Aconteceu no Canadá

Isso aconteceu no Canadá… Os huskies estavam presos na coleira, quando um enorme urso polar apareceu…

Todos acharam que os cachorros já eram, mas na verdade o urso queria apenas brincar!

Cheira daqui, cheira dali, um tempo para reconhecimento mútuo…

Aí, começa o papo, como velhos amigos: “Quer uma cervejinha?” “Com este frio, prefiro chocolate quente, e venha de lá um abraço!”

“E a família, como vai? A patroa tá boa?” “Tudo bem, véio! Só o meu moleque que tá meio resfriado…”

A Natureza sempre dando os exemplos… Mas a gente nunca aprende!

 

Os  “remédios” dos nossos Avós… (2)

Glyco-Heroína

Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra a asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comummente açúcar e temperos) tornava o opiáceo mais agradável para a ingestão oral.

Tablete de cocaína (1900)

Estes tabletes de cocaína eram “indispensáveis para os cantores, professores e oradores”. Eles também aquietavam a dor de garganta e davam um efeito “animador” para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.

Drops de Cocaína para Dor de Dentes – Cura instantânea

Os dropes de cocaína para dor de dentes (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o “humor” dos usuários.

Ópio para bebês recém-nascidos

Acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebês recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio.  Este frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio e de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida.  “Dose – [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia.” O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.


 


Os  “remédios” dos nossos Avós… (1)

Heroína da Bayer

Um frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e um remédio contra tosse para crianças.

Vinho de coca

O vinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor “recreador” também.

Maltine

Este vinho de coca foi fabricado pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada dizia: “Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção.”

Peso de papel (não era bem remédio, mas…)

Um peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha), “os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína”. Este fabricante tinha orgulho na sua posição de líder no mercado de cocaína…

 

Mais remédios dos avós aqui.



 


A maldição de James Dean

Existem maldições famosas que muita gente conhece, como a do túmulo de Tutancâmon, que foi inclusive tema de vários filmes de cinema e de TV. Dizem até que a família Kennedy sofre de uma maldição. Mas há uma da qual nunca tinha ouvido falar e que me foi comentada pelo meu camarada Aramis Negreiros (https://www.facebook.com/aramis.negreirosjr/about): a do Porsche de James Dean, o famoso ator de Hollywood, e batizado por ele de “Little Bastard”, ou Pequeno Bastardo.

Dean comprou o Porsche 550 Spyder prata para competições. Este Porsche era um pequeno esportivo sem teto, especialmente desenvolvido para competições em rodovias ou corridas de resistência, e era movido por um motor central traseiro e com um peso bastante baixo. Quem  o customizou para o ator foi o projetista de hot-rods George Barris, que anos depois desenhou o Batmóvel para a popular série de TV dos anos 1960.

Em 30 de setembro de 1955, James Dean estava numa rodovia e,  ao chegar a um cruzamento, um jovem a bordo de um Ford Coupé 1950 não viu o pequeno automóvel prateado com o 130 pintado no capô e cruzou sem olhar. As consequências foram fatais. James Dean faleceu instantaneamente no local.

Como ainda haviam peças aproveitáveis, George Barris comprou o que sobrou do carro e o levou para sua oficina em Chicago. Enquanto estava sendo arrumado, o Pequeno Bastardo caiu sobre as pernas de um dos mecânicos e esmagou-as. Há notícias de que ladrões tentaram roubar o volante do carro, mas se feriram na tentativa.

Depois disso, Barris decidiu se livrar do carro maldito: vendeu o motor e a transmissão do carro a dois médicos que participavam de corridas, e dois pneus para outra pessoa. Durante uma corrida, o carro que recebeu o motor do “Little Bastard” saiu da pista e bateu numa árvore, matando o piloto. O carro que recebeu a transmissão travou e capotou várias vezes, deixando o outro médico-piloto gravemente ferido. Aquela pessoa que comprou os pneus do Porsche foi parar no hospital, depois que os pneus explodiram simultaneamente, provocando um grave acidente.

Enquanto isso, Barris emprestou o que restou do carro de James Dean para a California Highway Patrol, que faria uma exposição sobre a importância da segurança no trânsito. Na véspera do evento, um incêndio atingiu o galpão de exposição e todos os carros foram destruídos, exceto – é claro – o Pequeno Bastardo, que sobreviveu sem nenhum arranhão além dos que já tinha. Quando o carro foi colocado em exibição em Sacramento, caiu do display e quebrou o quadril de um adolescente que estava lá, admirando-o.

Quando a exposição se encerrou, o carrinho foi colocado dentro de um caminhão para ser levado de volta a Salinas, na Califórnia. O motorista do caminhão perdeu o controle no caminho, foi jogado para fora da cabine e esmagado pelo carro quando este voou da carroceria.

Em 1960, depois de ser exibido em Miami, os restos do carro maldito desapareceram a caminho de Los Angeles. E nunca mais foi visto depois disso.

BRRRR!

“Legendadores piratas” trabalham por paixão e sem ganhar dinheiro; conheça a atividade

Os legendadores já são populares na internet. Não, não estamos falando dos profissionais contratados pelas distribuidoras de filmes ou canais de TV por assinatura. Nosso foco é o submundo dos legendadores, que se organizam em grupos para realizar um trabalho anônimo e altruísta. São mais de 30 equipes em todo o país que tornam disponíveis dezenas de legendas todas as semanas em vários sites diferentes. O problema é que a atividade é considerada pirataria. Mesmo assim, uma grande demanda de fãs, ávidos por assistir às séries antes mesmo de passarem oficialmente no Brasil, alimenta a prática.

Em fevereiro de 2009, a Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM) pediu aos administradores do servidor que hospedava o site Legendas.TV, o mais popular entre os fornecedores, para que retirassem a página do ar. Eles alegaram que os legendadores não possuíam nenhum direito sobre as produções e que muitos apropriavam-se das legendas e  as comercializavam indevidamente. O pedido foi atendido, mas em menos de um mês as atividades já haviam sido restabelecidas. Durante o tempo de inatividade, inúmeros fóruns online foram inundados com protestos de gente que clamava pela “matéria-prima” oferecida pelo site.

As leis brasileiras não são muito claras em relação ao nosso trabalho. Apesar de nos basearmos no produto de outra pessoa, estamos disseminando cultura e conhecimento.

deGroote, 16 anos

“Quando um usuário faz a legenda não autorizada de uma obra audiovisual, ele fere o trabalho de toda uma cadeia produtiva: produtores, autores, atores, atrizes, câmeras, roteiristas, diretores, marketeiros, produção de fábrica, do próprio tradutor e etc.”, declarou em nota a APCM, na ocasião do pedido de fechamento do site.

Os legendadores parecem não se importar com a questão legal: “Sabemos que as leis brasileiras não são muito claras em relação ao nosso trabalho. Apesar de nos basearmos no produto de outra pessoa, estamos disseminando cultura e conhecimento. Além disso, alimentamos um mercado carente, que não consegue suprir a demanda dos fãs, que querem agilidade e qualidade”, diz o legendador deGroote, de apenas 16 anos, que preferiu manter-se no anonimato.

Equipes

Eles são jovens, pertencem à classe média, a maioria está na faculdade, são cinéfilos, fãs de séries televisivas e fazem tudo por prazer. Constituem equipes que convivem em uma paz relativa — grupos maiores já foram fragmentados por conta de brigas internas. São motivados por um altruísmo digno de análises profundas da psicologia. Psicopatas, inSubs, SubsFreaks, N.E.R.D.S, United, Geeks, Darkside, ArtSubs, Insanos são nomes de algumas equipes que realizam o trabalho voluntário. Elas são informais, mas a estrutura que faz todo o esquema funcionar é bastante organizada e hierárquica.

Reprodução

A equipe do InSubs é responsável pela legendagem não oficial do seriado “House”.

 

MatheusT, administrador da inSubs, explica que as regras são muito bem definidas, caso contrário o trabalho seria inviável. Segundo ele, a maioria das equipes segue o mesmo padrão: na base encontram os tradutores e sincronizadores, que levam até 10 horas passando para o português um episódio de 40 minutos. Logo depois vêm os revisores que assistem a tudo atentamente para não deixar passar nenhum erro. Geralmente os revisores são cargos de confiança dos administradores, os responsáveis e líderes da equipe. Ao todo, a inSubs possui cerca de 40 membros ativos, que legendam de 5 a 15 episódios de séries por semana.

“Nossa meta é sempre fazer o trabalho com a melhor qualidade possível. Grana, não ganhamos nunca. Fama, nem tanto, pois nosso trabalho ainda não é tão divulgado. Fazemos é por puro prazer de legendar e ver um trabalho bem feito, depois de tantos anos vendo legendas mal feitas na televisão e no cinema”, diz Flaviamar, outra administradora do inSubs.

Já o adolescente deGroote diz que está na atividade por pura amizade: “Entrei porque queria ajudar com a série que gostava, como quase todo mundo, mas a coisa foi evoluindo e hoje formamos uma equipe. Uma equipe que se gratifica quando recebe um comentário legal e tem o trabalho reconhecido. Você sente que está fazendo alguma coisa importante”. Palavra de quem desde os 14 anos é membro do DarkSide. Ele explica que cada série possui um membro responsável e que o único pré-requisito é “querer fazer”. O legendador precisa ter tempo hábil e conhecimento razoável dos idiomas, tanto estrangeiro quanto nacional (o que eles adquirirem, na maioria das vezes, por pura prática).

“Um responsável por alguma série tem que realmente agarrar com unhas e dentes e levar aquilo nas costas. É ele que manda. Ele delega as atividades aos revisores, sincronizadores. Geralmente quem é o responsável tem um cargo maior, tipo administrador, mas isso não é regra”, completa deGroote.

Grana, não ganhamos nunca. Fama, nem tanto, pois nosso trabalho ainda não é tão divulgado. Fazemos é por puro prazer de legendar e ver um trabalho bem feito, depois de tantos anos vendo legendas mal feitas na televisão e no cinema”

Faviamar, adminstradora do inSubs

Os membros das equipes se tornam tão próximos, que a relação pode ir além da amizade. O adolescente deGroote descreve o caso de dois legendadores que marcaram casamento após se conhecerem no universo das traduções e sincronizações. O casal não gosta de conceder entrevistas, mas os parceiros confirmam o caso amoroso.

Aliás, anonimato é item fundamental. Quando a identidade vem à tona, pode acontecer como o caso de um rapaz, cujo pai, um militar que, ao comprar um filme no camelô, reconheceu o apelido do filho que figurava entre os revisores: “Por ordem do pai, o garoto foi proibido de legendar e nunca mais participou da equipe”, confirma deGroote, que fez questão de deixar claro a desaprovação de todos os legendadores sobre a comercialização do trabalho.

Lost

A série Lost tem o mérito de ter tornado essa indústria informal quase profissional. A prática já existia antes de sua estreia, mas os mistérios da ilha faziam com que os fãs da série ficassem malucos em busca das respostas e não aguentassem esperar até que o canal pago, detentor dos direitos de exibição, traduzisse e exibisse os episódios com meses de diferença em relação à exibição nos EUA.

Logo após os episódios serem exibidos nos EUA, os legendadores varavam as madrugadas para entregar um serviço de qualidade no menor tempo possível. Muitas vezes, a tradução completa do episódio ficava pronta em menos de 12 horas. Lost não é mais produzida, mas deixou um legado e uma cultura que vem transformando a indústria da TV paga no Brasil e a maneira de assistir às séries.

Futuro

Quando indagado sobre o futuro do trabalho dos legendadores, MatheusT, administrador da inSubs é taxativo: “A distribuição do conteúdo era bem diferente na época em que as leis foram concebidas. Enquanto a legislação e a indústria não se adaptarem à internet e a facilidade de acesso ao conteúdo que ela traz, haverá legendadores, e não há nenhum problema nisso”.

O passo a passo dos legendadores

Líder Algum membro da equipe precisa demonstrar interesse pela série. Caso aprovada, essa pessoa passa a ser o responsável pela produção das legendas, por convocar tradutores e sincronizadores (os cargos básicos da hierarquia) e estabelecer uma espécie de escala de trabalho. Toda a comunicação é feita por e-mail.
“Virgens” Os episódios “virgens” (como são chamados logo depois a exibição no país de origem) são captados por membros da equipe em sites ou redes de compartilhamento estrangeiras, especializados em fornecer o material minutos após ter ido ao ar.
Tradução Em posse dos episódios “virgens”, os legendadores começam um processo de tradução que pode levar, dependendo da prática da pessoa, até 40 minutos a cada 10 de série. Em alguns casos, os tradutores acompanham a exibição da série em tempo real, disponibilizada por alguns sites estrangeiros, para adiantar no processo.
Manual O tradutores seguem manuais bastante detalhados sobre o processo de legendagem. Alguns desses guias estão disponíveis para download na internet e contém mais de 30 páginas que explicam o passo a passo. Número máximo de caracteres por linha da legenda e tempo de exposição do texto na tela são preocupações bastante comuns nesta etapa.
Sincronia Depois de traduzida (tarefa que pode ser realizada por vários membros da equipe) o episódio passa por um processo de sincronização, para que falas correspondam com o que está escrito na tela.
Revisão A próxima etapa fica a cargo dos revisores, que assistem a todo o episódio atentamente e corrigem possíveis erros de ortografia e sincronia. O revisor também uniformiza a legenda para evitar que palavras e expressões características dos personagens variem muito de episódio para episódio. O revisor é bastante valorizado dentro da equipe. Geralmente o cargo é ocupado por pessoas de confiança dos administradores
Legendas.TV Depois de revisada, a legenda está pronta para ser publicada. O tempo máximo de legendagem tolerado pelas equipes é de 24 horas para as séries mais populares. Para as secundárias, o prazo é mais flexível: entre 2 e 7 dias. O principal meio de divulgação é um site chamado Legendas.TV, uma espécie de portal das legendas. O site está entre os 130 mais acessados do Brasil e chega a ter quatro mil usuários conectados ao mesmo tempo (Fonte: Alexa.com).


(fonte:RODRIGO VITULLI || Do UOL Tecnologia)

Qual é a diferença entre Reino Unido e Grã-Bretanha?

Agora que se fala tanto da separação do Reino Unido da União Europeia, com consequências imprevisíveis para o mundo todo, vale a pena entender o que é Reino Unido e Grã-Bretanha.

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INGLATERRA

É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido . No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta! Esse império durou até meados dos anos 1920.

GRÃ-BRETANHA

É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo “Grã-Bretanha” muitas vezes é usado como sinônimo de “Reino Unido” – o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.

BRETANHA

O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas “Bretanha”, está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.

REINO UNIDO

É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembleias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.

ILHAS BRITÂNICAS

É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda – onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas “grandalhonas”, fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey).

 

 

 

 

 


 

Escândalos sexuais envolvendo políticos

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Normalmente, a imprensa faz um estardalhaço quando se sabe de uma baixaria envolvendo políticos e sexo, e há quem pense que a ocorrência de escândalos sexuais causados por infidelidades, fantasias e excentricidades de políticos e outros tipos de pessoas públicas só aconteça nos dias de hoje, quando cada vez mais fotos e filmagens registrados em momentos de intimidade teimam em se tornar públicas através da internet. Mas isso é um engano. Escândalos sexuais ocorrem há milhares de anos.

Por exemplo, na Roma Antiga, o estupro de Lucrécia por Sexto, filho do rei, foi aproveitado pelo Senado, que expulsou Tarquínio e aumentou o próprio poder político, instituindo, assim, o regime republicano. Como se vê, desde então o fato era aproveitado em desdobramentos para além da questão moral. Outras vezes, ele era apenas a ponta de um iceberg de baixarias ainda maiores.

Listei abaixo alguns dos casos mais comentados, tanto no Brasil quanto em outros países:

John Kennedy e a minha musa

A atriz Marilyn Monroe e o presidente John Kennedy

Apesar de ser casado com Jackie, considerada uma das mulheres mais bonitas e elegantes do mundo, o presidente John Kennedy, de vez em quando, dava suas puladas de cerca. E a mais conhecida de todas teria sido com a deusa do cinema Marilyn Monroe. Embora nunca tenha sido comprovado com absoluta certeza, o caso entre os dois aparece em diversos livros, fofocas e filmes. Mas a clássica cena em que a atriz, maior símbolo sexual da época, canta “Happy Birthday, Mr. President” de forma insinuante no aniversário de 45 anos dele, de fato ocorreu, como se pode ver no YouTube.

Charles e Diana

O nobre casal britânico Charles e Diana viveu uma sequência de escândalos durante seu conturbado casamento, com direito a cobertura da imprensa mundial em cada reviravolta. Eles se casaram em 1981 (“o casamento do século”) e tiveram dois filhos, mas ambos mantiveram casos extraconjugais nos anos seguintes. Diana admitiu ter traído o marido com seu professor de equitação, James Hewitt, e sabia que Charles era amante de Camilla Parker-Bowles. O casal se separou em 1992 e, cinco anos depois, quando se noticiava o namoro de Diana com o milionário Dodi al Fayed, a princesa morreu em um acidente de carro. Atualmente, Charles é casado com Camilla, a “rottweiller”, como Diana chamava sua rival…

Bill Clinton e a estagiária

Tudo começou com uma denúncia de assédio sexual. Paula Jones, que era funcionária pública enquanto Bill Clinton era governador de Arkansas, entrou com um processo contra ele. Para provar que ele não era nenhum santinho, o advogado dela trouxe à tona o nome da estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky, então uma grande desconhecida para a maioria dos americanos. O presidente negou por meses a acusação. Enquanto isso, detalhes iam surgindo na mídia, como o vestido manchado com sêmen que ela guardou sem lavar. Clinton acabou admitindo em 1998 que, sim, ele havia tido um caso com a estagiária entre 1995 e 1997.

Em seu livro de memórias, o ex-presidente descreve o “asco” que sentiu por sua relação com Lewinsky e por ter que dormir no sofá para ganhar novamente o respeito da mulher, Hillary Clinton, e de sua filha, Chelsea.

Zélia e Bernardo

O próprio Fernando Collor definiu o caso na época como “nitroglicerina pura”. A ministra da Economia Zélia Cardoso de Mello (a do confisco das poupanças) passou a dividir mais do que reuniões interministeriais com Bernardo Cabral, ministro da Justiça. Zélia era solteira, mas Cabral, não. Na época, o adultério ainda era considerado crime no Brasil, e a amante poderia ser julgada como cúmplice. O caso rolava apenas na intimidade de Brasília quando foram parar nos jornais alguns bilhetes trocados pelo casal (como o que falava sobre a saia curta “deliciosa” que Zélia estava usando) e o relato de uma dança que eles dividiram na festa de aniversário dela. A música era “Besame Mucho”.

Berlusconi e as festinhas

 

As festinhas do então primeiro-ministro da Itália, Silvo Berlusconi (o “Maluf pornô”, segundo o jornalista Zé Simão) eram tão animadas que a promotoria decidiu investigar. E descobriram que ele pagou um bom dinheiro à jovem marroquina Karima El-Mahroug – conhecida como Ruby Rubacuori – e a outras 32 mulheres que frequentavam os encontros em sua mansão em troca de favores sexuais. Ruby é especial não só por ser uma das mais assíduas (foram 13 encontros entre 2009 e 2010) como por ser menor de idade na época, o que é considerado crime na Itália.

Não é o único escândalo em que Berlusconi se envolveu. Em maio de 2009, houve o caso Noemi, uma menor com quem Berlusconi se encontrava e que acabou levando a mulher do chefe de governo a pedir o divórcio, e, em junho de 2009, o caso D’Addario, uma prostituta que tornou pública uma noite tórrida com o político.

Renan Calheiros e a jornalista

Esse caso foi noticiado em 2007. O presidente do Senado, Renan Calheiros, foi acusado de receber recursos de uma empreiteira por meio de um lobista, para pagar “em dinheiro vivo” uma pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem, soube-se então, tem uma filha fora do casamento. Segundo ela, o político “fazia as mais belas declarações de amor, me ligava várias vezes durante a noite para contar seus passos, cantarolava ‘Eu Sei que Vou Te Amar’ ao telefone”.

O senador foi investigado por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado e outras acusações foram se somando, como a de que ele grilava terras em Alagoas e de que usou laranjas para virar sócio de uma empresa de comunicação. Mas escapou de todas graças aos colegas de Senado (em troca de …?). Ela, depois de posar nua e lançar um livro sobre o caso, está em um relacionamento firme com um empresário mineiro.

John Profumo e Christine Keeler

John Profumo e Christine Keeler

Já tratei desse escândalo aqui, mas resumindo: em plena guerra fria, o Secretário da Guerra da Grã-Bretanha, John Profumo, tinha papel estratégico na luta ideológica contra o comunismo. Era casado, mas caiu em tentação ao conhecer Christine Keeler, uma prostituta londrina, numa festa. O relacionamento, porém, era muito mais grave que um caso convencional de adultério – afinal, Christine tinha outro amante influente, um espião russo. Para piorar a situação, Profumo mentiu ao ser questionado sobre o caso numa sessão do Parlamento. Acabou sendo forçado a renunciar. O affair foi tão marcante nos anos 1960 que inspirou filmes, documentários e canções pop.

Fernando Lugo e as fiéis

Durante décadas, Fernando Lugo exerceu funções religiosas em nome da Igreja Católica no Paraguai, até renunciar ao ministério sacerdotal, em 2006, para se lançar candidato à presidência, sendo eleito em 2008. Maaas… Ele é “o” cara, o sacerdote mais mulherengo abaixo da linha do Equador. O então bispo, quase cinquentão e que ganhara fama como “bispo dos pobres”, seduziu a adolescente Viviana Carrillo. Foi só um dos casos de Lugo – quando o escândalo foi revelado, num intervalo de só dez dias apareceram três mulheres com os respectivos “luguinhos”. Os mais exagerados falavam em dezesseis herdeiros… Mas Lugo assumiu apenas a paternidade de Guillermo Armindo; o segundo processo terminou em acordo e o terceiro teve exame de DNA negativo. O presidente paraguaio teria ainda uma segunda filha, de 19 anos de idade…

Será que o poder corrompe e é erótico?

 O poder não corrompe o homem; é o homem que corrompe o poder. O homem é o grande poluidor, da natureza e do próprio homem. Quanto a ser erótico, não sei… Depois que for eleito eu conto.

 

 

 

 

 

 

Fontes:

www,clicqueaprenda.com

folha.uol.com.br

noticias.uol.com.br