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Dos camelos às Ferraris em 50 anos

Todo mundo sabe que Dubai é a capital dos excessos do Oriente Médio. Um dos emirados árabes rico em petróleo e onde hoje reina o dinheiro e a opulência. Os arranha-céus incrivelmente altos só têm comparação com os gigantescos shopping centers e com as contas bancárias de seus moradores mais abonados, e que são contabilizadas em quaquilhões de dólares.

Esse parque de diversões dos muito ricos, porém, nem sempre foi assim. As fotos abaixo, tiradas durante a década de 1960, mostram que Dubai passou por incríveis transformações nessas quase seis décadas:

Dhows in Dubai Creek: The creek was once the centre of the city's pearl trade the formed the basis of Dubai's economy before the oil boom. The creek divides the city into two sections; Deira and Bur Dubai

A boating crew taking part in a traditional dhow race

Na foto mais acima, o canal que foi um dia cenário dos pescadores de pérolas hoje é palco de competições de regatas.

O antigo entreposto de pérolas de 1830 prosperou até 1930, quando a recessão mundial e o declínio do comércio de pérolas trouxe a depressão e os problemas sociais a Dubai. Mas tudo mudou com a descoberta de grandes reservas de petróleo, em 1966. O emirado enriqueceu e continuou dependente da exportação de petróleo até 1980, quando suas reservas indicaram uma diminuição substancial e a cidade começou  então a repensar seu futuro como sendo um destino turístico. A partir de 1999, quando o hotel Burj Al Arab (aquele que parece uma vela de navio) foi inaugurado, a reputação de “Disneylândia dos Ricos” foi definitivamente consolidada. E nas vias cobertas de areia, os camelos deram lugar às Ferraris…

An open market in downtown Dubai... a far cry from the glitzy malls that now make the city a hub for global luxury shoppers

Os antigos mercados a céu aberto agora são luxuosos centros de compra.

Duty free shopping in Dubai's airport mall

Mode of transportation: It was not that long ago that Dubai was as familiar with camels and dhows as it is now with Ferraris and indoor ski slopes

Não faz muito tempo, o meio de transporte mais comum era o camelo. Hoje, a maior revenda Ferrari do mundo fica em Dubai.

In Dubai: Worlds largest Ferrari store opening ceremony ferrari store dubai 2

Mas Dubai não para…

Essa moderna pirâmide vai cobrir quase 3 quilômetros quadrados e será autossustentável, usando energia solar, eólica e com emissão zero de carbono. Os carros não serão permitidos em seu interior e o transporte será todo por esteiras horizontais e elevadores. A pirâmide poderá abrigar cerca de um milhão de pessoas, que vão morar e trabalhar lá dentro. No espaço que sobrar, cerca de 90% do total, haverá muito verde para a agricultura e para o lazer. O projeto é construí-la no deserto, para onde Dubai já vem se expandindo.

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O Lutador!

O soldado americano, todo bombado, aparece numa noite de boxe amador na Cidade do Panamá disposto a quebrar a cara dos locais, desafiando qualquer um que subisse ao ringue. Eram 7 e pouco da noite.  O soldado, posudo e metido, se estica todo, fica fazendo a maior pressão, tipo Demolidor, Mike Tyson ou Anderson Silva… Aí aparece um que aceita o desafio, mas o soldado diz que é muito magrinho e poderia machucá-lo, depois aparece outro que é alto demais, e o soldado pede alguém de sua altura. Por volta das onze da noite, sobe ao tablado o “Bolo”. O soldado, todo confiante, diz que vai dar uma chance ao panamenho e deixa que o rapaz dê o primeiro soco.

O resto é história…

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Uma breve história dos telefones celulares

Outro dia, conversando com uma pessoa, nos lembramos dos primeiros telefones celulares lançados no Brasil, nos anos 1990. Eram uns tijolões quase do tamanho de um sapato. Rimos de montão ao nos lembrar do Michael Douglas no filme “Wall Street” puxando aquele troço, com uma antena de dois metros… Era o máximo de tecnologia, e no filme ele era um dos megainvestidores da Bolsa e coisa e tal, e naquela época só um cara muito rico podia ter um aparelhos desses…

wall street 1987

Deixando de lado a bizarrice de se pensar como seria levar um aparelho desses no bolso do paletó (os caras tinham que usar mochila só pra isso?), imagine como era antes dessa invenção – caso você não tenha idade para ter vivido isso. Esse aparelhinho (“aparelhinho” hoje, claro, não há 40 anos…) é um dos meios de comunicação mais eficazes de todos, além de ser o único, por enquanto, a embutir outro meio de comunicação no mesmo pacote, a internet!

Pois acredite, 40 anos atrás, e antes do advento do telefone móvel, não dava para se fazer uma ligação para outra pessoa com um telefone que não estivesse preso numa parede ou em cima da mesa.

E foi a Motorola quem criou o primeiro telefone móvel, por meio de seu diretor de pesquisa e desenvolvimento, Martin Cooper: em 3 de abril de 1974 ele fez a primeira chamada de celular, com um protótipo do trambolhão usado por Michael Douglas no filme e que foi batizado mais tarde de Motorola Dynatac 8000X – e que começou a ser vendido nos Estados Unidos em 1983 pela bagatela de US$ 4.000,00!

motorola_dynatac

Isso mesmo, 4.000 dólares! O monstrengo pesava 794 gramas, media 4,5 cm de largura, 8,9 cm de espessura e 33cm de altura. Você não leu errado, ele pesava como cinco smartphones que temos no mercado atualmente e tinha o tamanho de quase três Iphones 3 empilhados.

Não sei se as pessoas começaram a ter problemas de postura ao manter quase um quilo na altura da orelha durante as chamadas, mas o fato é que alguém achou que já estava na hora de melhorar a coisa, e a Motorola – de novo – criou o primeiro celular com uma capinha, um flip que protegia as teclas do aparelho e seu microfone, o Motorola MicroTAC.

Esse saiu nos Estados Unidos em 1989, pesava quase meio quilo (um grande avanço em relação ao antecessor) e serviu de inspiração para vários outros aparelhos de seus concorrentes. Um primo dele foi o primeiro celular a ser lançado no Brasil, em 1990, o PT 550, e custava “apenas” mais ou menos 3.000,00 cruzeiros (moeda vigente), o que, atualizado, seria algo como R$ 15.000,00… Na foto, ele parece pequeno, mas era conhecido como “tijolão”, porque pesava 350 gramas e tinha 23 cm de altura.

O primeiro celular lançado no Brasil

Logo surgiram novos celulares e novos concorrentes, um deles a Nokia, que vinha aperfeiçoando os antecessores e acabou incluindo uma nova facilidade em seus aparelhos, a possibilidade de mandar mensagens de texto. Então, lançou o Nokia 9000 Communicator em 1996, ainda um trambolho e meio estranho: você abria o telefone e aparecia um teclado onde o usuário poderia digitar a mensagem.

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A ideia foi genial, mas o aparelho em si não durou muito, porque as outras empresas logo perceberam que um teclado alfanumérico era muito mais prático. Vieram centenas de outros modelos na mesma linha, cada vez mais sofisticados, mais leves e menores e a tecnologia evoluiu muito rapidamente. Quando entramos no século XXI, essa evolução trouxe os aparelhos com telas sensíveis ao toque. O mais notável deles, e que é considerado o precursor dos smartphones, foi o Ericsson R380, lançado no ano 2000.

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Além do teclado alfanumérico, como o de um celular normal, você podia abrir o flip e – numa tela sensível ao toque – havia as funções de um palmtop. Para quem não sabe, os palmtops eram muito populares na ocasião e tinham as funções de agenda e até de conexão (rudimentar, comparado a hoje) à internet.

Talvez a maior evolução a seguir tenha sido a tecnologia Bluetooth, de novo desenvolvida pela Ericsson. Lançado em 2001, o Ericsson T36 trouxe a possibilidade de uma conexão entre aparelhos para o compartilhamento de dados sem fio, passando arquivos rapidamente para outro celular ou para outros equipamentos dotados da mesma tecnologia.

ert36_00
Ericsson T36

As novidades então vieram em ritmo acelerado.  Em 2002 surgia o Sanyo SCP-5300 Sprint, um dos primeiros celulares com câmera fotográfica embutida do mercado mundial e já com a telinha colorida!

Sanyo Scp5300
Sanyo Scp5300

A qualidade da primeira câmera em um aparelho assim era obviamente muito baixa, pois era uma tecnologia que ainda estava sendo aperfeiçoada.

A tecnologia no mundo da informática evoluía muito rapidamente, até mais do que nos celulares, e então chegou a hora de um grande player no mundo dos computadores fazer sua entrada nesse novo e promissor mercado da telefonia. E ele chegou chegando… Em 2007, a Apple anunciou um novo aparelho que mudaria completamente a história dos celulares, o iPhone 2G.

Iphone-2g
IPhone-2g

Era um aparelho com multidispositivos, tão bom quanto um IPod, com ótima acessibilidade pela tela sensível ao toque e potente em seu acesso à internet. A Apple realmente reinventou o celular.

Como será o futuro?

Impossível prever. A cada dia surgem novos aplicativos para os smartphones, as câmeras embutidas gravam vídeos e tiram fotos com altíssimas resoluções, e o interessante é que as chamadas pelas operadores estão cada vez menos sendo utilizadas,  já que o usuário está mais tempo conectado à internet e pode mandar suas mensagens usando as redes sociais ou usando os aplicativos. Então, tentar imaginar o que vem por aí é um exercício de futurologia inútil.

Afinal, quem imaginaria há dez anos que o celular serviria para tantas outras coisas além de fazer e receber ligações?

 

 

 

 

 

Fontes:
oficinadanet.com.br
TechTudo
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Telemarketing americano

Genial, achei ótima e fiquei com vontade de fazer uma coisa parecida por aqui… Embora eu entenda o outro lado, esses rapazes e moças que são treinados para vender uma coisa que você não quer e precisam a todo custo cumprir suas metas. Imagino a pressão que eles sofrem. Mas o que eu acho é o seguinte, se quero ou preciso de alguma coisa, eu vou procurar, eu pego o telefone e ligo pra lá, não preciso que as empresas, bancos, etc, fiquem me aborrecendo toda hora.

O aúdio tem coisa de 3 minutos, mas vale muito a pena ouvir. É hilário.

 

 

Enviado pelo Eliseu Petrone.

 

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São Paulo antiga…

Adoro fotos, especialmente aquelas antigas, que mostram lugares e pessoas de um passado longínquo. Como as fotos a seguir, de uma cidade que há muito não existe mais:

O Vale do Anhangabaú na década de 1940
Rua da Cantareira, no centro, em 1940… Mudou muito, não?

 

Esta foto eu achei incrível, é de uma rua onde o metro quadrado hoje custa perto de 10.000 reais… Adivinha? É a Oscar Freire, em 1938!
Avenida 9 de Julho em 1940, ladeada por terrenos baldios… Dizia-se que era uma bobagem abrir uma avenida num local tão ermo… Quem vai querer ir até lá???
Av. São João com a Líbero Badaró, década de 1940
A “zelite” olhava com desconfiança a região onde se situava a avenida… Repleta de casebres e sem luz… Avenida Rebouças, em 1939
Carro da polícia em 1936, superequipado para comunicação via rádio… Só que não era muito portátil…
Voar de avião era para poucos, as passagens eram caríssimas. Ainda assim, o aeroporto de Congonhas era movimentado (veja na foto acima, da década de 1960)
Os passageiros da foto embarcam em Congonhas em um avião da Panair do Brasil, que foi fechada pela ditadura militar em 1968 porque vários participantes do governo Castelo Branco eram amigos dos donos da Varig – que foi beneficiada pelo fechamento da concorrente…
Bonde mantido pela Light, em 1936
Edifício Martinelli, 1929. O primeiro arranha-céu de São Paulo, com 30 andares, hoje é da prefeitura da cidade a abriga diversas repartições públicas. E muitas histórias de fantasmas!!!!!
Passagem do famoso Zeppelin sobre o Hotel Esplanada e o Vale do Anhangabaú, em 1936
Regatas no rio Tietê, 1917. Hoje, depois de sucessivos governos estaduais gastarem mais de 3 bilhões de reais durante 20 anos para despoluir o rio, ele é o mais poluído do país…
A famosa esquina da Avenida Ipiranga com a São João, em 1954
Carnaval na Avenida Paulista, 1926
Carnaval na Avenida Paulista, 1926
Entrada do tradicional Colégio des Oiseaux , por volta de 1907. Colégio onde estudaram moças finas da “zelite”, como a ex-prefeita Marta Suplicy, não existe mais e o terreno é palco de disputa há 40 anos. Construtoras autorizadas pela prefeitura devem construir torres naquela que é uma das poucas áreas verdes da cidade e conta com espécies remanescentes da mata atlântica , como palmeiras e jacarandá
Mappin na Praça Ramos, 1960
Mappin na Praça Ramos, 1960
Parque da Luz, 1907
Parque da Luz, 1907
Praça da Sé, 1938, com a catedral ainda em construção. Ela só ficaria pronta 30 anos depois.
Praça da Sé, 1938, com a catedral ainda em construção. Ela só ficaria pronta 30 anos depois
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Sintomas pra diagnosticar um mala

1. Almoço em grupo… Mesa retangular. Um de seus colegas, o Fulano, se senta numa das pontas da mesa. A primeira coisa que você diz é:
– Quem senta na ponta, paga a conta!
Você é um MALA!

2. Início da madrugada. 1h16min. Alguém lhe diz:
– Cara, amanhã vou acordar às 7h.
Você se apressa em dizer:
– Amanhã não. Hoje!
Você é um MALA !

3. Quando você convida alguém para almoçar e esse alguém lhe esclarece que já almoçou. E você solta a frase:
– Então você já está comido??
Você é um MALA!

4. Ou pior, o seu amigo chega atrasado no serviço e diz sorrindo:
– Bom dia!
E então você responde:
– Boa tarde.
Você é um MALA!

5. Quando as pessoas estão cantando Parabéns, você tenta embolar a cantoria, gritando os versos do início da música, enquanto todos já estão no meio da canção…
Além de manezão, você é um MALA.

6. Você fica rindo quando um homem diz que tem 24 anos, aludindo ao número do veado no jogo do bicho.
Você é um MALA!

7. Você espirra:
Atchin… A pessoa a seu lado rapidamente diz:
– Saúde!

E você responde:

– Não é saúde, é resfriado!
Você é um MALA!

8. Você faz alguma piada ou dá aquela risadinha quando alguém diz que é do signo de virgem.
Vai ser MALA assim na casa do…

9. Você diz para um amigo, quando passa o carro da polícia:

– Se esconde, se esconde !!!
Você é um MALA.

10. Quando uma mulher diz que está de saco cheio, você diz que isso não é possível porque ela não tem saco. Precisa dizer de novo?
Seu MALA!

11. Se a anfitriã anuncia:
– Temos pavê de sobremesa.

E você pergunta:

– É pra ver ou pra comer?
Além de xarope, como você é MALA!!!

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Logotipos mal elaborados

Farmácia Kudawara… Que tipo de farmácia é essa?

Eles realmente amam as crianças!

Instituto de Estudos Orientais… Esse é f…

A loja se chama Megaflicks, mas como as letras ficaram muito juntas… De repente, sei lá, isso ajuda nas vendas.

Kids Exchange. Mas como escreveram tudo junto, aí já viu.

Belo médico de computador.

Feche um olho…

Eu não ia atualizar este post, mas surgiram duas adições que NÃO POSSO deixar de compartilhar…

Office of Government Commerce, do Reino Unido… Antigamente, eles usavam este logotipo:

Daí, como acontece em todos os departamentos de governo de todos os países, os burocratas que assumiram decidiram “reposicionar as marcas corporativas, no intuito de mostrar à população as novas posturas de governança” e contrataram a peso de milhões (de libras!) um renomado escritório de design londrino. Depois de meses de estudo, eles vieram com isto:

Não sei bem como foi, se alguém imprimiu o logo e o papel caiu no chão em certa posição, ou se alguém estava com torcicolo, o fato é que se você girar a imagem acima a 90 graus sentido horário, você verá isto:

Resultado: depois de centenas de milhares de libras gastas, o novo logo está sendo “reestudado” e a OGC voltou a usar o logo antigo…

1973. Catholic Church’s Archdiocesan Youth Commission lança seu novo logo:

Tudo bem, eram tempos mais simples, mas, caramba… Já naquela época havia uma alteração na visão da sociedade sobre o sacerdócio: de benevolentes cuidadores e orientadores de crianças para molestadores infantis. Quer dizer, apesar de ser um logo bonito, traz uma imagem polissêmica imprudente demais.

ADENDO – a polissemia é a característica de uma palavra (ou imagem) ter um novo sentido além de seu sentido original, guardando uma relação entre elas. Esse recurso da linguagem é muito usado na linguagem publicitária.

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Heróis de verdade do cinema

Taí uma coisa que eu não sabia: que grandes astros de Hollywood serviram para valer na 2ª Guerra Mundial. Não num estúdio com efeitos especiais, não. Mas ralando mesmo, seja no Pacífico, seja na Europa. Alguns viriam a ser celebridades das telas mais tarde, outros já eram famosos e se alistaram. Olha só:

Alec Guinness comandava uma embarcação anfíbia da British Royal Navy no dia “D”, na Normandia.

David Niven foi tenente-coronel dos Comandos Britânicos na Normandia.

James Stewart ingressou na Força Aérea do Exército americano como soldado e chegou a alcançar o posto de coronel. Durante a 2ª Guerra Mundial, Stewart serviu como piloto de bombardeio. Em sua folha de serviços, constam mais de 20 missões sobre a Alemanha. Foi condecorado com a Medalha Aérea, a Cruz Distinta de Voo, a Cruz de Guerra Francesa e 7 Estrelas de Combate. Ao acabar a guerra, Stewart continuou como reservista na ativa e alcançou o posto de general de brigada, indo para a reserva, no final dos anos 1950.

Clark Gable alistou-se como soldado na USAF, em 1942, já como astro, apesar de ter ultrapassado a idade para recrutamento. Foi promovido a tenente neste mesmo ano. Passou logo para a Escola de Artilharia e, em fevereiro de 1943, foi transferido para o 351º Grupo de Bombardeiros em Polebrook, onde realizou missões operacionais, sobre a Europa, nos B-17. O capitão Gable regressou aos EUA em outubro de 1943 e saiu do serviço ativo, como comandante, em junho de 1944, a pedido próprio, já que ultrapassara a idade permitida para entrar em combate.  Só então voltou a filmar.

Charles Bronson foi artilheiro na Força Aérea do Exército americano, especificamente nos “B-29” da 20ª Força Aérea, em Guam, Tinian e Saipan.

Lee Marvin foi fuzileiro naval em Saipán, durante a campanha das Marianas, sendo ferido e recebendo o Coração Púrpura.

Tyrone Power, ator de grande destaque na época, alistou-se como fuzileiro naval quando Pearl Harbor foi bombardeada, e serviu como piloto de transporte de material na evacuação de feridos em  Iwo Jima e Okinawa .