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Significado dos nomes dos Estados Brasileiros (1 de 3)

Sempre tive curiosidade em saber quais os motivos que levam as pessoas a escolher determinado nome para batizar as coisas. Por exemplo, como escolhem o nome que vão dar a um carro novo? (escrevi até um post sobre isso). Ou o significado dos nomes, como Guilherme, que deriva do germânicoWilhelm, formado da junção de will, vontade e helm, proteção.

Por isso, fui pesquisar o significado dos nomes dos Estados do Brasil. Pelo que apurei, quem os batizou se baseou em três fontes:

1. Nomes indígenas relacionados à região;

2. Acidentes geográficos;

3. Nomes de santos.

Como não podia deixar de ser, num país que não preserva a sua História, há muita controvérsia em alguns casos, e eu procurei colocar o que encontrei de mais relevante:

ACRE: Há quem diga que tal nome originou-se de um erro de decifração de uma carta. Diz-se que um comerciante chamado João Gabriel de Carvalho Melo escreveu uma carta a uma autoridade solicitando mercadorias. Na carta constava “rio Aquiri” e, como tal autoridade não entendeu a grafia, usou uma palavra que se aproximava do nome, ou seja “Acre”. Outros dizem que o nome vem áquiri , touca de penas usada pelos índios Munducurus.

ALAGOAS: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

AMAPÁ– Do tupi: ama’pa: nome de uma árvore. Mas, segundo a tradição, o nome teria vindo do nheengatu– lingua geral da Amazônia, uma espécie de dialeto tupi-jesuitico- significando”terra que acaba” ou “ilha”.

AMAZONAS – Diz-se que, em 1541, o capitão Francisco Orelhana encontrou junto à Foz do Nhammundá uma tribo de índias guerreiras com a qual travou luta, o que lhe inspirou a dá o nome das mitológicas amazonas de Termodunte. Maaaasss… Para alguns estudiosos, o nome vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

BAHIA – Recebeu esse nome por causa de sua extensa enseada. O “h” existente no nome não possui nenhum valor etimológico, mas apenas histórico. Baía nada mais é do que uma reentrância numa costa, menor que um golfo, ou uma lagoa comunicante com um rio. A designação “de todos os santos”, dada à Bahia, remonta ao fato de tal localidade ter sido descoberta no dia de Todos os Santos (1° de novembro de 1526).

CEARÁ : Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

BRASÍLIA: Significa aquele que provém de terras brasileiras . Nome sugerido por José Bonifácio em 1823 em memorial encaminhado à Assembléia Geral Constituinte do Império. E ficou sendo o nome do Distrito Federal.

ESPÍRITO SANTO : Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.

(continua AQUI…)

Os 10 exércitos mais poderosos do mundo

Rankings de poderio bélico são polêmicos, mas, em qualquer lista desse tipo, quem aparece no topo é o exército dos Estados Unidos (só para simplificar, “exército”é usado como sinônimo de Forças Armadas, incluindo aí Exército, Marinha e Aeronáutica). Além de armas arrasadoras, os americanos têm um efetivo de 1,4 milhão de soldados (só perdem para os chineses nesse quesito) e torram uma fortuna com os militares: por ano, são 329 bilhões de dólares, o que dá 1 138 dólares por habitante, um dos maiores gastos do mundo.

Usando dados do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), a mais conceituada organização independente que monitora a situação dos exércitos de todo o mundo, foi possível listar os outros exércitos poderosos. Além disso, como a tecnologia e o poder dos armamentos também contam valiosos pontos, o arsenal de cada nação foi avaliado por Ricardo Bonalume Neto, jornalista da Folha de S.Paulo especializado em assuntos militares – são dele os comentários abaixo.

1. Estados Unidos

Efetivo: 1 414 000 soldados

Gasto militar anual: 329 bilhões de dólares (1 138 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Única superpotência militar depois do colapso soviético, os Estados Unidos são donos da mais poderosa esquadra do globo, que tem uma dúzia de porta-aviões gigantes, a maioria de propulsão nuclear. O país conta ainda com o maior arsenal nuclear e modernos armamentos operados por computadores e guiados por satélites

2. Rússia

Efetivo: 988 100 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (333 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O maior herdeiro da ex-URSS possui exército numeroso e pesquisa militar de ponta, mas tem poucos recursos para comprar equipamentos. A vocação por números astronômicos diminuiu: durante a Guerra Fria, a URSS chegou a ter 5,3 milhões de soldados, — um recorde, — e produziu mais de 70 mil tanques das séries T-54/T-55/T-62. Eles eram inferiores aos modelos ocidentais, mas podiam levar a melhor pela quantidade.

3. China

Efetivo: 2 270 000 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (37 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O país mais populoso da Terra conta com bom número de armas nucleares e sempre teve Forças Armadas numerosas, mas o nível pouco sofisticado de sua indústria não permitia equipar as tropas com armas de última geração. Isso mudou recentemente: o salto econômico e a relativa abertura política das últimas duas décadas levaram a China a investir na modernização do arsenal.

4. França

Efetivo: 260 400 soldados

Gasto militar anual: 38 bilhões de dólares (636 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Para se proteger da ameaça comunista na Guerra Fria, os franceses criaram uma força nuclear própria com os três meios clássicos de lançar armas atômicas: mísseis em terra, em submarinos e em aviões. A indústria de defesa é uma das principais da Europa, produzindo tanques de ótima qualidade, como o Leclerc, e aviões clássicos, como os das séries Mirage.

5. Reino Unido

Efetivo: 210 400 soldados

Gasto militar anual: 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Até a Segunda Guerra (1939-1945), a Grã-Bretanha era a maior potência naval da Terra. Depois do conflito, a Marinha Real encolheu, mas ainda é uma das principais do mundo. O Exército sempre foi pequeno, mas é um dos mais profissionais do planeta, bem equipado com tanques, blindados de transporte de pessoal e uma parafernália de mísseis.

6. Coreia do Norte

Efetivo: 1 082 000 soldados

Gasto militar anual: 4,7 bilhões de dólares (214 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Assolado pela pobreza e pela fome, esse país sustenta um dos estados mais militarizados do planeta. Envolvidos em disputas de território com a Coreia do Sul desde a década de 1940, os comunistas do Norte contam com tropas numerosas com muito armamento convencional. Nas últimas décadas, o país desenvolveu tecnologia para produzir armas nucleares.

7. Índia

Efetivo: 1 298 000 soldados

Gasto militar anual: 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O segundo país mais populoso do planeta sempre esteve em briga com seus vizinhos muçulmanos. Hoje, o maior rival é o Paquistão, com quem disputa terras na região da Caxemira. As aguerridas tropas indianas estão entre as mais bem equipadas do Terceiro Mundo. Além de muitos soldados, a Índia tem armas nucleares e mísseis para transportá-las.

8. Paquistão

Efetivo: 620 000 soldados

Gasto militar anual: 2,5 bilhões de dólares (17 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

A maior potência militar muçulmana tem economia e população inferiores às da rival Índia, mas, para criar um “equilíbrio de terror” no sul da Ásia, o Paquistão também investiu em armas nucleares. Pouco se conhece sobre as armas atômicas ou sobre o tamanho do arsenal do país. Mas a existência da bomba dos dois lados da fronteira tem forçado Índia e Paquistão a uma convivência tensa — e “pacífica”, na medida do possível.

9. Coreia do Sul

Efetivo: 686 000 soldados

Gasto militar anual: 12 bilhões de dólares (266 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Graças à proteção dos Estados Unidos, o país atingiu níveis econômicos, científicos e tecnológicos muito superiores aos do vizinho do norte. Por causa da crise com os comunistas, a Coreia do Sul mantém Forças Armadas poderosas em prontidão na fronteira, embora não tenha armas atômicas. O equipamento é de alta qualidade, comprado dos americanos ou desenvolvido localmente com ajuda ianque.

10. Israel

Efetivo: 161 500 soldados

Gasto militar anual: 9,4 bilhões de dólares (1 499 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Pequeno e pouco populoso, Israel se envolveu em conflitos com os vizinhos árabes e resolveu se armar até os dentes. Para compensar a inferioridade numérica, os israelenses optaram por qualidade: suas tropas estão entre as mais bem treinadas da Terra, a Força Aérea dispõe de tecnologia de ponta e a experiência em combate fez o país desenvolver algumas das melhores armas disponíveis, como o tanque Merkava.

Impávido colosso

O Brasil é o mais bem armado da América do Sul, mas não fica entre os 10 mais do mundo

Efetivo: 287 600 soldados

Gasto militar anual: 9,6 bilhões de dólares (55 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Não dá para cravar uma posição para o Brasil no ranking mundial de exércitos: — a única certeza é que não chegaríamos ao Top 10 —, mas dá para fazer algumas comparações. Numericamente, nossas tropas são as maiores da América do Sul. Tecnologicamente, somos semelhantes aos vizinhos. Com fronteiras bem definidas, não há grandes rivalidades regionais. Por isso, o país não tem o mesmo “estímulo” para investir em armas que outros países brigões do Terceiro Mundo. Ainda bem…

 

 

Fontes:

Mundo Estranho

Wikipedia

Folha de S. Paulo

O Arco do Triunfo de São Paulo

Como toda cidade do mundo, São Paulo tem lá seus mistérios.

E um dos que mais deixa o paulistano curioso é sobre o pouco explicado arco do triunfo que existiu por aqui nas primeiras décadas do século 20. Já houve até quem escrevesse a respeito mas sempre de maneira vaga. Aqui vamos explicar tudo o que você sempre quis saber sobre este monumento mas não tinha para quem perguntar (ou onde ler).

Tudo começa em julho de 1921, quando a Prefeitura de São Paulo e a Presidência do Estado (aquela época o governo estadual chamado de presidência), são comunicados pelo cerimonial da Presidência da República que o Presidente Epitácio Pessoa desejava visitar São Paulo em caráter oficial.

Epitácio Pessoa

Presidente Epitácio Pessoa

A viagem, na verdade, seria uma turnê para tornar a figura do presidente mais conhecida e popular. Epitácio Pessoa assumiu a presidência em subsituição a Rodrigues Alves, eleito em 1918, mas que faleceu antes de tomar posse como Presidente da República em seu segundo mandato.

Saindo do Rio de Janeiro de trem – então capital do Brasil -, Epitácio Pessoa passaria por inúmeras cidades paulistas, como Taubaté, São José dos Campos, Mogi das Cruzes e Poá. Em algumas delas chegando a parar na cidade e em outras, como Tremembé, apenas passando vagarosamente pela estação e acenando para os cidadãos.

A sua chegada à capital paulista estava prevista para o dia 19 de agosto de 1921.

Manchete do jornal Correio Paulistano em 20/08/1921

Para entender a grandiosidade que foi a chegada do Presidente Epitácio Pessoa a São Paulo, é preciso voltar no tempo em uma época em que o respeito à figura presidencial estava muito acima das questões partidárias. Um respeito que o brasileiro perdeu no tempo, hoje acostumado a vaiar ou aplaudir presidentes, governadores e prefeitos como quem assiste a um jogo de futebol. Tanto que uma visita nas proporções de 1921, talvez fosse impossível nos dias de hoje.

Ao aproximar-se da região central de São Paulo, já na então Estação do Brás, o comboio presidencial foi obrigado a parar por longos minutos. Todos os operários das fábricas que margeavam a ferrovia naquela região foram até os trilhos para saudar o presidente. Só depois a delegação seguiu até a Estação da Luz, onde as autoridades municipais e estaduais aguardavam. E é aqui que começaremos a falar do Arco do Triunfo.

Mas antes, uma vista parcial da região onde ele foi construído. Observe que a porção direita do Seminário Episcopal ainda não tinha sido demolida.

Vista parcial da região da Luz / Foto: Guilherme Gaensly

Vista parcial da região da Luz / Foto: Guilherme Gaensly

Por pouco esse marco quase não existiu. Sua construção foi decidida de última hora, já faltando poucas semanas para a chegada do Presidente. Discutia-se no gabinete do então Prefeito Firmiano Pinto, além de toda a pompa e cerimônia que estavam preparando para Epitácio Pessoa, o que mais poderia ser feito para tornar sua visita inesquecível.

E foi aí que alguém deu a ideia de fazer um Arco do Triunfo. Mas a inspiração inicial não veio da França, e sim dos Estados Unidos, precisamente do Arco do Triunfo que fica na Washington Square Park, em Nova Iorque.

Em 1889, para celebrar o centenário da posse de George Washington como presidente dos Estados Unidos, um grande Arco do Triunfo foi construído nessa praça, e feito totalmente em gesso e madeira. Era uma construção que chamamos de arquitetura efêmera(*). O arco tornou-se tão popular que, em 1892, decidiram erguer um novo e definitivo, feito de mármore. Era a primeira vez que um arco fora erigido nas Américas.

E isso influenciou muito a criação de um similar por aqui, em uma época em que o café ainda era um produto lucrativo e dinheiro não era problema. Sendo assim, convocou-se um arquiteto paulistano para projetar o grandioso monumento. Quem ? Ramos de Azevedo.

O Arco do Triunfo paulistano, em agosto de 1921.

O Arco do Triunfo paulistano, em agosto de 1921.

E como o tempo urgia, a obra foi tocada rapidamente. Valendo-se do mesmo artifício que os americanos, com gesso e madeira, em incríveis três dias foi erguido o Arco do Triunfo de São Paulo. A firma F. Ramos de Azevedo e Cia colocou 200 operários e todos os seus serviços de oficina a cargo da construção do arco. Os turnos eram de 24 horas para que a obra ficasse pronta. Ela foi instalada no trecho final da rua José Paulino, atual Praça da Luz, quase na esquina com a Avenida Tiradentes (vide mapa abaixo), de modo que tão logo o Presidente da República saísse da Estação, passasse pelo arco.

Projetado em estilo clássico e com traços similares aos arcos de Paris e Nova Iorque, o arco paulistano possuía 28 metros de altura por 27 de metros de largura, sendo que a abertura do arco era de 10 metros de largura por 14 de altura. Sobre o arco havia quatro bandeiras nacionais, sendo três de um lado e uma do outro. Além disso, adornavam o monumento flores e guirlandas. Nas duas faces do arco existiam as homenagens: “Salve Epitácio Pessoa” e também a frase “A Cidade de São Paulo”.  À noite, além da iluminação do monumento, funcionava uma bandeira nacional feita com mil lâmpadas coloridas.

Ao chegar a Estação da Luz, Epitácio Pessoa foi recebido pelo então Presidente do Estado, Washington Luís, e pelo prefeito do município, Firmiano Pinto. Após a execução do hino nacional e das demais recepções de chegada, partiu a delegação rumo ao Palacete Prates. Abaixo, o momento em que o landau presidencial acabava de passar sob o Arco do Triunfo.

O cortejo passaria por diversas ruas paulistanas até chegar a seu destino, como as ruas Florêncio de Abreu, Mauá e José Paulino. Naquele mesmo dia 19, à noite, após jantar com Washington Luís, o Presidente Epitácio Pessoa seguiria para o Theatro Municipal para um espetáculo. Para a ocasião, foi inaugurado um novo e moderno sistema de iluminação no teatro.

E quanto tempo durou o marco ?

Como foi feito de gesso e madeira, obviamente não foi projetado para durar muito. Como não houve, após a passagem presidencial, nenhuma discussão para construir um arco definitivo, tal qual foi feito em Nova Iorque, o Arco do Triunfo paulistano foi demolido. Seu desmonte deu-se algumas semanas depois do 7 de setembro daquele ano, quando a independência do Brasil celebrou 99 anos.

E foi o fim da linha para esse monumento paulistano pouco conhecido e que hoje desperta muitas curiosidades a seu respeito.

(*) Arquitetura efêmera é o nome que se dá para construções feitas com objetivos celebrativos ou expositivos, e apenas para durar por um breve período de tempo. Existem vários outros casos deste tipo de arquitetura no Brasil, como na ocasião do casamento do Imperador D.Pedro I com a Princesa Amélia ou mesmo na ocasião da vista do Imperador D.Pedro II a São Paulo, em 1846.

Bibliografia consultada:
Correio Paulistano – Edições 20881, 20882, 20883 e 20954
A Cigarra – Edição 167, Setembro de 1921

 

 

 

 

Fonte:

Douglas Nascimento

Jornalista, fotógrafo e pesquisador independente, edita o site São Paulo Antiga e é membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Também edita o blog Human Street View, focado em comparações fotográficas entre a atualidade e o passado.

George Barris desenhava veículos que pareciam saídos de desenhos animados

George Barris (1925-2015) foi um designer americano mais conhecido pelos seus carros personalizados feitos para Hollywood, principalmente o  Batmóvel de 1966.

Aos 7 anos de idade, Barris já construía carros de brinquedos usando madeira . Foi aí que ganhou os primeiros concursos patrocinados por lojas de hobby. George e seu irmão Sam trabalhavam no restaurante da família e, por sua ajuda, ganharam um Buick 1925, que não estava lá em tão boa forma. George logo o trouxe de volta à vida através do seu talento. Foi o seu primeiro carro customizado. Eles o venderam e, com o lucro obtido, começaram a trabalhar em um novo projeto.

A demanda e a fama do trabalho dos irmãos só aumentava. Foi quando criaram um clube para os proprietários de veículos personalizados, chamado Kustoms Car Club.

Em 1951, Sam tinha personalizado um Mercury Coupé para si e um cliente, que botou os olhos nele, encomendou um carro similar. Esse veículo foi exposto em uma feira chamada Motorama em 1952, e acabou ofuscando o trabalho dos melhores designers de Detroit. Sam também construiu um Ala Kart modelo de 1929 da Ford e, com isso, recebeu dois AMBR (prêmio pelo Roadster mais bonito da América) .

Apesar da atenção alcançada, Sam decidiu largar o negócio e George seguiu a empreitada com sua esposa Shirley, ajudando na promoção da empresa. No início de 1960, Barris, juntamente com outros customizadores seus conhecidos, criou exposições itinerantes que foram montadas para atrair compradores mais jovens.

Logo ele chamou a atenção de estrelas como Bob Hope, Frank Sinatra, John Wayne e Elvis Presley, adaptando seus carros, e foi inevitável que fosse contratado para produzir carros especiais para séries de TV, como o Batmóvel e, depois, carros para “Os Monkees”, “Mannix” e “Os Monstros”, entre outras.

Abaixo, alguns dos carros produzidos para a TV e para celebridades:

O carro da Família Monstro

O carro da Família Monstro

O carro dos Monkees

O carro dos Monkees

 carro-caminhão da série "Família Buscapé", hoje em um museu.

O carro-caminhão da série “Família Buscapé”, hoje em um museu.

Os Mustang conversíveis que ele fez sob encomenda para Sony e Cher, quando a cantora ainda era casada cm esse cantor. Eram customizados no espírito de "ele e ela".

Os Mustang conversíveis que ele fez sob encomenda para Sony e Cher, quando a estrela ainda era casada com esse cantor. Eram customizados no espírito de “ele e ela”.

O Rolls Royce dourado que ele fez para a atriz Zsa-Zsa Gabor.

O Rolls Royce dourado da atriz Zsa-Zsa Gabor.

Este, ele fez para John Wayne...

Este, ele fez para John Wayne…

E agora, alguns modelos extravagantes que Barris fazia para se divertir ou para colecionadores. A maioria desses modelos está no museu dedicado à sua memória, situado em Los Angeles.

 

Fontes:

ideafixa.com

george barris museum

wikipedia

Carros levitam na China!

Um vídeo publicado no site LiveLeak vem causando espanto e estranheza em internautas do mundo pelo simples fato de desafiar as leis da física. Nas imagens gravadas da cidade de Xingtai, na China, é possível observar uma van se aproximando de uma via, quando, ao chegar próximo a uma faixa de pedestres, é misteriosamente ‘puxada’ para cima, ao mesmo tempo que o carro ao lado é ‘empurrado’. Ainda no canto direito do vídeo, é possível ver outro carro se movendo sem explicações aparente.

Muitas foram as tentativas de explicar o bizarro fenômeno.

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Maaaassssssssssss…

 

Parece que o mistério foi revelado.

Segundo as informações da CNN, um cabo de aço que estava caído no chão acabou ficando agarrado em um caminhão, que, ao se movimentar, acabou esticando o cabo, fazendo os três veículos tombarem.

A explicação está de acordo com a suposição de um internauta, que havia sugerido que a causa do acidente estava atrelada ao caminhão.