Como é possível recuperar um rio poluído?

O atual governador foi reeleito. Entre outras promessas, ele jura que vai limpar o rio Tietê… Bem, o projeto de despoluição do Tietê começou em 1992, no governo de Orestes Quércia e  já foram investidos quase US$ 4 bilhões. A nova etapa vai começar no ano que vem, vai durar até 2019 e deve custar  mais US$ 2 bilhões…

Se isso de fato ocorrer, teremos levado 27 anos para despoluir o rio.

Mas é tão difícil assim limpar um rio que nós mesmos degradamos? Há várias cidades do mundo que conseguiram, e cujos projetos poderiam nos servir de exemplo.

Rio Sena, Paris (França)

O Sena, em Paris, foi degradado por conta da poluição industrial, situação comum a outros rios europeus. Neste caso, porém, houve um agravante: o recebimento de esgoto doméstico.

Por conta de seu estado lastimável, desde a década de 1920 o Sena é alvo de preocupações ambientais. Mas foi apenas…

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Descoberta Cidade Perdida nas florestas de Honduras

Uma equipe de arqueólogos da Colorado State University descobriu novos vestígios de uma civilização antiga, numa área remota da região tropical de La Mosquitia, em Honduras. Em 2012, algumas escavações desenterraram parte de uma cidade, no mesmo local, mas a nova descoberta, feita pela mesma equipe, poderá indicar que se trata de uma civilização completa e não apenas uma cidade.

Um riacho serpenteia através de parte de um vale inexplorado em La Mosquitia, no leste de Honduras, uma região onde há muito tempo correm rumores de conter a lendária “Cidade Branca”, também chamada de “Cidade do Deus Macaco”.

Segundo o Observer, que cita o National Geographic, uma equipe de arqueólogos organizou há três anos uma expedição à remota região tropical em Honduras, motivada pelos rumores acerca da existência da chamada “White City” (Cidade Branca, em português) e também conhecida por “City of the Monkey God” (Cidade do Deus Macaco).

Soldados hondurenhos protegem a expedição dos pesquisadores por regiões remotas do país. Soldados…

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A Senhora do Cao

A Senhora do Cao, ou Dama do Cao, é o nome que se dá à múmia de uma governante da cultura moche que governou o norte do Peru no século IV d. C. Depois da descoberta e das investigações científicas que confirmaram a importância do fato, a notícia foi dada em 15 de maio de 2006 pela equipe de arqueólogos peruanos dirigida por Régulo Franco Jordan, do Instituto Nacional de Cultura peruano. As investigações contaram com o apoio financeiro da Fundação Augusto Wiese.

File:La Señora de Cao.JPG

Antes dessa importante descoberta, pensava-se que apenas os homens exerciam altos cargos no antigo Peru. Acredita-se que a dama tinha o status de governante da sociedade teocrática do vale do Rio Chicama, além de ser considerada uma autoridade quase divina.

A Senhora do Cao teria falecido por complicações no parto aproximadamente no ano 400 d.C., e os restos mumificados da governante, de 1,45 m de altura e entre os 20 e 25 anos, estavam cobertos por 18 colares de ouro, prata, lápis lazuli, quartzo e turquesa, além de 30 adornos de nariz de ouro e prata, diademas e coroas de cobre dourado.

Seu corpo ainda apresenta visíveis nos braços, depois de 1500 anos, tatuagens de serpentes, aranhas, crocodilos, macacos, leopardos, abelhas e mariposas, que representam a fertilidade da terra, e que também indicavam seus dotes como xamã.

 

MARCAS DE CARROS E SEUS SIGNIFICADOS

Sempre tive curiosidade de saber a origem dos nomes das marcas e modelos dos carros. Alguns são óbvios (Brasília, Ford e Ferrari são um bom exemplo dessa obviedade), outros me despertavam dúvida.

Por exemplo, não sabia que Pontiac deriva de uma cidade americana cujo nome era de um chefe índio. Ou que Chevrolet era o sobrenome de um piloto de corridas francês, Louis Chevrolet.

A Pajero, da Mitsubishi, é um nome com vários significados nos países latino-americanos, e sua expressão comercial vem de Paja, cuja definição mais correta vem da Argentina:

Nos anos 40, na Argentina, criaram veículos que circulavam ou eram usados no campo sobre as pajas ou pasto seco. Então popularmente tiveram a ideia de dar o nome de rastrojero, que é o mesmo que rastrojo, sinônimo de paja (andar sobre pasto seco). Assim, a Mitsubishi resolveu adotar esse nome, pois na verdade significa andar em qualquer terreno. Uma vez que o significado da expressão andar sobre pasto seco é o mesmo que andar em terrenos irregulares e/ou macios, o que provoca muita derrapagem.

Daí a razão de usarem o sistema 4×4 para reforçar ainda mais a estabilidade do veículo em determinados tipos de terrenos.

Outras marcas são apenas siglas:

BMW – sigla de Bayrische Motorenwerke (Fábrica de Motores da Baviera)

FIATFabrica Italiana Automobili Torino (Fábrica Italiana Automobilística de Turim)

SAAB- (que inicialmente se dedicava à aeronáutica) é na realidade a Svenska Aeroplanaktiebolaget. ( Corporação de Aeroplanos Suecos, ou algo assim)

O que mais gostei de saber, em minhas pesquisas, foi o significado das logomarcas dos fabricantes de automóveis!

Mas isso fica pra outro post…

Carro de bambu é apresentado no Japão

‘Bamgoo’ tem motor elétrico e autonomia de 50 quilômetros.
Modelo foi projetado por estudantes da Universidade de Kyoto.

Do G1, em São Paulo, com informações da Reuters

 O ‘Bamgoo’, carro elétrico com carroceria fita de fibra de bambu, foi apresentado na cidade de Kyoto, no Japão. O modelo idealizado pelos estudantes da Universidade de Kyoto pesa 60 quilos e leva apenas uma pessoa. Ecologicamente correto, o ‘Bamgoo’ mede 2,70m de comprimento; 1,30m de largura e 1,65m de altura, tem autonomia de 50 quilômetros a cada carga completa das baterias.

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Os pesquisadores entendem que a durabilidade e o peso, muito leve, são os ingredientes principais de um carro ecológico. Assim, escolheram o bambu, forte e resistente, quase tanto quanto o aço e o alumínio, metais comuns usados na construção do corpo de um carro.

(Fotos: Reuters/Issei Kato)