para os orientais e, para os negros, somente após os 55 anos. “Começa na barba, depois nas regiões temporais, a seguir no resto da cabeça, depois tronco e, finalmente, região genital”, acrescenta o especialista.

Em estudo publicado em 2012 no British Journal of Dermatology, pesquisadores decidiram testar o dito popular segundo o qual 50% das pessoas, aos 50 anos, teriam 50% do cabelo grisalho. Mas os resultados foram bem mais otimistas: ao avaliar 4.192 homens e mulheres de diferentes etnias, os estudiosos concluíram que, entre os 45 e os 65 anos, a intensidade média de fios brancos na cabeça é de 27%.

O que determina?

“O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada”, ensina Bedin.

Com a “receita do bolo” herdada, cada indivíduo  tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos.

“A teoria mais aceita sobre o que deixa os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos”, explica Bedin. “Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade.”

Cor alterada

Apesar da determinação genética, hormônios e nutrição também podem interferir na cor dos fios. “Por isso muitas crianças nascem com os cabelos bem clarinhos e na puberdade eles escurecem. Isso também explica porque os cabelos escurecem durante a gestação e perdem a cor durante dietas muito restritivas”, conta o tricologista.

Até alguns medicamentos ou suplementos de minerais podem mexer um pouco com a cor dos fios. E ficar no sol com chá de camomila também pode clarear discretamente as madeixas, a não ser que seu cabelo seja escuro – nesse caso, só um cabeleireiro resolve.

Não há nenhuma evidência para vincular o aparecimento das mechas grisalhas ao estresse, à dieta ou ao estilo de vida. Mas certas doenças autoimunes, como vitiligo e alopecia areata (que leva à calvície) podem danificar células de pigmento e induzir o envelhecimento dos fios em algumas pessoas. Como o estresse pode agravar essas condições, nesse caso o estilo de vida poderia interferir, sim.

Bedin faz outra advertência importante: “Se uma criança apresenta cabelos brancos, ela deve ser avaliada, para descobrirmos se há alguma doença associada a este fato (como incapacidade de absorver cobre, por exemplo)”.

Dá para adiar?

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Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso.

Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.

 

 

Fonte:
Ciência UOL

10 coisas que você deve saber sobre “Arquivo X” antes do retorno da série

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Os dois agentes do FBI mais famosos dos anos 1990 voltarão à televisão no final de janeiro, quando a nova temporada de “Arquivo X” estrear no dia 26.

Com apenas seis episódios, a série se passa 10 anos depois das temporadas anteriores e traz Mulder e Scully mais velhos e novamente envolvidos em casos sobrenaturais, teorias da conspiração, abduções e uma nova dose de mistérios nunca solucionados.

Planejado para agradar tanto os fãs veteranos quanto recém-chegados, o retorno de “Arquivo X” conta com a participação dos principais atores e roteiristas do seriado original e terá apenas seis episódios – dois deles escritos por Chris Carter, criador do show.

Conheça dez curiosidades sobre a série enquanto esquenta os tamborins e entra no clima do carnava… Ops! … Da nova temporada de “Arquivo X”!

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1. Alienígenas!

O criador da série, Chris Carter teve a ideia para “Arquivo X” após ler que 3,7 milhões de norte-americanos acreditavam já ter sido abduzidos por alienígenas.
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2. Papéis trocados na vida real

Na série, o agente do FBI Fox Mulder acredita em todas as teorias da conspiração, abduções alienígenas e criaturas sobrenaturais, enquanto a agente Dana Scully é cética e busca respostas científicas para os casos investigados pela dupla. Na vida real, David Duchovny (Mulder) é na verdade o cético e Gillian Anderson (Scully) é quem acredita em tudo.
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3. Scully, “O Silêncio dos Inocentes” e “Hannibal”

Scully é inspirada em Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”, interpretada por Jodie Foster. Curiosamente, na série de TV “Hannibal”, Gillian Anderson faz o papel de Bedelia, psiquiatra e cúmplice do canibal.
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4. Jodie Foster

Jodie Foster participou de “Arquivo X”: a atriz dublou a tatuagem falante no episódio “Nunca Mais”, da quarta temporada da série.
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5. Canceroso

Willian B. Davis, que interpreta o Canceroso, não fumava há 20 anos quando assumiu o papel. O ator fumou cigarros de verdade nas duas primeiras temporadas de “Arquivo X”, mas depois passou a usar cigarros com tabaco herbal, sem nicotina (os mesmos usados na série “Mad Men”).
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6. Breaking Bad

O primeiro episódio de “Arquivo X” foi escrito por Vince Gilligan (de “Breaking Bad”), como um freelance. Com o sucesso da estreia, o roteirista entrou para a equipe de Chris Carter.
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7. Deserto no Canadá?

As 5 primeiras temporadas de “Arquivo X” foram gravadas em Vancouver, no Canadá – mesma locação que será utilizada na nova temporada, por ser mais barato do que filmar nos EUA por conta das isenções fiscais que o governo local oferece. As cenas ambientadas no Novo México exigiram mais de 1,600 galões de tinta para “pintar” o cenário com a aparência desértica do local.
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8. Departamento de Investigação

As identificações do FBI de Mulder e Scully dizem que os agentes são do “Departamento de Investigação” e não do “Federal Bureau of Investigation”. Nos EUA, fabricar credenciais falsas do FBI é crime, mesmo que seja para um seriado da televisão.
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9. Convidados (quase) famosos

Os comediantes Jack Black e Luke Wilson participaram em episódios da terceira e quinta temporadas, respectivamente. Na época, eles não eram tão conhecidos como são hoje.
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10. A verdade está lá fora? Mesmo?

Na nova temporada, Mulder e Scully não estão mais no FBI e tudo em que a dupla acreditava será questionado. Ambientado nos dias atuais, “Arquivo X” terá conspirações envolvendo John Snowden, 11 de Setembro e outras questões atuais – mas tudo relacionado à mitologia da série.

Quantas vezes você pode usar a mesma toalha de banho?

Vou confessar uma coisa: sempre achei que toalha de banho não precisasse lavar, pois só as usamos depois do banho, quando estamos limpinhos…

(hua, hua, hua! Brincadeirinha)

Falando sério, essa dúvida sempre me ocorreu: quantas vezes a gente pode usar a mesma toalha de banho antes de lavá-la? Afinal, a gente costuma estender a toalha úmida para secar – e, como o ambiente é úmido, torna-se o lugar ideal para o crescimento de fungos e bactérias.

No caso das pessoas saudáveis, essas bactérias não são um problema. Se tudo vem do nosso próprio corpo, já estamos acostumados com esses micro-organismos. Mas existem alguns cuidados básicos: se o ambiente está quente e úmido, precisa lavar mais rápido do que num ambiente frio e seco, vai do bom senso de cada um.

Colocar a toalha em local arejado e mantê-la seca evita a proliferação de bactérias e fungos.

No caso de adultos, a recomendação geral é lavar a toalha uma vez por semana. No caso de crianças pequenas, de até 3 anos, elas são mais sensíveis e estão adaptando seu corpo aos micro-organismos – então, além de manter uma toalha só para ela, o ideal é lavá-la a cada três dias.

Pessoas imunodeprimidas ou doentes

Se alguém está doente, a situação muda de figura. Pessoas que estejam com doenças transmitidas por fezes e urina, como salmonella, shiguella e até hepatite A, precisam lavar suas toalhas a cada uso, como é feito nos hospitais.

No caso de machucados na pele, recomenda-se que se tenha uma toalha para enxugar apenas o machucado e não levar a infecção para outros lados do corpo, principalmente para as mucosas dos órgãos genitais, que são mais sensíveis do que a pele.

Como lavar

O sabão e o sol são as opções mais práticas para limpar a toalha. Passar a toalha a ferro também ajuda a acabar com fungos e bactérias, que morrem a 60°C.

 

 

 

Fontes:

Uol Saúde

Mundo a Minuto

 

 

 

Leia, Solo, Vader: saiba a origem de nomes dos personagens de “Star Wars”

 

A saga “Star Wars” nunca foi tão popular quanto atualmente. A caminho de se tornar o filme mais visto da história do cinema, o sétimo episódio tem despertado o interesse de fãs e não-fãs por tudo que se relaciona à sua produção. E um dos temas mais curiosos é a origem dos nomes de seus principais personagens.

O site de línguas “Babbel” fez um glossário com a origem e a etimologia de nomes de personagens. Confira algumas curiosidades:

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Chewbacca – O copiloto de Han Solo e braço direito do contrabandista espacial foi inspirado no cachorro de George Lucas, o criador da franquia. O animal, da raça Malamute, do Alasca, se chamava Indiana, nome que pode ter dado origem mais tarde ao aventureiro Indiana Jones. Já em relação à origem do nome do wookie favorito da série, acredita-se que está relacionada com a palavra cachorro em russo.

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Darth Vader – A hipótese mais aceita sobre o nome do vilão mais famoso de “Star Wars” seria a de “Dark Father”, já que “Darth” é parecido com “dark” e “Vader” em holandês significa “pai”. Mesmo assim, o próprio George Lucas teria afirmado que o nome surgiu da combinação entre as expressões “death water” e “dark father”.

Han Solo – A origem do nome do famoso contrabandista espacial e piloto da potente nave Millenium Falcon surge de Han, uma forma arcaica de John, e de Solo, como o sobrenome de Napoleon Solo, da série de televisão da década de 1960 “The Man From U.N.C.L.E”.

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Obi Wan-Kenobi – Um dos jedis mais importantes da saga teve seu nome influenciado pelos filmes de Kurosawa. Em japonês, “obi” é a faixa que prende o quimono, “ken” é “espada” e “wan” se parece com o termo “san”.

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Jedi – Por falar em “jedi”, a palavra Jedi, que define os cavaleiros do lado bom da Força, pode ter várias origens. Uma delas provém dos lordes de Barsoom do livro de Edgar Rice Burroughs, conhecidos por Jed Jeddark. Outra teoria é que o nome teria se inspirado nos filmes de Akira Kurosawa, já que o tipo de roupa usado pelos seus personagens se chama “jidaigeki”.

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Luke Skywalker – O nome de um dos protagonistas mais importantes da franquia é derivado do grego “Loukas”, similar a “Leukos”, que significa luz. Essa hipótese é bem aceita pelos fãs de “Star Wars”, pelo fato do personagem lutar contra o lado negro da Força. O nome também teria uma grande ligação com o sobrenome de George Lucas. Já Skywalker, traduzido do inglês, significa “peregrino do céu”.

Yoda – A origem do nome do mestre jedi mais poderoso de todos (pegando carona com Luke na imagem acima) não é muito certa, mas duas teorias existem sobre ela. O nome poderia ter sido influenciado pelas palavras “yoddha”, que em sânscrito significa “guerreiro”, ou yodea, que em hebreu é “aquele que sabe”.

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Princesa Leia Organa – A princesa e uma das líderes rebeldes contra o Império tem um nome que lembra muito o da princesa Dejah Thoris (que se pronuncia Déia Tóris), do clássico de Edgar Rice Burroughs, “John Carter of Mars”, da década de 1930. Já Organa seria uma referência à escolha da personagem de ficar do lado natural e orgânico da Força.

 

A saga começou na década de 1970, quando o então desconhecido George Lucas escreveu um roteiro para seis horas de filme. Após ter o trabalho rejeitado, ele dividiu a peça em seis episódios e conseguiu aval para produzir os três últimos. O filme “Star Wars” foi lançado em 25 de maio de 1977 e conquistou a maior bilheteria do ano: $775,3 milhões de dólares. A partir de então, Lucas produziu os demais episódios e tornou-se um dos mais respeitados empreendedores de Hollywood. Atualmente, a saga já rendeu mais de $20 bilhões de dólares e tem fôlego para muito mais, sob o comando da Disney.

Vamos aguardar os próximos episódios!

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