Breve história dos computadores

Esta história vale a pena conhecer…

Há muitos milênios, a máquina de calcular era o ábaco, que teria sido usado pela primeira vez na Mesopotâmia. 

Em 1622, apareceram as primeiras réguas de cálculo, muito semelhantes às que os engenheiros usaram até não muito tempo atrás. 

Em 1672, a calculadora automática de Leibniz fazia cálculos das 4 operações e ainda extraía a raiz quadrada. 

Hermann Hollerith inventou, em 1880, uma máquina para realizar as operações de recenseamento da população. A máquina fazia a leitura de cartões de papel perfurados em código binário e efetuava contagens da informação referente à perfuração respectiva. Ele também foi um dos fundadores da IBM.  

Em 1943, sob encomenda da Marinha, a IBM construiu o Mark I, uma máquina totalmente eletromecânica, com 17 metros de largura, 2, 5 metros de altura e 5 toneladas de peso. 

Usado para fins bélicos, ele tinha 750.000 peças unidas por aproximadamente 80 km de cabos. Quando em funcionamento, dizia-se que produzia o ruído de uma grande sala cheia de velhinhas tricotando ao mesmo tempo.

ENIAC (Electronic Numerical Integrator and Computer) foi o primeiro computador digital eletrônico de grande escala. Criado em fevereiro de 1946 pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly,  começou a ser desenvolvido em 1943 durante a II Guerra Mundial para computar trajetórias táticas que exigissem conhecimento substancial em matemática, mas só se tornou operacional após o final da guerra. Ele ocupava 270 m2, pesava 30 toneladas e sua capacidade operacional equivalia à de uma calculadora eletrônica simples de hoje. 

1954, Computadores IBM 650.

Disco rígido em 1956 – 5 MB. 

1967 – 1980, disco de 8 polegadas, capacidade de armazenagem 79,7 Kb. 

Em 1969, em plena “guerra fria” entre os EUA e a URSS, a ARPA (Advanced Research Projects Agency), uma subdivisão dos Departamento de Defesa americano, cria uma rede com os dados do governo espalhados por vários lugares, para que não fossem guardados em um único servidor. Esse foi o embrião da internet.  

Um PC de 1981.

Em pouco mais de 30 anos, evoluímos rapidamente para um novo tipo de armazenamento de dados.

    

E saímos, nesses 70 anos, do Eniac para os laptops e tablets.

A rede mundial. Essa é a 3ª onda da humanidade, um império sem rei que ainda não conhece a magnitude de seu poder. 

Enviado por Amalia Dan.

As frutas mais exóticas do mundo

Os europeus sempre foram fascinados pelas frutas dos trópicos, especialmente pela diversidade que pode se encontrar no Brasil, como já falei neste post. Como me interesso pelo assunto, encontrei referências a frutas mais exóticas, se podemos definir assim, e que eu nunca vi. Mas fiquei curioso para provar:

Pitaya

Muito comum no México, parece que já existe essa fruta no Mercado Municipal de São Paulo, caríssima, me disseram. Também conhecida como fruta do dragão, por causa da casca irregular e dos gomos escamosos, a pitaya tem um leve sabor adocicado, que lembra o do kiwi. Ela ainda é rica em vitamina C, cálcio, ferro, fósforo e potássio.

Kiwano

É nativo do deserto do Kalahary, no sul da África. Foi introduzido em diversos países europeus e inclusive na Nova Zelândia, que acabou se tornando seu maior produtor. Quem já provou diz que o sabor parece de pepino, misturado com granizo e melão daqueles bem insossos, puxando para a banana… Parece uma coisa pré-histórica, um mamão com chifres…

Rambutan

Ela é conhecida como a delícia do Pacífico. A Rambutan é nativa da Malásia, porém se adaptou muito bem ao clima do norte do Brasil, sendo cultivada em Rondônia, Amazonas e Pará, além do litoral da Bahia. Na natureza, a árvore de Rambutan alcança até 24 metros. De sua casca saem pelos típicos.  Essa fruta que lembra a lichia ainda é pouco conhecida no país, mas tem benefícios sobre ela, seu fruto é maior e suas sementes são de 30 a 50% menores, dando mais espaço a sua polpa, que é doce e pouco ácida, semelhante à uva. Quem a provou, disse que é muito saborosa.
Mangostão
Nativo da região tropical do sudeste asiático, abrangendo também a maioria das ilhas da Indonésia, o mangostão é considerado pelos habitantes desses lugares como a fruta mais saborosa do mundo: “a rainha das frutas tropicais”. Verdadeiro “manjar dos deuses”, o mangostão foi comparado, por alguns, ao néctar e à ambrosia, alimentos do Olimpo grego. Sua sua polpa é branca e macia enquanto sua pele vermelha é grossa e fibrosa. Dizem que seu sabor é muito doce e agradável. Elas aparecem apenas em alguns meses do ano – normalmente de maio a setembro.
Ficheiro:Mangosteen.jpeg
Yangmei
Nativa da Ásia, mais precisamente da China, dizem que já era cultivada há 2.000 anos.  Agora é cultivada em países próximos, como Taiwan, Japão e Coréia. Yangmei é verde quando imaturo, mas ficará vermelho para roxo quando maduro. O fruto é redondo, com geralmente cerca de 3 a 4 centímetros de diâmetro. A fruta em si tem o sabor adocicado e ácido. A aparência externa dela lembra um pouco a amora. Há uma única semente no centro do fruto.
Fonte: http://hypescience.com/, por Luciana Galastri.