Pão é achado preservado depois de passar 118 anos dentro de órgão em igreja

Faz algum tempo, publiquei um post (aqui) que falava de um hambúrguer que tinha ficado guardado anos no casaco de um sujeito e ainda continuava bonitão… Pois bem, outra notícia inusitada me chamou a atenção, desta vez no Daily Mail…

Pedaços de pão embrulhados em papel foram achados perfeitamente preservados 118 anos depois de serem guardados em um órgão. O caso ocorreu na igreja metodista de Padiham, em Burnley, no Reino Unido. Os pedaços de pão foram descobertos por Kath Yates, organista da igreja, porque o instrumento musical, fabricado em 1896, foi desmontado para ter as partes vendidas.

Eles estavam embrulhados em papel dentro de uma parte do instrumento musical à prova de som, selada com madeira, chamada caixa. Junto com ele, estavam folhas de um jornal local, o “Stockport Advertiser”, datado de 1896.

O marido de Kath, Peter Yates, acredita que um dos trabalhadores que montava o órgão deixou o lanche ali, enquanto fazia uma pausa. “Posso imaginar eles sentados, lendo o jornal com seus sanduíches e talvez um pedaço grande de queijo.” E então, ao retomarem a montagem, esse trabalhador se esqueceu do embulho, que foi então colocado por engano com o restante da estrutura.

Old-time religion: The above picture shows the organ as it would have been during the church's heyday

Ilustração de como era o órgão que está sendo desmontado e será depois montado na Alemanha. Na parte de trás dele, havia esse enorme espaço vazio, chamado de caixa do órgão,  que é totalmente selado por uma espessa camada de madeira para evitar que o som se propague de forma indevida. Acredita-se então que o alimento ficou tão preservado porque ali estava protegido da força dos elementos e de predadores naturais, até mesmo dos pobres ratinhos…

Innards: The remnants were found inside the organ in a part sealed by thick wood to make it soundproof

Isso é que pode se chamar de pão orgânico… Eh, eh, eh!

 

 

 

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Ideias simples para facilitar a vida

Existem algumas coisinhas que a gente tem que fazer no cotidiano e que são muito chatas, ao menos para mim. Como dobrar um lençol direito depois de passado, ou fazer pipocas em microondas (sim, nunca acerto, ou eu deixo tempo demais ou de menos…). Mas me parece que tem gente com os mesmos problemas e que arrumaram um jeito de facilitar as coisas.

Veja algumas ideias que selecionei, mas já aviso: não testei nenhuma! Mas as fontes dizem que funcionam!

Usar um canudinho nos morangos (genial)!

Esfregar uma noz para disfarçar os arranhões nos móveis…

Pipocas num saco de papel no microondas… Quem testou disse que dá certo!

Plantando sua horta em calhas presas nas paredes. Serve também usar garrafas pet cortadas ao meio.

Prender uma vareta debaixo do tanque e pendurar os produtos de limpeza!

Para que o bacon não enrole durante a fritura, basta mergulhá-lo em água fria antes de ir ao fogo.

Prenda um pano na boca do aspirador e procure assim pequenos objetos perdidos, como brincos ou aneis.

Quando guardadas por muito tempo,as botas ficam marcadas com dobras. Coloque uma garrafa pet (vazia e limpa) dentro de cada par e evite o problema.

Pregue o botão com fio dental. Ele é mais resistente que a linha de costura e vai manter o botão no lugar por muito mais tempo.

Para reduzir o cheiro de peixe no ar, ponha suco de limão no óleo em que vai fritá-lo. Isso diminuirá a fumaça e o cheiro.

Assim que encontrar outras ideias legais como essas, eu posto. E se você souber de alguma, envie que eu posto também!


Fontes:
 sarcasticcharm.com/99-life-hacks-that-could-make-your-life-easier
mdemulher.abril.com.br/casa/reportagem/faca-voce-casa/truques-incriveis-usar-casa-facilitar-dia-dia-414010.shtml?slide_count=6
chefdeprimeira.com/2012/04/24/130-truques-para-facilitar-sua-vida-na-cozinha/

Você sabe o que é uma #hashtag?

Sempre achei curioso/engraçado o uso que as pessoas costumam fazer de hashtags... Pera aí, você não sabe o que é hashtag? Bem, até bem pouco tempo eu também não sabia, e achei um artigo interessante no Wixblog (http://pt.wix.com) que é bem esclarecedor, por isso compartilho com vocês!

Antigamente, o símbolo # (também chamado por nós de “jogo-da-velha”) era usado apenas em algumas situações especiais, como nas artes gráficas. Mas então veio oTwitter e transformou este símbolo mundano em uma sensação online. Hoje, se você está no Twitter, Instagram, Pinterest, Google+, YouTube ou Facebook, você simplesmente não tem como evitar a presença das #hashtags.

Para o iniciante nas redes sociais, as hashtags podem ser algo confuso e inútil à primeira vista. Mas se você entender o seu propósito e aprender a usá-las, as hashtags são uma ferramenta poderosa para ajudá-lo a envolver o seu público-alvo e aumentar o reconhecimento da sua marca.

O Que É Uma # Hashtag?

O hashtag é uma palavra-chave precedida pelo símbolo #, que as pessoas incluem em suas mensagens. Essencialmente, ela faz com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas com interesses semelhantes, mesmo que eles não sejam seus seguidores ou fãs. Por exemplo, digamos que você seja um fã da Apple e que você esteja pensando em comprar um iPhone 5. Ao pesquisar por “#iPhone5″ em qualquer rede social, o resultado irá mostrar os posts e fotos de todos os usuários que usaram “#iPhone5″ em suas mensagens. As hashtags aparecem como links clicáveis quando usadas em mensagens, bastando clicar sobre elas para ver todos os resultados relevantes.

hashtags

Como As Hashtags Ajudam A Promover Meu Negócio?

Assumindo que o seu perfil nas redes sociais seja público, usar hashtags faz com que as suas mensagens sejam visíveis para qualquer um que compartilhe de seu interesse. Isso faz com que os seus posts não fiquem mais limitados a apenas seus seguidores – o seu conteúdo será acessível a todos os interessados. Escolher a hashtag certa irá ampliar enormemente o alcance das suas mensagens para milhares de potenciais seguidores, fãs ou clientes.

hashtags

Criando Uma Hashtag Eficaz

Para criar uma hashtag, tudo o que você precisa fazer é juntar um # e uma palavra-chave relevante. Você pode inserir hashtags em qualquer lugar em suas mensagens: frente, meio ou fim. Algumas pessoas gostam de colocar as suas hashtags no meio dos posts, enquanto outros preferem inseri-las no final – o resultado é o mesmo, desde que suas hashtags sejam relevante.

As hashtags são poderosas quando usadas sabiamente. Nada afasta mais as pessoas do que um post confuso com e com hashtags em excesso ou muito longas, como #VejaSóOQueEuTomeiDeCaféDaManhã. Como regra geral, no Twitter não se usa mais do que uma ou duas, mas no Instagram dá pra usar 4 ou 5 hashtags sem problemas.

As Hashtags São Todas Iguais?

No formato sim, mas elas variam de acordo com o conteúdo e o seu uso. Costuma-se dividir as hashtags em 3 tipos básicos:

  • Hashtags de Conteúdo: Se você é totalmente novo no mundo das hashtags, em primeiro lugar considere usar hashtags que se relacionem diretamente com a sua marca, produto ou serviço. Hashtags de conteúdo irão expor a sua marca para muitos clientes em potencial, que antes não eram familiarizados com a sua marca. Se você possui uma confecção, usar hashtags como #camisetas ou #moda irá expor o seu negócio para pessoas que ainda não o conhecem.
  • Trending Hashtags: Outra ótima maneira de aumentar a visibilidade da sua marca é usar as hashtags existentes e que estão na moda (isso é, que estão “trending”). Mas antes de usar uma dessas hashtags, tenha certeza de que a sua mensagem realmente tem a ver com a conversa existente. Se não, seu post será ignorado e poderá até ser considerado spam. Se o seu post for informativo, engraçado ou viral, ele será compartilhado por outros usuários e isso irá ampliar o alcance da sua marca.
  • Hashtags Originais: Às vezes, o problema com o uso de hashtags genéricas ou populares é que seus posts podem se perder no meio de centenas de mensagens que estão usando as mesmas hashtags. Por isso, é uma boa ideia criar suas próprias hashtags, específicas para o seu negócio ou sua marca. Elas poderão ser usadas em campanhas específicas (para uma promoção especial) ou então como forma de fortalecer as suas campanhas de marketing regulares (usadas em todos os seus canais sociais, sempre que for relevante).

 

Como surgiu o vibrador?

Meu amigo Claudio Attílio comentou que eu sou o principal responsável por estar resolvendo todas as dúvidas existenciais que ele arrasta desde o princípio de sua existência.

Dando sequência, então, a esse trabalho de utilidade pública, apresento a seguir a resposta para uma dessas dúvidas que assola a mente da humanidade desde que Nero tacou fogo em Roma: como surgiu o vibrador? Depois de exaustivas pesquisas, descobri a melhor explicação no site muitointeressante.com.br.

Segundo o que apurei, ele surgiu para descansar as mãos dos médicos, que já estavam exaustas de masturbar suas pacientes.

Inventado em meados do século 19, o vibrador era um instrumento médico para a cura da histeria, doença que acometia exclusivamente mulheres. Sintomas como irritabilidade, ansiedade, choro, falta ou excesso de apetite e outros altos e baixos tão conhecidos do público feminino caracterizavam a histeria, doença que a comunidade médica acreditava ser causada por deslocamentos no útero. O diagnóstico, curiosamente, era dado na maioria das vezes para mulheres solteiras e viúvas, e em alguns casos, mulheres que não tinham muita atividade sexual em casa. O tratamento? Massagem no clitóris até a paciente atingir o “paroxismo histérico”, ou em termos atuais, o orgasmo.

Mulheres passaram a lotar os consultórios e os médicos, de tanto massagear clitóris de pacientes, começaram a ter uma espécie de LER (lesão por esforço repetitivo). Como a necessidade é um dos maiores impulsos humanos, o tratamento “manual” se aperfeiçoou e passou a ser feito com um instrumento – o vibrador!

O The Manipulator foi o primeiro vibrador patenteado da história em 1869, pelo médico norte americano George Taylor. Ele era movido a vapor.

Depois do The Manipulator, vários outros vibradores foram lançados, movidos a manivela, ar comprimido, a bateria e a eletricidade.

Modelo Woody, movido a manivela.

Modelo Dr. Johansen’s, movido a manivela.

Modelo Chas a Cyphers, movido a ar comprimido.

Modelo Giro-Lator, movido a eletricidade.

O “fabuloso White Cross” era vendido em lojas de departamento, na primeira década do século XX, e foi um dos primeiros a ter seu uso doméstico liberado.

Anúncio do White Cross Vibrator, publicado no The New York Tribune em janeiro de 1913.

À medida que foi ganhando conotação sexual, o vibrador adquiriu um ar negativo e ligado à vulgaridade, principalmente por conta do seu uso em filmes pornô. Só voltou a ser relativamente aceito na década de 60, com a revolução sexual feminina.

Hoje sexólogos e ginecologistas o indicam não para curar uma doença, mas para auxiliar no prazer e na descoberta sexual da mulher.

Há também um caso médico da atualidade em que os vibradores são indicados para homens – mas para aqueles que fazem cirurgia para mudança de sexo. Durante vários meses após a cirurgia, quem troca o bilau por uma ximbica precisa usar um vibrador periodicamente, para que o canal vaginal aberto ali não cicatrize.

 

Zé Carioca e Júlio de Andrade Filho… Que samba vai dar?

Renato Canini, um dos mais importantes artistas Disney no Brasil, decisivo na trajetória do Zé Carioca, sempre trabalhou ao lado de excelentes roteiristas. Um bom exemplo é a parceria de muitos anos que o desenhista manteve com Júlio De Andrade Filho. Pois bem, o ALMANAQUE DO ZÉ CARIOCA 22, que chega às bancas em 20 de outubro, trará somente HQs da dupla Canini e Júlio De Andrade, celebrando a genialidade destes dois mestres Disney.

A imagem e o texto acima estão sendo divulgados nas redes sociais, avisando dessa edição especial a ser lançada no dia 20 de outubro, e que contém histórias que eu escrevi com o Zé Carioca e que foram desenhadas pelo melhor desenhista de todos, Renato Canini, já falecido.

Comecei a escrever roteiros de histórias em quadrinhos Disney para a Editora Abril no começo de 1972, como roteirista free-lancer. Dois anos depois, fui contratado como redator-trainée e passei por inúmeras funções dentro da empresa, até chegar a ser diretor editorial. Mas minha grande paixão sempre foram os quadrinhos, especialmente os de Walt Disney. E essa paixão está sendo homenageada agora com essa edição especial.

Meu personagem favorito para trabalhar sempre foi o Peninha, como postei aqui. Mas escrevi roteiros com praticamente todos os mais importantes, como Tio Patinhas, Donald, Pateta, Madame Min, Zorro e diversos outros. Depois do Peninha, porém, aquele com quem eu mais me divertia era mesmo o Zé Carioca, para quem criei mais de 60 histórias.

Você pode escrever os roteiros de duas formas: como script – igual ao que se usa no cinema ou na TV – descrevendo as cenas e com as falas de cada personagem:

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Ou, se não tiver paciência para escrever tudo isso, fazendo um rough (pronuncia-se rafe)- um rascunho – colocando os balões e desenhando as cenas para o desenhista – muito semelhante ao story-board do cinema:

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Eu sempre preferi fazer os roughs e, curiosamente, a primeira história Disney que escrevi não foi com nenhum dos personagens preferidos, mas com o Mickey e seu arquirrival Mancha Negra. Ela foi escrita entre 1972 e 1973, mas só foi publicada em 1977, porque era uma aventura com muitas páginas e os editores tiveram que esperar aparecer um espaço nas revistas para publicá-la. A espera valeu a pena, porque foi a história de capa da edição da revista Mickey, em março daquele ano.

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Foi “As Asas de Ícaro” que iniciou a minha carreira nos quadrinhos – e na Editora Abril – mesmo tendo sido publicada muitos anos depois de sua criação.

Como o tema do post é a edição especial do Zé Carioca, a primeira história que tive publicada na Editora Abril foi justamente… do Zé Carioca, e desenhada pelo Renato Canini. Ela saiu na revista Zé Carioca, no. 1.053, de 1972:

ZC Aspirações da Vida, 1a HQ publicada

 

Foi uma longa jornada, mas muito divertida, que compartilhei com talentosos artistas e jornalistas. Meu agradecimento a todos!

 

As cidades mais fedorentas do mundo!

Existem cidades no mundo que são conhecidas por algumas características especiais: ou por suas belezas naturais (como o Rio de Janeiro), ou por ser a cidade que nunca dorme (Nova York) ou por ser uma cidade estranha… Sim, existem cidades estranhas, e uma delas é Longyearbyen, na Noruega.

Lá, os habitantes não podem morrer: há mais de um século, o cemitério local não enterra mais pessoas, já que as temperaturas, sempre muito baixas, impedem os corpos de se decompor. Tem mais: na cidade, a população de ursos polares é quase igual a de seres humanos, e apesar da caça ser ilegal, os habitantes são, às vezes, obrigados a atirar em legítima defesa!

Mas existem aquelas cidades que são famosas porque são muito… Fedidas! O mau cheiro é tão intenso que nem gambá aguenta! Conheça agora as 5 cidades mais fedorentas do mundo:

Rotorua, Nova Zelândia

Rotorua

Quem já foi a Rotorua nunca mais se esquece do cheiro de ovo podre que impregna o ar. O perfume da cidade não é por causa da quantidade de gases que os seus habitantes costumam soltar e sim pela localização geográfica. Rotorua fica próxima a um vulcão e tem como atrações lagoas de lama quente, fumarolas, nascentes termais e gêiseres. Por isso, uma grande quantidade de enxofre é liberada na atmosfera da cidade diariamente… Agora, que ideia construir uma cidade perto de um vulcão!

Bangkok, Tailândia

Bangkok

Nunca fui a Bangkok, mas quem já foi diz que é um passeio incrível, porque a cidade tem muita coisa interessante para se ver. Mas existe por lá uma fruta alegadamente a mais deliciosa do mundo, mas que é também a mais fedida de todas: chama-se “durian” e ela tem cheiro de chulé, segundo alguns, e de material em decomposição, segundo outros. Independentemente de ser incrivelmente apreciado por muita gente, o odor terrível e intenso do durian fez com que a fruta fosse proibida em locais como parques, shoppings centers e hotéis. Mesmo assim, andar pela cidade é como ter uma meia suja presa no nariz!

Veneza, Itália

Veneza

Andar de gôndola no verão em Veneza equivale a passear de barco no rio Tietê, em São Paulo. Embora seja uma das cidades mais belas do mundo, ela ainda sofre com problemas muito comuns aqui no “terceiro mundo”: os canais ainda recebem esgoto não tratado, muita gente joga lixo ali e ainda há o diesel liberado pelos barcos. A prefeitura da cidade iniciou um projeto de despoluição, que abrange desde tratar esgotos até proibir o tráfego de barcos a motor em determinados dias. Providências mais do que bem-vindas.

Mumbai, Índia

Se você for daqueles que torce o nariz para qualquer cheirinho mais desagradável, como o de sardinha sendo fritada às 7 da manhã no apartamento vizinho ao seu, não visite Mumbai. Ela é tida como sendo a mais intensa e recompensadora experiência olfativa do mundo. Para todo lado que você virar, sentirá o cheiro de fumaça de carros e motonetas e o fumo preto dos caminhões, somado ao aroma pútrido de água suja na sarjeta. Combinado a isso, o cheiro de mar vem misturado com o perfume de frutas podres jogadas no chão e de fritura em óleo de palmeira. Sem mencionar as especiarias típicas, afinal, você está na Índia: cravo, canela e etc… Tudo isso cria o cheiro inigualável de uma cidade vibrante!

Fez, Marrocos

Fez pode ser a maior cidade medieval árabe do mundo, mas é também uma das mais fedidas… Dentro da cidade velha murada, existem os curtumes de Derb Chouwara, fileiras de tinas coloridas onde são curtidas as peles de diversos animais (cabras, ovelhas, vacas e até camelos!).  São mais de 300 poços ou tinas circulares, e em cada reservatório, de cerca de um metro de profundidade, há um líquido de uma cor diferente. A grande maioria tem a coloração marrom, em suas mais diversas matizes. Um terço do espaço contém uma poção esbranquiçada. Alguns poucos, que chamam logo a atenção, possuem dentro uma tinta vermelha ou amarela.

O couro passa primeiro pelas tinas esbranquiçadas (ao fundo, na foto abaixo), onde uma mistura de cal – com excrementos de pombas e urina de vaca – amolecem o couro e destroem os pelos dos bichos. Após ficarem de molho durante vários dias, as peças passam por um processo de limpeza e de enxágue.

Até algumas décadas atrás, o tingimento era feito com colorantes vegetais. Para o amarelo usava-se o açafrão-da-terra (cúrcuma ou turmérico), para o vermelho a papoula, para o azul o índigo dos tuaregues e, para o preto, o antimônio. Mas hoje, os corantes industrializados tomaram conta do mercado. Uma vez tingidos, os couros são, então, expostos ao sol para secagem.

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O interessante é que esse cheiro de cocô de pomba com xixi de vaca se mistura ao das peles secando ao sol, gerando o odor de fralda suja que se espalha por vários quarteirões… Então, dê-se por feliz por poder respirar e não ser um dos indivíduos que fica nesses tonéis durante todo o dia!

 

Essa é a graça de viajar pelo mundo. Você pode ver, provar, ouvir… E cheirar… Coisas muito diferentes!

 

 

 

Fontes:
Thrillist
Megacurioso

Projetada primeira casa à prova de zumbis

Parece mentira, mas não é: a empresa polonesa KWK Promes projetou e construiu uma casa totalmente à prova de zumbis. Depois de dois anos de projetos e quatro anos de construção, a “Safe House” ganhou, literalmente, vida em uma cidade situada aos arredores de Varsóvia, capital da Polônia. Edificada em uma ampla área de 2,5 mil m², a residência de dois andares tem paredes de concreto móveis, capazes de subir e descer de acordo com a vontade — ou o medo — do dono da casa. Ou seja, um belo dia de sol pode ser aproveitado sem problemas pela família, enquanto os perigos da noite podem ser barrados pelas espessas camadas de cimento e pedras que envolvem a construção.

Esquema de segurança da casa.

A mansão foi planejada para dar a sensação de máxima segurança aos seus moradores. Com as muralhas fechadas, o mausoléu se torna um imponente forte, praticamente impenetrável por seres humanos ou zumbis. Nesse modo, a única passagem para dentro do ambiente fica localizada no segundo andar e é acessada por uma ponte.

Casa fechada, parecendo uma fortaleza.

Já dá para imaginar: o alto da ponte é um ponto estratégico para empunhar qualquer tipo de arma e disparar uma avalanche de tiros nas hordas de zumbis. Se isso não for suficiente, um lança-chamas posicionado bem na entrada de acesso à casa pode reduzir a pó qualquer tipo de esperança dos mortos-vivos.

Detalhes da elegância do domícilio.

Graças à forma robusta, semelhante a um bloco retangular, quaisquer imprevistos podem ser evitados — nada de invasores chegando pelo telhado ou ameaças escondidas se hospedando no porão.

Detalhe da escada lateral.

Por trás de toda a frieza do concreto, há um design interno bastante sofisticado, cheio de luxo e conforto. Desenvolvida independentemente pela decoradora Magdalena Radalowicz, a arquitetura interior é elegante, com direito a piscina e um área útil de 556 m². E a inteligência da casa não fica apenas na segurança. Um sistema híbrido de aquecimento se utiliza de energia solar e bombas de calor, garantindo o controle de temperatura da casa tanto com as muralhas abertas quanto fechadas. A eletricidade também é proveniente em sua maioria de fontes sustentáveis.

Sem zumbis à vista, as crianças podem brincar livremente no gramado que, de tão enorme que é, comporta até um campinho de futebol improvisado. Atrás das cortinas de concreto, a região lateral externa do primeiro andar conta com um charmoso deck, inspirador para cafés da manhã em família nos dias de paz.

 

 

 

Fonte:

tecmundo.com.br