10 mentiras que muitos acreditam ser verdade

Até o século 16, todos “sabiam” que o Sol e os outros planetas giravam ao redor da Terra. Até o século 19, era “fato” que doenças epidêmicas como o cólera eram causadas por uma névoa de partículas podres. Por mais errado que nossos antepassados estivessem, eles realmente acreditavam nisso, seja porque esses fatos tinham sido revelados pelos mais sábios, seja porque acabavam sendo divulgados boca a boca sem a devida confirmação científica.

Hoje em dia a coisa se repete. Claro, não imagino que alguém ainda acredite na “névoa de partículas podres”… A não ser numa névoa criadora de zumbis (mas isso já é outra história)…

Mas o que ocorre é que acreditamos em muitas coisas que não passam de “contos da carochinha”. Veja só:

1. Sair no frio com a cabeça molhada é gripe na certa
O que causa gripe e resfriado é o vírus – não o frio, nem ficar com a cabeça molhada. O aumento dos casos no inverno deve-se à maior aglomeração de pessoas em ambientes fechados, o que faz com que o vírus se espalhe com mais facilidade. Quem gosta de ver para crer vai ficar surpreso com algumas pesquisas conduzidas pela Universidade de Virgínia, nos EUA. Para tentar descobrir a influência do frio em resfriados, dois grupos de voluntários foram inoculados com vírus que causam o mal. Metade permaneceu mais de uma hora dentro de um ambiente gelado e mais um bom tempo fora, mas só de cueca. A outra metade foi mantida confortavelmente aquecida. Nos dois grupos, praticamente todos ficaram doentes.

2. Vikings usavam capacetes com chifres
Os vikings não usavam capacetes com chifres. A imagem dos vikings assim foi criada pelo compositor alemão Richard Wagner em 1876, para a ópera intitulada “Der Ring des Nibelungen”. O propósito desses chifres irreais era retratar os ferozes guerreiros do Norte como seres quase demoníacos. Ele se baseou em culturas nórdicas que usavam capacetes com chifres em algumas cerimônias e muito antes dos vikings.

3. Estalar os dedos causa artrite
Faz sentido, mas não é verdade. Provavelmente nenhum dano será feito às articulações e o som pode até indicar a saúde das juntas. A descoberta é de uma equipe de pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, que revelou pela primeira vez com método científico o que acontece quando estalamos as juntas. Passando os dedos de um participante do estudo por uma máquina de ressonância magnética, o grupo descobriu que é a criação de uma “bolha” na substância que lubrifica as articulações que causa o barulho – e não o atrito entre os ossos. 

As pessoas não gostam do barulho do dedo sendo estalado porque acham que há algum dano sendo feito. No entanto, de acordo com os pesquisadores, não há evidências de que o barulho signifique que algum mal está sendo causado.

Os autores acreditam também que o experimento pode ajudar a descobrir problemas nas juntas antes de os sintomas aparecerem. Além disso, pode ajudar a revelar por que as articulações desenvolvem a artrite.

4. Napoleão Bonaparte era baixo

Muito se especulou sobre o aspecto físico do imperador francês. Enquanto os quadros favoráveis à sua pessoa o retratam como uma figura quase grandiosa, a propaganda inglesa da época mostrava Bonaparte praticamente como um anão, caricatura que se explica, em parte, por andar rodeado de uma guarda pessoal composta de homens muito altos

Todavia, a verdade é que ele era bastante normal. Francesco Antommarchi, que foi o médico responsável pela autópsia após a sua morte na ilha de Santa Helena, em 1821, determinou que tinha 1,68 metros, uma altura perfeitamente normal para a época.

Napoleão era, de fato, quatro centímetros mais alto do que o seu grande inimigo britânico, o duque de Wellington, de quem nunca se afirmou ser baixinho...

5. Temos mais do que cinco sentidos

E não para no sexto sentido, não! Podemos ter entre 9 e mais de 20 sentidos aguçados. Se sentimos cheiro, gosto, textura, tato e enxergamos, precisamos levar em consideração também a nossa capacidade de perceber equilíbrio, aceleração, dor, temperatura, entre outros. Você já tinha parado para pensar nisso?

6. Cães envelhecem 7 anos para cada ano humano
Seu cãozinho de 3 anos de idade tem 21 em “anos humanos”, certo? Não de acordo com especialistas. O consenso geral é de que os cães amadurecem mais rapidamente do que seres humanos, alcançando o equivalente a 21 anos em apenas 2, e então envelhecendo cerca de 4 “anos humanos” a cada ano. Cesar Millan, famoso pelo programa “O encantador de cães” recomenda essa forma de cálculo: subtraia 2 anos da idade real do seu cachorro, multiplique por 4 e some 21.

7. Einstein ia mal na escola
Na verdade, ele era o melhor aluno da classe em matemática. O mito provavelmente deve-se ao fato de que, após 1896, último ano no qual o jovem prodígio frequentou a escola, a escala de notas foi invertida e 1, que era considerada a nota mais alta, passou a ser a nota mais baixa. Ao analisarem os boletins de Einstein, talvez as pessoas não tenham se dado conta da mudança e tomaram as notas pela escala antiga.

8. Usamos apenas 10% do nosso cérebro
A ideia é animadora (afinal, significa que poderíamos ser mais inteligentes do que somos…), mas usamos muito mais do que 10% do cérebro, mesmo quando estamos dormindo.

9. O candidato vencedor das eleições sempre é o mais popular
Longe de ser o melhor ou o mais popular, a grande maioria dos candidatos que vence eleições são justamente os que recebem maiores financiamentos. Não existe a mágica das boas propostas, popularidade ou o que for. Aqui é grana quem decide.

10. Comida orgânica é totalmente livre de pesticidas

Não, infelizmente. É que os níveis de pesticida em comidas orgânicas são tão baixos que não são uma preocupação de saúde.

Fontes:

MNN

spotniks.com

 

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O código secreto nas animações da Disney/Pixar

Há muito se fala de mensagens secretas e subliminares nos desenhos da Disney. De mensagens demoníacas a projetos secretos do governo americano para controlar a mente das pessoas, tudo já se especulou sobre esses “segredos”.

Mas existe uma mensagem da qual nunca vi nenhum comentário e que certamente você já notou nesses filmes. Trata-se do código “A113”, que aparece em diversos detalhes e cenas, como por exemplo:

Em “Toy Story“:

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Em “Carros”:

Em “Wall-E”:

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Em “Universidade Monstros”:

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Em “Lilo e Stitch”:

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Em “A Princesa e o Sapo”:

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E até em desenhos não-Disney, como Os Simpsons:

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Ou em filmes em carne e osso, como “Os Vingadores”:

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Mas então, qual é esse segredo?

Não é nenhum pacto seja lá com quem for. A 113 é o número de uma sala de aula no California Institute of Arts, onde muitos talentosos animadores estudaram. Esses artistas, e também designers gráficos, se formaram lá e depois foram trabalhar na Disney e  em outros estúdios, e o pacto – se é que se pode dizer assim – foi de deixar essa “marca secreta” para milhões de espectadores em todo o mundo.

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Nessa sala estudaram, entre outros, John Lasseter (hoje o chefão da animação da Disney/Pixar e que é visto à direita na foto acima) e os diretores e roteiristas Brad Bird, Andrew Stanton e Tim Burton.

Na verdade, a marca “A 113”  aparece também em diversos outros filmes fora os da Disney, Pixar, Marvel e Simpsons, como tributo aos anos da juventude. Foi o que fez Brad Bird:

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Este anel aparece em “Protocolo Fantasma”, de Brad Bird, e o código é usado no mesmo filme por Tom Cruise para chamar ajuda (“Alpha-1-1-3”).

Embora hoje essa afamada sala de aula seja usada como estúdio de graphic-design, e não mais apenas de animação, como antes, não se espera que essa homenagem desapareça. A sequência alfanumérica é como um código Illuminati em Hollywood, e deverá continuar aparecendo ainda em muitos outros filmes. Fique de olho!

 Complementando: 

A Cal Arts (California Institute of Arts) foi fundada em 1961 por Walt Disney ao fundir o Chouinard Art Institute com o Conservatório Musical de Los Angeles. Essas duas instituições estavam em dificuldades financeiras e a fundadora da Chouinard, Madame Chouinard, estava gravemente doente. O relacionamento profissional entre ela e Disney começou em 1929, quando Walt não tinha dinheiro e ela concordou em treinar seus primeiros animadores sem cobrar nada, com a condição de que ele pagasse mais tarde. Foi o que Disney fez, ele pagou, mas nunca mais se esqueceu do favor que ela lhe fez. Quando percebeu as dificuldades financeiras dessa escola de artes, e mais tarde também das dificuldades do conservatório musical , ambas instituições tendo formado muitos profissionais de seu Estúdio, Disney decidiu fundir as duas, criando um instituto de artes interdisciplinar onde os artistas podem trabalhar colaborativamente e, se quiserem, desenvolver seus próprios projetos, retendo o controle e… Os direitos autorais!

Walt numa visita ao Cal Arts, nos anos 1960.

Elaine Davidson, a brasileira com 9.000 piercings no corpo, casou-se!

Quando entrou pela primeira vez no Guinness Book no ano de 2000, Elaine Davidson (http://en.wikipedia.org/wiki/Elaine_Davidson) tinha “apenas” 462 piercings.

Esta foto é de 2007, quando ela estava com  208…

Elaine Davidson nasceu no Brasil e foi enfermeira, vivendo atualmente na Escócia, onde tem uma loja em Edinburgo que vende produtos de aromaterapia, joias e roupas.  Quando ela entrou para o Livro dos Recordes, daqueles 462 piercings, 192 estavam no rosto e orelhas (30 deles na língua), 56 piercings ao longo do corpo (estômago, mãos e seios) e 214 na região púbica (piercings genitais internos e externos). Em março de 2012, Elaine Davidson tinha 9.000 piercings no corpo, somando aproximadamente 3 quilos de peso para as joias.

Livre de vícios,  ela diz ter apenas uma queda por Coca-cola e faz outras atividades além de colocar piercings, como andar em brasas e dormir sobre uma cama de pregos ou vidro quebrado…

A moça tem atividades exóticas… Talvez a mais estranha de todas tenha sido se casar. O nome do marido não foi revelado e nem se ele tem piercings no corpo.

A foto da noiva.