Dinheiro – História, Mitos e Crenças

Você sabia que as variações no tamanho das cédulas de dinheiro nos países ocorrem em função dos métodos de impressão, dimensões da folha onde são impressas e diferentes representações visuais?

Por exemplo, a nota de 500 rublos, de 1912, era quase do tamanho de uma caixa de sapatos! Media 27 cm por 13 cm! Quando o tzar ia pagar uma conta e sacava 500 rublos, era como se ele estivesse puxando uma toalha do bolso, rá rá rá!

10856496_10203555919806652_3443216348790997634_o

 

Na China comunista, por outro lado, foram impressas notas tão pequenas que era difícil não perdê-las. A cédula de 1 yuan media apenas 8 por 4 cm- o tamanho de uma nota de Banco Imobiliário.

Outra pegunta: você sabe qual a origem da palavra moeda? Ela deriva do nome em latim do templo da deusa “Juno Moneta” – local onde eram confeccionadas as moedas romanas (aprox. séc. III a.C.).

10846410_10203550285545799_5099908405355536329_n

 

Outra coisa que sempre quis saber era se a nossa Casa da Moeda fabrica o papel onde são impressas nossas cédulas, ou só as imprime. Descobri que apenas imprime – e com todas aquelas medidas de segurança para evitar falsificações. O papel é produzido por uma indústria (a Papel Salto) que fica na cidade de Salto (interior do estado de São Paulo). Dessa fábrica o papel, que mais tarde vai ser impresso na Casa da Moeda, já sai com a marca d´água e o fio de segurança. O papel que sai da fábrica é enviado à Casa da Moeda em grandes folhas. Em cada uma dessas folhas, mais tarde, serão impressas, aproximadamente, 50 cédulas.

10259870_10203543751182444_3139485216629016924_n

 

Informações como essas você encontra no livro Dinheiro – História, Mitos & Crenças, da escritora Clene Salles. Mas não apenas curiosidades desse gênero. O livro traz ainda a história do dinheiro, explicando como os homens começaram a sentir a necessidade de ter algo que determinasse  o valor das coisas, e fala também dos mitos e lendas que cercam o dinheiro (por exemplo, a origem do famoso “nhoque da sorte”). Um capítulo importante é o que traz dicas de organização financeira, para que você aprenda a não deixar o salário escorrer pelos seus dedos…

O livro tem muito mais: fala de comunicação, conta a história do dinheiro no Brasil, tem dicas de prosperidade, os nomes das moedas de todos os países do mundo, fala da simbologia do dinheiro e muito, mas muito mais!

Afinal,  Dinheiro, História, Mitos e Crenças é fruto de mais de 20 anos de pesquisa sobre  tema, e a autora aborda o assunto com humor e graça, tornando a leitura muito agradável.

O livro, em formato digital, já está disponível no site da Amazon, bastando clicar na capa abaixo, que o levará a Amazon. Boa leitura!

81Jqn271IiL._AA1500_

 

 

 

 

 

 

As Huacas

Huaca era o lugar sagrado para as culturas do antigo Peru, onde uma divindade era cultuada, e no idioma “quechua” significa “sagrado”.

Trujillo_Huanchaco_Peru14-700x325

As huacas possuem personalidade própria, no sentido de você sentir emoções diferentes em cada uma delas, e existia uma forte relação entre os homens das antigas culturas e as huacas, que foram espalhadas praticamente por todo o território peruano. As huacas, como centros cerimoniais e religiosos, serviam de palco para rituais elaborados louvando as divindades, e se tornaram também importantes centros urbanos, com as vivendas da população e os centros comerciais sendo construídos em volta delas.

Na costa norte, elas foram construídas numa linha que, ao que indicam os estudos dos pesquisadores, servia para expressar a cosmologia da cultura desses povos e foram alinhadas então astronomicamente de acordo com diferentes configurações estelares.

Como eram centros religiosos, as huacas ainda se tornaram conhecidas por ser o local em que se depositavam as ricas oferendas aos soberanos. Por essa razão, foram violentamente saqueadas e praticamente destruídas pelos invasores espanhóis e, mais tarde, pelos “huaqueros” – habitantes do local e que buscavam peças de cerâmica ou joias e ornamentos de ouro e prata, que eram depois vendidas a colecionadores e museus de outros países.

Na década de 1990, o governo peruano finalmente costurou acordos com o governo dos Estados Unidos e de vários países europeus e tem conseguido repatriar lentamente muitos desses tesouros roubados. São tesouros que, em muitos casos, estão nas mãos de colecionadores particulares.

Dentre as huacas mais conhecidas, temos:

HuacaCaoViejo

Huaca Cao Viejo, onde foi encontrada a múmia intacta da Señora de Cao.

HPIM6490

Huaca de La Luna

ISOMETRIA-LUNA

Esta reconstituição por computador mostra como teria sido a Huaca de La Luna antes de sua destruição pelos conquistadores espanhóis, pela ação do tempo, tsunamis, terremotos e outros fenômenos naturais.

Created with Nokia Smart Cam

O arqueólogo Regulo Franco, descobridor da múmia da Señora de Cao e marido da escritora Clene Salles, a caminho da Huaca Prieta – o sítio arqueológico mais antigo já descoberto, com seus restos datados de 12.000 a.C..

100_3292Huaca Rajada, onde há inúmeras câmaras funerárias dos Senhores Moches e onde, há 27 anos, foi encontrada a tumba do maior deles, o Senhor de Sipán.

Ai-Apaec

100_2953

 Ai-Apaec retratado em uma das paredes da Huaca de la Luna

Ai-Apaec era a principal divindade da cultura Moche, no Peru, e era um de seus deuses mais venerados e temidos, também. Ele era adorado como o deus criador, o protetor dos moches, o que dava a água, os alimentos e que possibilitava os triunfos militares.

A representação mais comum e conhecida de Ai Apaec é aquela que é vista nas paredes da Huaca de la Luna, em Trujillo – na costa norte do país – e que apresenta um rosto felino antropomórfico com presas e ondas marinhas que o rodeiam.

Ai-Apaec foi representado de diversas maneiras, variando no tempo, no espaço, e conforme a peça em que ele é representado. Na metalurgia, por exemplo, o deus tem forma de aranha com oito pernas e um rosto antropomórfico com presas de jaguar (a nossa onça-pintada). Na cerâmica ele é mais antropomórfico, com duas cobras que brotam de sua cabeça. Esse recurso também é visto em alguns murais.

Nas esculturas, Ai-Apaec pode ser observado numa forma totalmente humanoide, com uma expressão grave no rosto e as presas de felino de sempre.

Os prisioneiros eram oferecidos em sacrifício ao deus, sendo suas cabeças cortadas. Por isso, ele também era conhecido como O Decapitador.

090410-07-moche-lord-decapitator_big

10999122

s939208995761138403_p100_i1_w793

A Marvel também criou sua versão de Ai-Apaec nos quadrinhos…

Ai_Apaec_(Earth-616)

O Decapitador foi recrutado por Norman Osborn para ser o Homem-Aranha da nova encarnação dos Vingadores Sombrios. Será que a Disney/ Marvel fará um filme onde ele apareça, no futuro?

 

 

O Novo dicionário simplificado da língua portuguesa

O significado das palavras muitas vezes nos engana, porque a mesma palavra pode justamente ter vários significados. Esse é o caso dos “homônimos”. São palavras que possuem a mesma pronúncia, mas significados diferentes.

Alguns exemplos:

cela (pequeno quarto) sela (forma do verbo selar; arreio)
censo (recenseamento) senso (entendimento, juízo)
cético (descrente) séptico (que causa infecção)
cerração (nevoeiro) serração (ato de serrar)
cerrar (fechar) serrar (cortar)
cervo (veado) servo (criado)
chá (bebida) xá (antigo soberano do Irã)

Mas “homônimo” ainda pode ser o Homônimo Perfeito. São palavras com a mesma grafia e o mesmo som. Por exemplo:

Eu cedo este lugar para a professora. (cedo = verbo)

Cheguei cedo para a entrevista. (cedo = advérbio de tempo)

Mas ainda não acabou, meu caro! Temos ainda a subclasse dos “homônimos”, que são as palavras “homógrafas”! São aquelas  que possuem a mesma escrita (grafia), mas a pronúncia e o significado são sempre diferentes. Veja:

almoço (substantivo, nome da refeição)
almoço (forma do verbo almoçar na 1ª pessoa do sing. do tempo presente do modo indicativo)

gosto (substantivo)
gosto (forma do verbo gostar na 1ª pessoa do sing. do tempo presente do modo indicativo)

E eu estou só no capítulo das palavras com a mesma grafia…

Mas,, pense bem como tudo seria mais simples se existisse “uma compilação de palavras ou dos termos próprios, ou ainda de vocábulos de uma língua, quase sempre dispostos por ordem alfabética e com a respectiva significação”… Ei, mas isso é a definição de dicionário. Então, vou completar meu raciocínio: como seria bom se existisse um dicionário simplificado da língua portuguesa e que, à primeira olhada, a gente já compreendesse o significado das palavras, e sem nada desse negócio de homônimos, homófonas e sei lá mais o quê!

Bem, minha amiga Clene Salles deu o pontapé inicial e já começamos a pensar nisso. Então, dou por lançado o NOVO DICIONÁRIO SIMPLIFICADO, que vai resolver todos os seus problemas com o querido idioma-pátrio:

ABISMADO – pessoa que caiu no abismo.

ABREVIATURA – ato de se abrir um carro.

AÇUCAREIRO – revendedor de açúcar que vende acima da tabela

ALOPATIA – dar um telefonema à tia.

AMADOR – o mesmo que masoquista.

ARMARINHO – vento proveniente do mar.

BARGANHAR – receber botequim de herança.

BARRACÃO – proibir a entrada de cachorro.

CAIXA – chá que caiu no chão.

CAMINHÃO – estrada muito longa.

CANGURU – líder espiritual dos cães.

CATÁLOGO – ato de pegar coisas rapidamente.

COMBUSTÃO – mulher peituda.

CONVENTO – lugar arejado.

DEMOCRACIA – sistema político do inferno.

DESBOTAR – quando a galinha bota dez ovos.

DESDENTADAS – o mesmo que dez mordidas.

DESTILADO – aquilo que não está do lado de lá.

DETERGENTE – ato de se prender indivíduos.

EDIFÍCIO – contrário de “é fácil”.

EFICIÊNCIA – ciência que estuda a letra “F”.

ESFERA – animal selvagem domesticado.

ESPERTO – o mesmo que distante.

EVENTO – constatação de que é vento e não um furacão.

FLUXOGRAMA – direção em que cresce o capim.

GENITÁLIA – gene de quem nasce na Itália.

HALOGÊNIO – forma de cumprimentar pessoas superinteligentes.

KARMA – expressão usada para evitar o pânico.

LEILÃO – mulher chamada Leila com mais de 2 metros de altura.

MAMADEIRA – lenhador gago anunciando a árvore caindo.

MISSÃO – missa comprida.

OLIMPO – homem com mania de limpeza.

PSICOPATA – veterinário especialista em doenças mentais na fêmea do pato

PRESSUPOR – colocar preço em alguma coisa.

QUARTZO – partze de um apartamentzo.

SIMPATIA – quando se concorda com a tia.

SOLUÇÃO – forte soluço.

TABELA – sinônimo de “estar bonita”.

TALENTO – característica de quem não está rápido.

UNÇÃO – erro de concordância: o certo é “um é”.

VIDENTE – dentista falando sobre o seu trabalho.

VOLÁTIL – avisando ao tio que já vai.

XIITA – a macaca do Tarzan.

ZOOLÓGICO – reunião de animais racionais.

ZUNZUM – na fórmula 1, momento em que o espectador percebe que os 2 líderes da prova acabaram de passar.

 

Caso tenha alguma contribuição, por favor nos envie que atualizaremos. Este é um serviço de utilidade pública, afinal!

Atores que recusaram papéis importantes

A gente toma decisões muitas vezes apressadas, ou motivados por crenças e temores que, no final, se mostram infundados. No caso dos grandes astros de cinema, isso também é verdade, mas existe um fator adicional: os agentes que os representam. Eles muitas vezes aconselham seus clientes de forma errada, em função de outros acordos ou contratos fechados antes… E seus clientes, por causa disso, ficam amargando anos antes de alcançar o estrelato. Ou há os casos em que o ator já era renomado e essa decisão afunda sua carreira. E temos, finalmente, o imponderável mesmo, você não estar no lugar certo na hora certa. São raras as exceções em que essa mudança de planos não altera absolutamente em nada a carreira do ator.

O curioso é que alguns filmes, se determinado ator fizesse o papel, se tornariam inesquecíveis, enquanto que outros só se tornaram o que são graças exatamente à troca de atores… Isso é Hollywood!

Veja alguns exemplos:

Tim Roth – Severo Snape

tim-roth

O ator de Pulp Fiction foi convidado para fazer o papel do professor chato do Harry Potter, mas recusou o papel para seguir com o projeto que já estava engatado, a refilmagem do Tim Burton proPlaneta dos Macacos. Acabou que deu certo pra todo mundo, já que todos adoraram o gorilão interpretado por Roth e ninguém consegue, hoje, ver outra pessoa pra fazer o Snape do que Alan Rickman.

Nicolas Cage – Duende Verde

Nicolas Cage passed up the role of the Green Goblin in "Spider-Man."

Willem Dafoe topou, mas não se pode dizer que esse papel mudou a carreira dele, para o bem ou para o mal. Agora, essa mania (?) do Cage de abrir mão de papéis, como esse e o de “O Lutador”, que deu o Globo de Ouro a Mickey Rourke, o levou ao declínio em sua carreira…

Cary Grant – James Bond

Ian Fleming tinha Grant em mente quando o projeto de levar 007 aos cinemas foi adiante. Mas o astro recusou, porque não quis assinar um contrato para vários longas, além de se achar velho demais para o papel. Sorte no novato Sean Connery.

Russel Crowe – Wolverine

Que Crowe é melhor ator que Hugh Jackman ninguém discute, e que é bem possível que seu Wolverine ficasse bem legal é um outro ponto de concordância. Mas ele não aceitou o salário oferecido para estrelar “X-Men, o Filme” e o papel ficou com Hugh, que acabou voltando a ele várias outras vezes.

Will Smith – Django

will smith

Diz a lenda que Tarantino escreveu o papel com Will em mente, e que o superastro recusou ao saber que não teria controle sobre o filme. De fato, o choque de egos seria um cataclisma, com Tarantino, Smith e Di Caprio num mesmo filme! Mas não achei tão mal assim ele pular fora, porque ele ultimamente tem “adocicado” suas participações, e Django teria que ser do jeito que ficou com Jamie Foxx. E isso não mudou a carreira de Smith em nada.

John Travolta – Forrest Gump

Travolta tinha estrelado “Pulp Fiction”, o filme que o trouxe de volta das cinzas e a consagração final poderia ter sido com “Forrest Gump”. Só que ele recusou o papel… Tom Hanks topou e ganhou seu segundo Oscar com ele.  Este é um dos exemplos em que a troca só beneficiou o filme, que entrou para a categoria dos “inesquecíveis”.

Al Pacino – Han Solo

“O papel já era meu, mas não entendi o roteiro”, revelou recentemente Al Pacino. Ele estava falando de Han Solo, personagem que acabou com Harrison Ford na trilogia original de Guerra nas Estrelas. Cada vez mais me convenço de que George Lucas é, antes de tudo, um sortudo… Antes de escolher Ford, ele ainda convidara – e recebera recusas de – atores como Christopher Walker e Nick Nolte.

Tom Selleck – Indiana Jones

Pensando bem, sortudo é o Harrison Ford… Além de não ter sido a primeira escolha para Han Solo, também não foi para Indiana Jones. Só foi escalado depois que Tom Selleck recusou e preferiu continuar com a série de TV “Magnum”. Esse é um daqueles casos em que a decisão mudou a carreira do ator… Para o bem e para o mal. E quer saber? Selleck daria um bom Indiana!

Kim Basinger – Catherine Tramell

Sorte de uns, azar de outros… Kim Basinger não quis fazer um papel de vilã, e Sharon Stone foi chamada… Na minha opinião, Michael Douglas ficaria sem fôlego com qualquer uma dessas deusas… Mas o fato é que essa decisão ajudou a afundar a carreira de Basinger e a levar a carreira de Stone para as alturas.

Tom Cruise – Tony Stark

tom cruise

Muitos anos antes de começarem as filmagens de “Homem de Ferro”, Tom Cruise decidira produzir a película e, claro, ficar com o papel principal – como fez na série “Missão Impossível”. Não é preciso dizer que foi ótimo ele desistir de fazer isso, porque assim o papel acabou nas mãos do genial Robert Downey Jr., que retomou sua carreira e ainda estrelou outra franquia de sucesso, Sherlock Holmes.

Jack Nicholson – Michael Corleone

Jack Nicholson declined an offer to play Michael Corleone in "The Godfather."

“Eu acreditava naquela época que índios deveriam ser interpretados por índios e italianos deviam ser interpretados por italianos… E sempre achei que Al Pacino era Michael Corleone”. Francis Ford Coppola pensou em vários atores para esse papel, além de Nicholson, incluindo Robert Redford e Warren Beatty. Mas a palavra de Nicholson teve peso na decisão do diretor.

 

Trollagem no Photoshop

A brincadeira  é chamada de Photoshop Troll (algo como “zoeira no Photoshop”). Sua “vítima” é geralmente alguém com poucos conhecimentos em edição de imagens, que disponibiliza uma foto para alguém que entende mais do assunto e pede alterações gratuitas. O resultado, como era de se esperar, é bem diferente do que a “vítima” imaginava. E aparece em sites, fóruns, nas redes sociais e onde mais a brincadeira pode ser divulgada…

Por exemplo, o moço abaixo pediu num fórum que alguém o ajudasse, colocando a Lua entre seus dedos.

trollando no photoshop original

O pessoal não deixou de fazer isso…

trollando no photoshop dedao

trollando no photoshop dedos

trollando no photoshop estrela da morte

trollando no photoshop pinca[3]

A garota mandou a foto e pediu para mudar o fundo. A zueira começou.

hilarious photoshop trolls 1 Hilarious Photoshop Trolls (38 photos)

hilarious photoshop trolls 14 Hilarious Photoshop Trolls (38 photos)

A foto abaixo é autoexplicativa:

A menina pediu pra darem uma melhorada na imagem…

O cara queria aparecer mais “heroico”:

E esta sequência é épica: a moça da direita pediu para apagarem a mulher mexicana que aparece bem no meio da foto:

Aí o Photoshop Troll mandou o primeiro resultado: “Ei, isso deu um trabalhão, mas espero que goste do resultado”.

E ela: “Er… Você tirou o Mickey, eu falava da mulher… E eu falei da pessoa mexicana, e eu tenho certeza de que o Mickey não é mexicano, por isso não sei de onde você tirou essa p**** dessa ideia!”

A resposta do Photoshop Troll: “O Mickey nunca estaria na Disneylândia, assisti desenhos toda a minha infância e aquele lá é o Speedy Gonzales. Só faltava o sombrero, então eu o coloquei lá de volta pra você. Com o chapéu, ficará mais fácil de ser reconhecido. Quanto a mulher mexicana, eu não saberia dizer quem é mexicano e quem não é,  não sou racista. Então, concluí que devia ser a mulher da direita, que não aparece direito na foto. Ficou bom, né?”