Provérbios chineses

A China, rodeada por desertos, montanhas e mares, ficou isolada do resto do mundo durante milhares de anos. Por volta de 1.650 a.C., uma grande parte da China era governada por uma dinastia, os Chang (ou Shang). Construíram palácios, túmulos reais e oficinas para fabricar armas e belos objetos de bronze.

A escrita começou por volta de 1.400 a.C.. Para prever o futuro, os sacerdotes gravavam perguntas em ossos-oráculos. Esses eram aquecidos até rachar, então os sacerdotes “liam” os desenhos feitos pelas rachaduras.

Por volta de 1.000 a.C., os reis Chang foram derrotados pelos Zhou. Os novos reis (+ou- 1.100-221 a.C.) permitiam que as famílias nobres pudessem ter suas próprias terras em troca de lealdade e auxílio em caso de guerra. Mas os nobres ficaram mais poderosos que os reis e criaram os seus próprios reinos, passando a lutar entre si constantemente.

Os primeiros pensadores chineses reagiram a essa situação criando novas maneiras de pensar sobre o mundo.

Kung Fu-Tzu, ou Confúcio (551-479 a.C.) era um deles e tentou restaurar os velhos costumes e cerimônias. Seus alunos anotavam seus ensinamentos, que depois se tornaram a religião oficial do governo chinês. Existiram outros pensadores, como Láo-Tsé (+ou- 604-531 a.C.), fundador da religião Taoísta.

Por volta de 221 a.C., o reino de Quin, no noroeste da China, conseguiu unir o território criando um grande império. O rei de Quin intitulava-se Quin Shhuandi, que significa “Primeiro Imperador da China”. Quin Shhuandi mandou construir uma enorme muralha para proteger o seu império de ataques das tribos do norte. A Grande Muralha foi construída unindo várias pequenas muralhas deixadas por reis anteriores. Ainda hoje é a maior estrutura construída pelo ser humano em todo o mundo.

Quin Shhuandi morreu em 210 a.C. e foi enterrado em um enorme túmulo, com um exército de mais de 7.500 soldados feitos em terracota e em tamanho real.

Os chineses foram os primeiros a fazer papel, e inventaram muitas outras coisas que ainda usamos hoje, como a pólvora, o carrinho de mão, o guarda-chuva, o garfo, a tecelagem da seda e a bicicleta.

Mas talvez sua maior contribuição sejam mesmo as ideias de seus filósofos, tão atuais como nunca:

O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros. (Confúcio)

Escolha um trabalho que ama e não terá que trabalhar um único dia em sua vida. (Confúcio)

Quem conhece os outros é sábio; quem conhece a si mesmo é iluminado.  (Lao-Tsé )

A alma não tem segredo que o comportamento não revele.  (Lao-Tsé )


Placa no metrô do Japão

A imagem abaixo andou circulando por e-mails no mundo todo:

Aí, você deve ter rido muito, afinal, “esses japoneses são malucos, mesmo”, ou “de repente, eles não têm a mente suja como a nossa”, ou qualquer raciocínio parecido – estimulado por esses desenhos… Bem, pois fique sabendo que ninguém vai encontrar essa sinalização nos vagões de metrô japoneses, porque isso é uma farsa, um “hoax” como tantos que a gente recebe todos os dias e que pululam na internet.

A verdadeira placa de sinalização é esta:

E o significado é, da esquerda para a direita:

1. Mulheres com crianças

2. Mulheres grávidas

3. Idosos (ou pessoas com deficiências que as impeçam de ficar de pé)

4. Pessoas com pés ou pernas machucados

Algum engraçadinho, em algum lugar do mundo, deu uma mexida nos ícones originais e espalhou a pegadinha.