Bolinha também volta às bancas

A revista do Bolinha também volta às bancas, para fazer companhia à da Luluzinha. (veja post aqui.)

Este foi mais um trabalho que o estúdio Clene Salles Editorial (www.clenesalleseditorial.com.br) realizou. E, sem querer puxar a brasa para a sardinha, a revista está ótima! Nas bancas, por apenas R$ 3,10.

Idade Avançada

Dois amigos de idade avançada conversando:
– Ando tendo problemas de memória e fiquei sabendo que você também teve mas conseguiu se curar.
– É verdade! Me tratei com um médico muito bom.
– Então, por favor, me passe o nome dele.
– O nome dele… o nome dele… como é mesmo o nome dele?… como é o nome daquela flor vermelha que tem espinhos?
– Rosa? O nome dele é Dr. Rosa?
– Não, não, não… Rosa é a minha mulher!….Ô ROOSAAA COMO É MESMO O NOME DAQUELE MÉDICO?

O Convidado de Hoje

“Un espacio donde el primer actor nacional Carlos Gassols conversa con personajes dedicados a diversos ámbitos del arte y la cultura. “El Invitado del Aire” se emite los sábados a las 9 de la mañana”. Essa é a chamada de um programa muito popular transmitido pela Rádio Nacional de Lima, no Peru.

Carlos Gassols talvez seja o mais querido e conhecido dos atores peruanos, no teatro, na TV ou no cinema, uma espécie do nosso Tarcísio Meira. Seu último filme, Octubre, recebeu um prêmio especial no Festival de Cannes de 2010 e ele ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema de Vladivostok no mesmo ano. Octubre está sendo lançado neste mês nos Estados Unidos.

Essa breve introdução dá uma ideia do que significa receber um convite para ser entrevistado por ele. Pois foi exatamente isso que aconteceu, a escritora, tradutora e editora brasileira Clene Salles – atualmente em Lima, buscando viabilizar seu sonho de montar um intercâmbio cultural entre os dois países – será entrevistada amanhã. O tema da conversa será esse projeto de intercâmbio cultural, quais as áreas abrangidas (música, arte, literatura, gastronomia etc) e que tipo de recursos ela precisa para colocar a ideia em pé.

Clene Salles dirige seu bureau de conteúdo, Clene Salles Editorial (www.clenesalleseditorial.com.br) e trechos da entrevista serão postados aqui assim que estiverem disponíveis.


Elegância

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Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura. É a elegância do comportamento…

Autor Desconhecido

Recebi esse texto de minha querida amiga Clene Salles, e descobri que ele vem sendo distribuído na internet como sendo de Toulouse-Lautrec, o pintor francês. É um engano, afinal ele nunca escreveu nada (era um genial pintor, mas nem um pouco elegante…). Na época de Lautrec não haviam fotógrafos rodeando por perto (você precisava ficar estático porque as câmeras eram daquelas enormes, de tripé) e muito menos frentistas em postos de gasolina. Alguns dizem que é da colunista Martha Medeiros, do jornal O Globo, entre outros órgãos de imprensa. Como não sei de quem é, coloquei “Autor Desconhecido”. Mas isso não diminui em nada a qualidade do texto…

Rainha Elizabeth II e o Jubileu de Diamante em 2012

A Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, deve completar 60 anos de reinado em junho de 2012, em plena abertura das Olimpíadas de Londres. Interessante acompanhar sua história em imagens:

Ela e seu marido por todos esses anos, o Príncipe Phillip, Duque de Edinburgo.

Ainda como princesa, aos 21 anos. Cinco anos mais tarde, foi coroada Rainha.

Ela e dois dos 4 filhos: Charles e, no colo, Anne. Em 1960 nasceria Andrew e, em 1964, Edward. Tios do William, que acaba de se casar.

A Rainha Elizabeth II, coroada em 1952.

O impressionante é notar a quantidade de personalidades de quem ela foi  – e é – contemporânea:

Depois de ver essas fotos, fiquei impressionado ao perceber há quanto tempo estou por aqui, também!

As fotos que se movimentam

Os gifs animados que a gente cansa de ver na internet e junto aos emails não precisam ser apenas engraçados ou bonitinhos.

Para a fotógrafa nova-iorquina Jamie Beck, eles podem ser arte, também. As imagens que ela criou têm beleza, realismo e chamam a atenção pelos detalhes.  Batizadas de “cinemagraphs”, Jamie diz que busca não esgotar as possibilidades que enxerga em uma imagem. Na minha modesta opinião, ela conseguiu e criou uma forma de arte que vale a pena curtir, porque a gente não se cansa de admirar: