Atualidades, Curiosidades

Cidade chinesa cria lago artificial… Mas acaba ficando com um deserto tipo Saara…

A cidade de Zhengzhou fica na província de Henan (em amarelo), na República Popular da China (em cinza).

A província de Henan é a mais populosa da China, com cerca de 100 milhões de habitantes, e relativamente pobre dentro da República chinesa. Sua capital, Zhengzhou, tem pouco mais de 8 milhões de habitantes e nas suas proximidades fica o famoso templo budista de Shaolin, cujo portão principal vemos abaixo.

Como acontece em todas as grandes metrópoles, Zhengzhou sofre com problemas de escassez de água e de locais de lazer para seus habitantes. Então, as autoridades até que tiveram uma ideia interessante, criar um lago artificial nos limites da cidade, drenando a água do Dragon Lake – alimentado pelo Rio Amarelo que cruza o território – e removendo toneladas de areia que ficavam ao seu redor para criar uma praia artificial.

Só que a Natureza infelizmente não colaborou com o plano. Por algum motivo (talvez porque outras cidades às margens do Rio Amarelo tiveram a mesma ideia e desviaram seu curso, diminuindo o fluxo…), a água do lago secou e toda aquela areia que foi escavada começou a ser espalhada pelo vento.

Sun-Yat Foo, crítico desse plano desde o início, disse que “Isso foi o triunfo de quem planeja sem todas as informações, às pressas. Tudo o que podia dar errado, deu…” E o que seria uma paisagem verde nos arredores da cidade se transformou num desastre ecológico.

O que restou do Dragon Lake está agora cercado por dunas de areia que, em alguns locais, pode chegar a 10 metros de altura, sufocando a vegetação na área. Essa mesma areia é levada ao centro da cidade e outros bairros nos dias quentes e com vento mais forte, cobrindo as ruas e obrigando as pessoas a usar máscaras.

Os moradores das áreas próximas reclamam da areia que continua se espalhando incessantemente, e segundo Sun-Yat, o governo ainda não tomou nenhuma medida para resolver esse problema.

A areia hoje se espalha por uma área equivalente a quatro campos de futebol, e continua crescendo – atraindo inclusive répteis, cujas pegadas já foram vistas por alguns moradores. Outro problema, segundo comerciantes locais, é que ninguém quer fazer negócios na cidade com um deserto às suas portas.

O governo local, enquanto não sabe como se livrar de toda essa areia às portas da cidade, resolveu cobrir as dunas com uma tela de plástico verde para tentar conseguir a aparência de um oásis verde que tanto queriam…

Mesmo que não consigam, a esperança é que, pelo menos, essa tela deve evitar que a areia continue a se espalhar pela cidade, impedindo os moradores até de abrir os olhos em dias de ventania.

 

 

 

Atualidades, Curiosidades

O mercado na linha férrea na Tailândia

Esse mundo é mesmo muito louco…

Na Tailândia, em Samut Songkhram – a coisa de 40 quilômetros de Bangcok -, existe um mercado ao ar livre que vende de tudo: frutas tropicais e legumes em grandes pilhas coloridas, uma grande variedade de especiarias secas, pastas e ervas, frutos do mar recém-pescados e outros alimentos locais.

maeklong-railway-market-0única diferença em relação aos outros mercados – e às feiras-livres no Brasil – é que ele fica bem em cima dos trilhos de uma ferrovia.

maeklong-train-market

E não é uma força de expressão, o mercado fica de fato em cima dos trilhos! Quando o pessoal que ali trabalha ouve o apito da locomotiva, eles recolhem os produtos, levantam os toldos e deixam passar o trem, que cruza a feira diariamente por três vezes, duas de manhã e uma de tarde! O trem passa quase tocando as mercadorias, e todo mundo se espreme debaixo das barracas.

maeklong-railway-market-5

maeklong-railway-market-2

maeklong-railway-market-12

Depois que o trem passa, os vendedores recolocam tudo como estava antes, descem os toldos das barracas e os clientes voltam, como se nada tivesse acontecido. O mais curioso é que não são os feirantes que invadiram o espaço da ferrovia, já que a feira existe no mesmo lugar desde antes que a via férrea fosse criada, em 1905!

maeklong-railway-market-16

Maeklong é o nome desse mercado, que fica de fato num grande edifício cheio de ban­cas mais ou menos orga­ni­za­das, mas que acabou crescendo para fora, e a ferrovia acabou passando no meio dessa extensão do mercado. E se transformou numa atração turística, porque mesmo aos olhos dos orientais, não é todo dia que se vê um trem passando no meio de uma feira!

E quando soa o apito, à boa maneira tailandesa – isto é, sem estresse e quase sempre com um sorriso nos lábios -, os comerciantes recolhem as mercadorias e ficam assistindo o trem passar, e é impressionante de se ver (segundo os relatos de quem já esteve por lá) que quase nada é esmagado debaixo da composição. Depois que o trem vai embora, a vida continua em Maeklong.

É um espec­tá­culo digno de se ver, como no vídeo abaixo, mas dizem que esse espetáculo pode ter os dias con­ta­dos. Prevê-se para breve a aber­tura de um grande super­mer­cado que, de certa forma, pode acabar com o futuro dessa feira tra­di­ci­o­nal. É melhor apressar-se, por­tanto, se qui­ser ver a banda pas­sar… Digo, o trem passar em Maeklong.

 

 

 

Fonte:

http://www.amusingplanet.com/

Atualidades, Curiosidades, Family, Sabedoria

Superstições e crendices brasileiras mais populares

As superstições são criadas pelo povo e costumam passar de geração a geração. Por desconhecer as causas e efeitos de determinados fenômenos científicos, muitas pessoas atribuem explicações sem sentido racional.

Algumas delas são curiosas e não causam nenhum mal aparente, mas se a pessoa se prende demais a ela, pode ser prejudicial. Por exemplo, o caso de uma pessoa que deixa de fazer determinadas coisas numa sexta-feira 13. Não há nenhuma explicação científica que confirme que esse dia atrai azar, porém muitos indivíduos acreditam nisso como se fosse uma verdade. 

Outra fonte de origem das superstições são os pensamentos religiosos, mais uma vez baseados em desconhecimento. E então, histórias recheadas de magia foram sendo transmitidas e rituais se desenvolveram baseados nelas, rituais que persistem até hoje.

Conheça a origem de algumas das superstições mais populares no Brasil:

Gato Preto

A ideia de que cruzar com um gato preto na rua dá azar vem desde a Idade Média. Naquela época, os felinos eram associados à bruxaria e rituais demoníacos por serem animais tipicamente noturnos. O fato de serem pretos os tornava piores ainda, já que essa era a cor das trevas. Os coitados dos gatos chegaram a entrar na lista do Papa Inocêncio 8 (1432-1492) e perseguidos pela Inquisição, muito provavelmente por terem sido, desde sempre, importantes símbolos pagãos.

Sexta-feira 13

Não estou falando do Jason, o cara que nunca morre nos filmes da série do mesmo nome. A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.

Mais antigo que isso, no entanto, são duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr, friday = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

Portanto, somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.
Nota – o mais louco nisso tudo é que o 13 é o número da sorte em muitas culturas. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas.

Quebrar um espelho

Os espelhos, tradicionalmente, são tidos como o reflexo da alma do ser humano. Esse teria sido o motivo pelo qual se acredita que os vampiros não podem ser vistos num espelho, porque não têm alma… Seja como for, a crença de que quebrar um espelho traz sete anos de azar veio dessa conexão, ou seja, a alma também seria quebrada e os sete anos representam o tempo que ela precisaria para se regenerar.

Achar um trevo de quatro folhas dá sorte

Essa crença tem dois motivos: raridade na natureza e simbologia do número. Como o nome já indica, o trevo comum tem apenas três folíolos (é o nome certo). Mas, em função da temperatura e irrigação, alguns desenvolvem uma anomalia e nascem com quatro. Então, já é sorte encontrar algum.

A simbologia do número quatro é muito forte em diversas culturas por indicar um ciclo perfeito: as fases da lua, as estações do ano, os elementos da natureza e os pontos cardeais. Os druidas (que eram os responsáveis pelo ensino, instruções jurídicas e filosóficas da sociedade celta), cerca de 300 a.C., popularizaram a lenda de que o trevo de quatro folhas deve ser dado de presente e atribui quatro poderes para a vida daquele que recebe: esperança, amor, fé e sorte.

Passar debaixo de uma escada dá azar

A versão mais aceita é a de que essa superstição tenha se originado durante a Idade Média, época dos castelos protegidos por altas muralhas: quando eram atacados, levantavam-se as pontes e fechavam-se os portões, de modo que o único meio de invadi-los era com o uso de escadas. Como defesa para esse tipo de investida, costumava-se derramar óleo fervente sobre os inimigos, e nessa hora, quem subia ou firmava a escada recebia um banho mortal (já vimos isso isso em inúmeros filmes).
Daí surgiu a certeza de que segurar uma dessas peças por baixo não era um bom negócio, porque isso poderia trazer má sorte para o infeliz que estivesse em tal posição, pensamento que atravessou os séculos e permanece até hoje simbolizando o receio dos passantes quanto à possibilidade de que alguma coisa possa escapar das mãos do pedreiro ou pintor que esteja trabalhando lá no alto, e lhes caia na cabeça.
Nhoque da sorte
Todo dia 29 do mês é dia de comer nhoque. Essa massa típica da Itália, geralmente feita à base de farinha e batata, é saboreada nessa ocasião para trazer sorte nas quatro semanas seguintes. A tradição foi criada a partir da lenda de um frade andarilho que teria batido na casa de um casal de velhinhos, num dia 29, pedindo comida. A refeição do dia, casualmente, era nhoque. Algum tempo depois, o frade retornou à casa dos velhinhos e contou que aquele prato de comida havia mudado sua vida para melhor.
Bater três vezes numa madeira pode evitar eventos ruins

Esse costume teria se originado nos celtas, e de lá se espalhado por todos os continentes. A versão original consistia em bater no tronco de uma árvore com os nós dos dedos. Os povos antigos teriam interpretado que os raios que caíam frequentemente sobre as árvores eram um sinal de que as árvores eram a morada dos deuses na Terra. Por isso passaram a render culto a elas, considerando-as templos da santidade. A árvore servia como meio para enviar a doença e o mal ao subsolo e lá torná-lo incapacitado de agir. Também se recorria a ela se a má sorte visitava um homem sob a forma de demônios. Nestes e outros casos, o sacerdote druida celebrava uma série de ritos e cultos nas chamadas ramadas sagradas, locais equivalentes às igrejas atuais.

Abrir guarda-chuva dentro de casa

Embora alguns historiadores acreditem que esta crença venha dos antigos egípcios, a maioria acredita que o alerta contra guarda-chuva dentro de casa se originou muito mais recentemente, na Inglaterra vitoriana.

Em “Extraordinary Origins of Everyday Things” (tradução livre, “Origens Extraordinárias de Coisas Cotidianas”) (Harper, 1989), o cientista e autor Charles Panati escreveu: “Em Londres do século XVIII, quando os guarda-chuvas com hastes pesadas de metal começaram a se tornar comuns, o seu mecanismo rígido o tornava um verdadeiro perigo para ser aberto dentro de casa. Um guarda-chuva abrindo de repente em um quarto pequeno poderia ferir gravemente um adulto ou uma criança, ou quebrar um objeto. Mesmo um acidente menor poderia provocar palavras desagradáveis ou uma briga, sinal de má sorte em uma família ou entre amigos. Assim, a superstição surgiu como um elemento para impedir as pessoas de abrirem um guarda-chuva dentro de casa”.

Santo Antônio casamenteiro

Esta crença é bastante popular no país. 

Batizado de Fernando Bulhões, Santo Antônio era um frade franciscano, nascido em 1195, em Portugal, mas viveu durante a maior parte de sua vida em Pádua, na Itália. Apesar de não ter em seus sermões nada específico sobre casamentos, Santo Antônio ficou conhecido como o santo que ajuda mulheres a encontrarem um marido por conta da ajuda que dava a moças humildes para conseguirem um dote e um enxoval para o casamento.

Reza a lenda que, certa vez, em Nápoles, havia uma moça cuja família não podia pagar seu dote para se casar. Desesperada, a jovem – ajoelhada aos pés da imagem de Santo Antônio – pediu com fé a ajuda do Santo que, milagrosamente, lhe entregou um bilhete e disse para procurar um determinado comerciante. O bilhete dizia que o comerciante desse à moça moedas de prata equivalentes ao peso do papel. Obviamente, o homem não se importou, achando que o peso daquele bilhete era insignificante. Mas, para sua surpresa, foram necessários 400 moedas de prata para que a balança atingisse o equilíbrio. Nesse momento, o comerciante se lembrou que outrora havia prometido 400 escudos de prata ao Santo, e nunca havia cumprido a promessa. Santo Antônio viera fazer a cobrança daquele modo maravilhoso. A jovem moça pôde, assim, casar-se de acordo com o costume da época e, a partir daí, Santo Antônio recebeu – entre outras atribuições – a de “O Santo Casamenteiro”.

Outra história que envolve a fama de Santo Antônio é a de que uma moça muito bonita, que havia perdido as esperanças de arranjar um marido, apegou-se a Santo Antônio. Dizem que a mulher adquiriu uma imagem do santo e colocou-a em um pequeno oratório. Todos os dias, a jovem colhia flores e as oferecia a Santo Antônio, sempre pedindo que este lhe trouxesse um marido.

Mas, passaram-se semanas, meses, anos… e nada do noivo aparecer.

Então, tomada pelo desgosto e pela ingratidão do santo, ela atira a imagem pela janela. Neste exato momento, passava um jovem cavalheiro que é atingido pela imagem. Ele a apanha e vai entregar à jovem, que se apaixona por ele e atribui a sua chegada à fé por Santo Antônio. A partir daí, as moças solteiras que queriam casar começaram a fazer orações pedindo ajuda ao santo e cultuando sua imagem.

Entre as simpatias mais populares, acredita-se que as jovens devem comprar uma pequena imagem do Santo e tirar o Menino Jesus do colo, dizendo que só o devolverá quando conseguir encontrar o amor, ou ainda, virar o Santo Antônio de cabeça para baixo, dentro ou fora de um copo d’água, avisando ao Santo que só vai desvirá-lo – ou “desafogá-lo” – quando um novo amor surgir em sua vida…  

 

 

Fontes:

http://hypescience.com

http://www.ehow.com.br

http://pnld.moderna.com.br

 

Atualidades, Curiosidades, Family, Humor, Novidades

Banda russa toca “Tico-Tico no Fubá”

“Tico-tico no Fubá” é uma das músicas brasileiras mais conhecidas no mundo. Composta por Zequinha de Abreu em 1917, foi gravada por praticamente todo mundo que importa: Pixinguinha, Ademilde Fonseca, Ney Matogrosso, Zizi Possi, Ray Connif, Paco de Lucia, Sivuca, Daniela Mercury…

E apareceu também no curta “Watercolor of Brazil + Tico-Tico no Fubá” que faz parte do longa Saludos Amigos, de Walt Disney, e que estreou nos cinemas em 1942. O filme  trazia um novo personagem, Zé Carioca, passeando pelo Brasil com o Pato Donald e o ensinando o samba (com as músicas “Aquarela do Brasil” e “Tico-tico no Fubá“).

Em 1947, a grande Carmem Miranda estrela, ao lado de Groucho Marx, a comédia musical Copacabana – que deveria ter sido filmada em cores, mas um corte de verbas obrigou os produtores a rodar tudo em branco e preto. No filme, Carmem interpreta “Tico-Tico no Fubá” com toda a sua exuberância. No clipe abaixo, colorizado, a gente pode ter uma ideia de como teria sido o filme se não faltasse dinheiro!

Bem, tudo isso foi como introdução para o que eu queria mostrar, seguindo uma sugestão do publicitário-professor-músico-fotógrafo Aurélio de Oliveira, que além de tudo ainda faz um molho a bolonhesa de dar inveja à nonna: a propósito deste post, ele disse que não existe música nova ou antiga, existe música boa ou ruim. E citou justamente “Tico-Tico no Fubá” tocado por uma banda russa.

Bem, aí estão eles: o quarteto 4-Tissimo, formado pelo russo Dimitri Illarionov, as ucranianas Nadja Kossinskaja e Shelyazhenko Oksana e a bileorrussa Yuliya Lonskaya; não só desafiaram a si mesmos, como o fizeram em grande estilo. Executam esse ícone do chorinho em apenas 2 violões — isto mesmo, são 8 mãos tocando 2 violões.

Como bônus, apresento duas versões opostas e sensacionais. A primeira é do grupo americano The RedSkunk Jipzee Swing Band, que toca uma mescla da música americana de raiz e o jazz europeu nos anos 1930.

E a segunda, Daniel Barenboim e a Filarmônica de Berlim. Show!

 

Atualidades, Curiosidades, Family, Uncategorized

Após pedido de consumidores, lata de Leite Moça trouxe abridor

A lata de Leite Moça, embalagem icônica para muitos consumidores brasileiros, ganhou um sistema abridor e trouxe de volta as receitas no rótulo. É a primeira mudança em seu design nos últimos 10 anos, diz a fabricante Nestlé.

O visual atualizado do produto nasceu de pedidos feitos por consumidores, afirma a empresa de alimentos. A Nestlé recebeu solicitações para facilitar o manuseio da lata, que por isso “emagreceu”, ficando mais vertical ou “slim”.

Segundo a companhia, o novo formato traz a mesma quantidade de produto, 395 gramas. “Sempre valorizamos a proximidade com nossos clientes, e agora reforçamos esta conexão”, afirmou na época do lançamento Daniele Novaes, gerente de marketing de Leite Moça no Brasil. 

Fonte:

exame.abril.com.br